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16.5.16

Na FAI e na GNR, enfim a solução para terminar os acampamentos do Flecheiro

(Para completar a leitura deste artigo, não deixe de ler também o primeiro sobre a construção junto à GNR, aqui)

A estratégia de resolução do problema dos ciganos no Flecheiro é, quanto a mim, das mais importantes para que Tomar possa passar de uma cidade terceiro mundista e desumana, para uma cidade Turística e Moderna do sec.XXI.

De pouco vale os investimentos e expansão das tecnologias -  com a IBM à cabeça de um corpo de formação técnica de excelência que é o Instituto Politécnico ou investir no Turismo - com  as animações e rotas Templárias, se não conseguirmos encontrar solução para os cerca de 50 núcleos familiares de ciganos que habitam no Flecheiro, alguns há 30 anos.

A 15 de março tornei pública a minha proposta apresentada à presidente da câmara, enquanto seu chefe de gabinete (até ao final de 2015), de aproveitar os terrenos municipais junto à GNR para aí localizar uma parte das novas construções. Achei que o devia fazer, de forma a que fosse público, apesar dos dislates que as oposições municipais têm proferido, mas sem apresentarem uma única solução viável, que sim, havia e há soluções: simples e exequíveis, com meios reduzidos e usando aquilo que é mais crítico e barato numa organização - a imaginação e a inteligência.

Assim, aos 4000 a 5000m2 disponíveis para construir junto à GNR, que eu propus e insisto em que sejam em construção permanente, podem-se somar 1500 a 4000 m2 na parte mais elevada (zona Norte) dos terrenos municipais da FAI, aí sim para localizar um eventual conjunto de construções em construção modular, em núcleos de alojamento temporário (vulgo parques nómadas), que acabará - se bem conheço como funciona a Câmara e o processo decisório daqueles que em nome do PS, lá estão a tomar decisões...


Vista panorâmica da zona Norte da FAI - com cerca de 4000 m2, e com acesso autónomo a partir do Bairro da Senhora dos Anjos

Esta disponibilidade de terenos municipais (da GNR e da FAI), permitirão com custos muito reduzidos, mesmo sem qualquer financiamento direto de fundos comunitários, resolver uma parte muito significativa do problema.

Outro ponto de vista da atual ocupação do terreno a norte dos Pavilhões da FAI

Porque Tomar é de TODOS!


Nota:

1. Este foi o post em que divulguei publicamente aquilo que era pretendido fazer junto à GNR, a 19 de Março de 2016.

2. Dentro de alguns anos quando uma ou as duas soluções estiverem concretizadas, não faltarão aparecerem "pais" e "mães" das mesmas, porque a natureza humana é mesmo assim. Eu, ficarei sempre feliz, por ter proposto algo com lógica, bom senso e animado pela melhor intenção de resolver o problema. No fundo, é mesmo para isso que andamos na política: para resolver problemas!