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24.4.17

Reis do pop: Boney M cantam Ma Baker

Quando os seventies estavam, quase a terminar,...

22.4.17

Quando o IC9 foi concretizado

Recordar o maior investimento na região, realizado na última década. (No decurso do primeiro governo de José Sócrates, 2005-2009)

20.4.17

Por favor: vão à Bruxa!

Última nota do dia, na Rádio Hertz de Tomar (FM92 e FM98) - rúbrica suspensa, em virtude da realização das eleições autárquicas a 1 de outubro de 2017

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NOTA DO DIA

Diz o dito popular e é verdade, que um azar nunca vem só. Também é certo que diz, amiúde, que só não erra quem não faz, o que é também uma premissa assumida por todos como verdadeira. As polémicas continuam em alta, aqui pelas margens do Nabão e, não contentes com tal, que se vem tornando hábito, a nossa Câmara, lá decidiu aprovar um estudo prévio para a Várzea Grande, a qual a ser executado, virá a reduzir o estacionamento automóvel a metade.

Bem visto, sim senhor.

Então um estudo prévio, que deveria ter estado terminado a tempo de ter sido lançado concurso para início de obras depois da Feira de Santa Iria, de 2015 (!!!), sim ouviu (leu) bem: de 2015, mesmo depois de eu ter divulgado vários dos estudos que estavam em cima da mesa há meio ano, só em março de 2017 é aprovado. Prevê tal estudo destruir, de uma penada, metade do estacionamento, deixa em aberto impermeabilizar o solo com um qualquer chão de “cimento com borracha”, em lugar de deixar o mesmo com uma solução técnica apropriada para uma praça daquela dimensão, sem impermeabilizar o solo e ainda consegue, tudo de uma assentada, prever uma expropriação de um terreno contíguo à Central de Camionagem, que já tem projeto aprovado para construção de prédios de habitação, o que transformará o atual dono do terreno num milionário, sem ter de construir uma única casa e sem precisar sequer de as vender! Brilhante!

Diz mesmo o povo, e é verdade, que não há bela sem senão e diz o povo espanhol que “no creo en brujas, pero que las hay, las hay”. E aqui deve ser o caso: onde em tempos se percebia estratégia e construção de um futuro metódico e determinado, hoje vê-se um atabalhoado e desnorte sem par. São as condenações em Tribunal contra a pessoa da Presidente, por não cumprir o mais básico da lei; Projetos aprovados sem sentido; Intervenções artísticas de qualidade nos sítios mais disparatados, como o caso dos Grafitti no mural vislumbrado da Ponte Velha; E, como se tal não bastasse, uma vereadora, ainda em luto pelo falecimento trágico de um familiar direto, e portanto nas piores condições psicológicas possíveis, enviada para a TV, porque ninguém lá quis ir, cometer uma gaffe linguística, passível de acontecer a qualquer um, mas desnecessária, porque naturalmente seria a vereadora a pessoa em piores condições para, naquele dia, estar a fazer aquele trabalho.

Enfim! Ir à bruxa, parece ser a única solução para o pessoal da Câmara de Tomar. Ou então esperar que a maldição lançada pelos Templários na sua chacina nas fogueiras do Papa no sec.XIV, não se tenha estendido a esta governação, sem brilho, sem rei, nem roque, que vimos tendo no último ano.

É que nem a obra da Várzea Grande ou de Palhavã foi concretizada, e deveria tê-lo sido o ano passado. Nem as transferências para as freguesias se concretizaram nos valores que o deveriam ter sido até ao final do mandato. Nem a dívida municipal baixou o que deveria ter baixado – podia e deveria ser hoje, a manter-se o esforço do início do mandato, pouco mais de 20 milhões€ e é ainda quase 25 milhões. Nem as habitações, em parque nómada ou noutra tipologia, foram construídas, para ser mais claro o fim do bairro cigano do flecheiro. Nem mesmo o raio da Horta Urbana em Marmelais, conseguiu sair da pena daquele nepótico vereador comunista.

É azar demais e só mesmo uma bruxa, lhes pode valer. Sim porque quando ao resto, o negócio dos votos, com mais ou menos trambolhão, lá serão contados a 1 de outubro. E que vença quem vencer, mas façam um favor: até lá, vão à bruxa!

É que diz o povo e é verdade: para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim!

E não nos esqueçamos: Tomar é de todos!

(Até breve...)

18.4.17

Stairway to heaven...

Serão necessárias palavras?

16.4.17

Colégio Nuno Álvares, afinal que futuro?

Recentemente foi mostrado aos vereadores da Câmara Municipal de Tomar o pré-estudo de “partilha” das instalações do Ex-Colégio Nuno Álvares, entre a Escola Profissional de Tomar, a Universidade Sénior (propriedade do Município) e a Associação dos Antigos Alunos.

O que está em causa, além do mais, é a realização de um investimento de mais de meio milhão€, por uma entidade de direito privado, na qual o Município detém apenas 50% do capital.
Isso e a existência dum pequeno museu evocativo da memória do antigo Colégio Nuno Álvares.

De recordar que, foi assinado em 2015, pela primeira vez um protocolo de colaboração entre a Associação dos Antigos Alunos dos Colégios Nuno Álvares de Tomar, após anos de insistência desta, para a trabnsferencia para Tomar de espólio privado que muitos dos antigos alunos ainda têm em sua posse e, que fazem parate da memória e da história de Tomar.

Também, no mesmo ano, foi firmado com a Escola Profissional, acordo para uma intervenção conjunta no Edifício, que também nesse ano, passou para a propriedade plena do Município. O objetivo seria que houvesse uma candidatura a fundos comunitários, com a Escola Profissional como entidade promotora, para a sua definitiva instalação.

Ora, passados quase estes dois anos, estamos assim...