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11.7.12

"formação" académica de Relvas alvo de chacota nacional

O texto que se segue é um dos muitos que têm sido produzidos, a propósito da armadilha em que o político Relvas caiu, ao considerar a "pressão social" da doutorice, como relevante para o seu status político. O resultado é o que se sabe.

O grave é que não só coloca a nu a pedantice nacional, como dá corpo à chico-espertice em que alguns se movimentam e, no caso deste texto, reflecte o erro de considerar a atividade cultural popular como "menor".

Esta chacota nacional é uma vergonha e MORTAL politicamente.

OS FOLCLORES DE RELVAS

Ter sido Presidente da Assembleia Geral de uma Associação de Folclore foi um dos aspectos valorizados na experiência profissional do Ministro. Está certíssimo! Se há crédito que o homem merece é de se preocupar com o folclore português! Então não haveria de se preocupar com o Bailinho da Madeira, era só o que faltava!

Então a sua actividade empresarial não se identifica com a actividade de chular, isto é, de apreciar a Chula, essa dança tão do seu gosto! Então o seu percurso académico não se identifica com o Corridinho. Aquilo é sempre a acelerar! Parece o Curso do Speedy Gonzalez! Entrei, vi, creditei e licenciei-me.

E que dizer do Malhão e do Vira, autênticas danças folclóricas, autênticos retratos da sua vida. Apetece dizer: o sujeito malha e depois vira o bico ao prego. Mas digam lá o que disserem, há uma dança com a qual o Relvas se identifica e usa para resumir a sua vasta e brilhante vida profissional, essa dança, autêntico ícone dos folclóricos portugueses dá pelo nome, diga-se bem esgalhado, de Farrapeira.

Abençoado Relvas! Pois é, como se tudo isto não bastasse, faltava a cereja em cima do bolo:  Relvas, com a mania do folclore, consegue até transformar o dia a dia de muitos portugueses num autêntico Fandango!  

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