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12.9.12

O antigo PSD foi tomado de assalto pelos "ultras" de Relvas e do PPD

Demorou algum tempo até que a generalidade dos portugueses perceber aquilo que daqui de Tomar, se vinha denunciando há tempo: os métodos, os modos, a ideologia que tomaram de assalto o Partido social-democrata de Portugal.

Hoje está claro para centenas de milhar de portugueses que votaram PSD em 2011 (38%) que este foi tomado de assalto pelos denominados "ultras" (liberais, fas...., etc, etc), onde os Moedas, os Borges e os Relvas, literalmente rasgaram a declaração de princípios do PSD e o programa de governo e implantaram uma Finançocracia. No PSD, hoje de novo PPD, a social democracia morreu. Infelizmente, digo eu, que assim dificulta um caminho sério para o futuro, socialmente justo para o nosso País.

Resta-nos a esperança dos democratas cristãos do CDS-PP perceberem o que nós no PS em Tomar comprovámos: por mais oportunidades que, com sentido de estado e sacrifício próprio, se dão ao PPD de Relvas e amigos, não vale a pena. Eles acabam sempre por tomar isso por uma "equivalência" a subserviência, confundindo patriotismo com "capachice" e confundindo respeito pela opinião diversa com concordância.

Nós em Tomar demorámos 2 anos a compreender isso, mas tivemos a coragem e o sentido de responsabilidade de nos "libertarmos", clamado que já chegava e que este não era o caminho para Tomar. A bem de Portugal saiba o CDS-PP, na sua tradição criatã e humanista fazer o mesmo.

São já milhares os simpatizantes sociais democratas em debandada daquele novo partido do relvas, o PPD, depois dest ter reduzido a esperança e a social democracia a zero.

Há outro caminho. E Portas sabe-o bem.

Noticia do expresso.pt de hoje (12/9) às 13:41

O porta-voz do CDS, João Almeida, fez esta manhã uma intervenção muito dura frente ao ministro das Finanças, mostrando-se frontalmente contra as mexidas na Taxa Social Única e criticando a subida das taxas de IRS ontem anunciada por Vítor Gaspar.
Segundo o Expresso apurou, o deputado centrista, que falava durante uma reunião dos grupos parlamentares do PSD e do CDS com o ministro das Finanças, também questionou a razão por que o Governo anunciou medidas que representam um aumento de receita de 5 mil milhões de euros, valor que não bate certo com a flexibilização das metas do défice (uma questão, aliás, também levantada por deputados do PSD).

Segundo contaram ao Expresso deputados que assistem à reunião, que ainda decorre, a resposta do ministro das Finanças foi igualmente dura. Começando por classificar a intervenção do porta-voz do CDS como "um disparate". Uma palavra que gelou a sala.

Almeida tinha criticado as alterações na TSU, com os trabalhadores a descontar mais 7% e os patrões a descontar menos 6%, considerando que eram uma transferência de capital dos trabalhadores para as empresas, que corta o rendimento disponível das famílias e não terá nenhum dos efeitos positivos sobre o emprego que o Governo tem anunciado. Gaspar reafirmou a cartilha oficial do Governo, de que esta é uma medida que vai ajudar o emprego e as empresas.

Gaspar admite hipótese de não agravar o IRS


Questionado sobre se estas alterações na TSU foram impostas pela troika, e se podem ser explicadas como tal aos portugueses, Gaspar foi perentório: não foi imposição da troika, foi uma opção consciente do Governo.
Sobre o aumento da taxa média efetiva de IRS, à boleia da redução do número de escalões, o ministro deu razão a João Almeida: de facto, o que está no programa de Governo é uma alteração dos escalões por razões de "simplificação", sem aumento da carga fiscal - no entanto, explicou Gaspar, a realidade impõe um agravamento das taxas.
Gaspar deixou, porém, aberta a hipótese de não aumentar a taxa efetiva de IRS caso o Governo consiga até à apresentação do OE desenhar um grande programa de cortes adicionais na despesa pública.

3 comentários:

Virgílio Lopes disse...


Espero que as suas palavras se consubstanciem aquando da definição da Ordem de Trabalhos da próxima sessão da Assembleia Municipal de Tomar e que, em conformidade, o 1º ponto da OT seja:

Destituição do Presidente da Mesa da AM e eleição de uma nova Mesa.



Virgílio Lopes

Luis Ferreira disse...

Saberá, estimado Virgílio, que para dançar são precisos 2, mas em Tomar (na questão que levantou) são precisos 4...

Virgílio Lopes disse...


Haja alguém que tome a iniciativa de convidar os outros para o debate do assunto e para a tomada de decisões conjuntas, consensuais.

O argumento do "baile" não colhe.

É UMA DESCULPA !

É UMA VERGONHA !

PARA TODOS!

Ou será que o CHANCELER tem reféns ?