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8.8.16

PSD preocupado com Hortas Sociais, a reboque da minha denúncia pública

Fui como se sabe, durante anos deputado municipal (2005-9) e vereador (2012-13) na oposição, além de ter liderado o PS entre 2004/5, também na oposição municipal, o que conferiu alguma experiência de TER de fazer oposição, apontando alternativas, outras soluções ou mesmo, quando se justificava, valorizando o que de bem se fazia - sim porque em todos os mandatos se fazem coisas bem feitas e outras que nem tanto.
 
Claro que, para um razoável desempenho nessa missão - de oposição, há dois ou três aspetos cruciais, nos quais nos idos de 70/80 do século passado os comunistas eram os melhores: o estudo exaustivo dos dossiers, a procura permanente de "ouvir" os que sabiam do assunto e a apresentação em tempo das soluções.
Reconheço, como marxista que sempre fui, ser um fiel seguidor dessa matriz de análise e, sem nunca deixar de ser socialista, da família democrata e social democrata europeia e mundial, procurar usar os melhores instrumentos para a procura das melhores soluções, para a minha terra.
Está nesse exemplo a minha proposta em 2011, então enquanto vereador da proteção civil, da criação de NUCLEOS DE ALOJAMENTO TEMPORÁRIO, para albergar eventuais desalojados de alguma situação de emergência, como para algumas famílias ciganas que entretanto urgia ir retirando do contexto do Flecheiro e, na mesma linha, já neste mandato, a sua eventual localização nos terrenos municipais junto à GNR e/ou nas traseiras da FAI.
 
Ou seja, para se ter algum sucesso no trabalho de oposição, a premissa de que as palavras chave (Sucesso e Trabalho) apenas vêm por essa ordem no dicionário, ganha plena atualidade.
 
Assim, não é de estranhar que os atuais dirigentes do PSD liderados pelo vereador Tenreiro, tenham uma enorme dificuldade em conseguir acertar na sua missão de oposição. Trabalhar é lixado e não é, mesmo, para TODOS.
 
Assim, também não é de estranhar que estejam sempre a levar a reunião de câmara questões da espuma dos dias da "vida virtual" das redes sociais, ou se tenham perdido no início de mandato com a infantil polémica do afastamento de alguns dirigentes municipais, nomeadamente o seu "dirigente" Boavida, da Divisão Financeira e o seu ex-autarca da assembleia municipal Monteiro, do Departamento de Obras Municipais, ou que atualmente apenas andem a reboque, ou das iniciativas (mais estudadas) de Pedro Marques ou das análises que por aqui vamos fazendo em relação a alguns aspetos da vida municipal e do Concelho.
 
Quando não se sabe, nem se tem a capacidade de aprender, age-se assim: copia-se e defende-se, com voz grossa mas pírricos argumentos, os amigalhaços.
 
É e tem sido assim, a ação de Tenreiro e compadres do PSD nabantino.
Aquilo que poderia e deveria, digo eu, ser uma alternativa aos dislates que TODOS os executivos cometem, este naturalmente incluído, transformou-se em claro e pleno motivo de anedota dos (poucos) Tomarenses, que ainda ligam alguma coisa ao que se passa lá para os lados do salão nobre do edifício municipal.
 
O mais recente e anedótico caso está nas Hortas Sociais (ou Urbanas), propostas há anos pelo PS na oposição, aprovadas, realizado neste mandato o respetivo regulamento e que, há dois anos, marcam passo naquela brilhante e competente vereação do senhor eleito pela CDU, que tem tanto jeito para aquilo como eu para tocar Violoncelo - juro que sei tocar alguns instrumentos, mas esse, nem pó!
 
Talvez se Tenreiro e quejandos do PSD nabantino, se mantivessem quietos, já que quando falam e propõem, raramente acertam, ainda tivessem alguma hipótese contra a expetável candidatura vitoriosa do PS em 2017: o silêncio é de ouro e eu que (não) o diga!
 
Agora sinceramente assim, até eu com anos de experiência de oposição fico estupefacto com tanta infantilidade, tanto amadorismo, tanta incapacidade de apresentar soluções.
 
Se houver dúvidas, podem conferir os dois textos seguintes, um de minha autoria sobre o assunto com meses e o outro a notícia do assunto levado a reunião de câmara, pelos ditos...
 
Exemplar, meu caro Watson! Exemplar!
 
 
 
 

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