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7.2.16

Um concelho refém de minorias?

Coluna J
@Discurso Direto 7FEV2016

 
A presidente da câmara (PS) tem amiúde e bem, digo eu, referido que foi eleita para trabalhar, na certeza de que todos nós autarcas (da câmara, da assembleia municipal - como é o meu caso, das juntas e assembleias de freguesia) fomos eleitos com essa obrigação: uns para decidir, outros para propor o que deva ser decidido e para questionar depois o porquê de ter sido decidido. Muito trabalho foi realizado nos dois primeiros anos deste mandato. E isso foi esforço de TODOS, mais de uns e menos de outros, como sempre acontece na vida.

 
Mas hoje, neste mês de fevereiro de 2016, o que é notório para todos, é que é o vereador Pedro Marques, que tomou completamente conta da oposição, transformando os eleitos do PSD em meras correias de transmissão da sua estratégia e mesquinhez e o vereador Bruno Graça, que assumiu o condicionamento das principais decisões da maioria, que efetivamente definem para onde vai o Concelho.

Ou seja, traduzido em miúdos: um escasso agregado político (CDU/IpT) que faz gato-sapato, como diz o povo, dos dois maiores partidos (PS e PSD), condicionando a gestão municipal, especialmente desde a saída do atual deputado Hugo Costa e de mim próprio do gabinete da presidência no final do ano passado, com os resultados que se irão, pouco a pouco, tornar notórios.
 
Até quando?

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