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30.4.16

Gestão do PS reduziu dívida a fornecedores em mais de 3 milhões€

Depois da aprovação das contas de gerência de 2015, um dos números que salta à vista, e é sentido por todos os fornecedores do Município é a enorme redução da dívida a fornecedores, que baixou para menos de 8 milhões€.

Desde o final do terceiro trimestre de 2013, que a dívida a fornecedores baixou mais de 3 milhões de euros, num esforço significativo iniciado logo após a tomada de posse a 17 de outubro de 2013. Até ao final de dezembro de 2015, a gestão socialista pautou-se por uma grande preocupação em pagar a todos os fornecedores.

A dívida a fornecedores é quase que exclusiva à ParqT (do parque de estacionamento) de cerca de 6 milhões€ e à Construtora São José, pela obra do pavilhão Municipal de cerca de 900.000€. se não fossem estas dívidas gigantescas, herdadas dos mandatos do PSD, a dívida a fornecedores, seria apenas uma dívida do tipo "conta corrente".

28.4.16

Dívida do Município de Tomar sob controlo


Depois de duas execuções orçamentais (2014-15), por parte da gestão PS no Município, a dívida reduziu-se em mais de 16%, em cerca de 5,5milhões€, depois do sobressalto que foi encontrar, mais de 3,8 milhões€ de despesas por classificar devidamente, em 2014.

 
Felizmente para Tomar que os constantes pagamentos realizados, permitiram reduzir a dívida de mais de 34 milhões€ para cerca de 28 milhões, isto apesar de termos tido um ano (2015), de Festa dos Tabuleiros e reforçado o apoio às Associações bem como o investimento nas Freguesias do Concelho.

A capacidade de endividamento - importante para acesso nos próximos anos a financiamentos estruturantes, aumentou assim para mais de 6 milhões€.

A dívida está assim, finalmente, sob controlo.


 

26.4.16

Vereador comunista só está na vereação para o que dá jeito?

A notícia é da Rádio Hertz e é sintomática daquilo que é a recorrente atuação do vereador eleito pela CDU, Bruno Graça.
 
O vereador, que tem a responsabilidade do gabinete de economia local, no qual se insere a gestão do Mercado Municipal / Semanal, descarta as responsabilidades de encontrar soluções para os problemas, especialmente quando eles carecem de decisão.
 
Ora estando toda a fileira do setor primário sob a sua gestão, muito se estranha que para encontrar uma solução para a localização da venda dos equipamentos agrícolas, de suporte a esse setor e há anos presentes no Mercado Semanal, ao fim de dois a nos e meio de mandato, descarte essa responsabilidade para a presidente do Município.
 
Afinal, esta sinistra figura que sempre fez da perseguição aos trabalhadores que sob as suas ordens trabalham e trabalharam, bem como a inadequada e formal forma de lidar com os demais cidadãos, a sua forma de atuar, só está na vereação para aquilo que dá jeito? Uma atitude de puro e franco oportunismo, que muito se estranha que o PS continue a tolerar.
 
Com amigos destes não precisam os vendedores do mercado, não precisam os cidadãos, não precisam os trabalhadores da autarquia, não precisa o PS e o Concelho...
 
(A notícia na íntegra)

TOMAR – Vendedores de equipamentos agrícolas continuam “à margem” do Mercado Municipal

Depois de concluída a reorganização do Mercado Municipal de Tomar – que conduziu à concentração de todas as actividades na área envolvente à estrutura – os vendedores de equipamentos e máquinas agrícolas continuam a aguardar uma solução para o seu caso.
 
Desde há alguns anos que quatro comerciantes permanecem no parque de estacionamento Santa Iria sendo que, nesta fase, ao contrário então de todos os outros, por ali continuam… e não entendem as razões.
 
A reportagem da Hertz esteve junto destes vendedores, na manhã desta sexta-feira, e registou esses lamentos, a começar por José Côdea, da Auto Agrícola Alburitel: «Falámos com uma senhora responsável pelo mercado e disseram-nos que iam tentar arranjar-nos um lugar mas nunca mais nos disseram nada. Estamos distantes do mercado, as pessoas estão mais distantes… »
 
Américo Faria, da Semetra Alburitel, não tem dúvidas de que a actividade seria melhor caso estivesse na área do mercado: «Já estivemos ao pé dos bombeiros e já aqui estamos há cerca de três, quatro anos. Isto prejudica a nossa actividade. Se estivéssemos no mercado as coisas seriam melhores».
 
Hernâni Ferreira, do Pintado, refere que seria fácil encontrar uma solução visto que estão em causa apenas quatro vendedores: «Queria que nos arranjassem um espaço e como somos só quatro… um espaço, nem que fosse logo à entrada ou noutro local que bem entenderem. Nós queremos é uma solução. Era preferível ser assim do que andarmos aqui em cima dos passeios».
 
Mário Ana, da Tecnolavra Golegã, deu conta dos contactos desenvolvidos com a autarquia para resolver o problema: «Já nos dirigimos aos responsáveis do mercado e disseram-nos que não havia espaço. Colocámos a ideia de que se criasse um espaço, junto do quiosque, onde às sextas-feiras, pudesse ser feita a vendas máquinas agrícolas. Pedimos uma reunião à presidente de Câmara e estamos a aguardar. Aqui estamos sujeitos a ser multados pela Polícia».
 
Entretanto, a Hertz contactou Bruno Graça, vereador dos Mercados e Feiras, que remeteu o assunto para a presidente do município, Anabela Freitas, uma vez que este se enquadra na venda ambulante, competência da autarca. Aguarda-se, então, uma solução.

24.4.16

Quatro anos e meio depois de inciados os contactos, Monitorização da Bacia do Nabão avança

Foi já assinado um protocolo entre o Município de Tomar e o Instituto Politécnico, através do seu Laboratório de Investigação Aplicada em Riscos Naturais (NHRC.ipt) com o fim de enquadrar o desenvolvimento de atividades de cooperação nos domínios da investigação, divulgação de estratégias e medidas de mitigação e de prevenção de riscos naturais e de riscos mistos.
 
O protocolo, que foi assinado por Anabela Freitas, em representação do Município, e Eugénio Pina de Almeida, representante do Politécnico, com a duração de quatro anos, automaticamente renováveis, prevendo que a coordenação das atividades caiba a uma comissão de gestão, constituída por um representante de cada Instituição.
 
Panorama do Rio Nabão na última cheia com consequências graves no vale, ocorrida no outono de 2006 (antes das intervenções Polis)
No âmbito deste protocolo vão ser desde já realizados um trabalho de campo e de pesquisa para o estudo do risco de cheias no rio Nabão, bem como criada uma metodologia na área geográfica da bacia do mesmo rio, com vista a implementar um sistema de monitorização dos riscos naturais e antrópicos, nos quais se destacam os riscos de inundações, mas onde, de uma forma continuada, serão igualmente recolhidos e tratados parâmetros hidrológicos, de qualidade da água, atmosféricos, do uso do solo e de práticas agro-florestais.
 
Os trabalhos de campo e a pesquisa já se encontram a ser realizados e, este protocolo específico, está enquadrado no protocolo-base assinado em 2014 entre o Município de Tomar e o Instituto Politécnico de Tomar, dando consequência prática à estratégia definida na candidatura do PS à autarquia, de reforçar as parcerias estratégicas com o IPT e com o Convento de Cristo. Aliás desde esse momento que praticamente todas as organizações e trabalhos do Município são realizados em parceria com estas duas importantes entidades de Tomar.
 
Recordo aliás que este desafio, de monitorização do Rio Nabão e estudo da Bacia, com o objetivo de prevenir/antecipar as cheias, foi lançado na primeira hora nas conversações da atual gestão municipal, com a equipa do CeNIT/IBM e Instituto Politécnico de Tomar, onde tive a oportunidade de estar, pela presidente Anabela Freitas, mesmo antes da tomada de posse, ocorrida a 17 de outubro de 2013. O desafio lançado foi o de agregar valor do CeNIT e do Politécnico, para a região. O primeiro exemplo de aplicação foi, como sabemos, a App criada no âmbito da pós graduação, para a Festa dos Tabuleiros.
 
Convém ainda recordar que desde outubro de 2011, sentindo na altura essa necessidade, enquanto responsável político pela proteção civil municipal, tive oportunidade de desenvolver as primeiras conversações no Instituto Politécnico, com a Escola Superior de Gestão, nesse sentido. Naturalmente que, após a entrega dos pelouros que o PS fez no final de novembro desse ano, todo o processo ficou parado, até que neste mandato foi retomado.
 
Nascente do Agroal, o local onde até 2/6/2011, houve monitorização do Rio (foto de janeiro 2010)
É de crucial importância o trabalho que vai ser desenvolvido, especialmente quando sabemos que desde o dia 2 de junho de 2011, os sistemas de monitorização instalados no Agroal, pelos serviços (http://snirh.pt)  hoje integrados na Agência Portuguesa do Ambiente, estão avariados e nunca esses serviços aceitaram a disponibilidade do Município para os reparar e colocar de novo em funcionamento.
 
De então para cá, a única forma de monitorizar o Rio Nabão, aquando de expectáveis cheias é deslocar alternadamente uma viatura de bombeiros, de hora a hora, de Tomar ou de Caxarias, para "ler" a escala hidrológica aí instalada e a partir daí seguir um modelo de análise e decisão, deixado pela vereação que tive oportunidade de liderar de 2009 a 2011.
 
Tal método não é, como é óbvio, um método eficaz para monitorizar o Rio. Esta decisão é assim talvez a mais importante tomada neste mandato e que terá a sua repercussão no médio prazo, só tendo par coma  decisão de mecanizar as comportas da Levada a par da construção do açude insuflável do Flecheiro.
 
 
Post Scriptum,
No link seguinte pode observar-se um exemplo de estudo possível, com base no conhecimento disponível hoje em dia e das vantagens de um trabalho como aquele que vai ser desenvolvido a partir de agora, no âmbito desta parceria entre o Instituto Politécnico de Tomar e o Município de Tomar.
 

22.4.16

Município da Nazaré "descobre" mais 2milhões€ de dívidas, deixadas pelo PSD - Situação de Tomar repete-se!

Afinal a situação ocorrida no Município de Tomar, onde sou autarca, de mais de 3,8milhões€ de despesas/dívidas por consolidar nas contas do Município, não foi apenas prática dos autarcas do PSD que durante 16 anos governaram.

Também no Município da Nazaré, onde atualmente tenha a minha residência, tal prática acontecia, agora descoberto e num valor de 2milhões€.

Pergunta-se: se este partido governou da forma que o fez e delapidou os recursos e, especialmente no nosso caso de Tomar, parte substancial do futuro, como podem os seus representantes aparecerem na rua, na câmara e nas assembleia municipal e de freguesias de cara destapada? porque não se cobrem da vergonha que, em tempos, os Homens com H grande tinham?

Nestes momentos penso no "azar" que é não existir em Portugal a figura da "deposição" de titulares de cargos políticos, como existe nos Estados Unidos ou no Brasil.

(Da página pessoal do presidente do Município da Nazaré)


Depois de um esforço titânico de abatimento de dívida, cerca de 9 milhões de euros em 2 anos e 3 meses, aparece agora esta surpresa de mandatos anteriores. Não nos deixaremos abater e reduzir dívida, sanear financeiramente o município e ainda assim apresentar obra como temos feito, continua a ser a nossa orientação primordial.
A correção de divergências, no valor de 2 milhões de euros de dívida, relativos ao período compreendido de 2001 a 2010, sob gestão de Jorge Barroso (PSD),…
cm-nazare.pt
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