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10.6.13

Continuar o trabalho autárquico com a mesma determinação de sempre

No passado sábado, na sequência do trabalho de preparação que a direcção de campanha de Anabela Freitas vem realizando, com uma regularidade que penso que é por todos reconhecida e pública, tive oportunidade de informar os meus camaradas de Partido em relação ao meu posicionamento face às próximas eleições autárquicas, uma vez que aproximando-se decisões essenciais, no que a listas diz respeito, era justo que em primeira instância fosse a eles que comunicasse tal posicionamento.
 
Naturalmente que se espera de quem tendo exercido as funções de Presidente do PS em Tomar, em 2004-5 e sido durante oito anos deputado municipal, em 1994-97 e entre 2005 e 2009, estando actualmente a exercer as funções de vereador, tenha sobre a questão autárquica uma posição de conhecimento sobre a matéria e desassombrada de protagonismo ou qualquer necessidade infantil de afirmação.
 
Também se espera de quem, tendo sido recentemente eleito para os órgãos nacionais do PS, aí retornando ao fim dum hiato de 15 anos, exercendo ainda funções de membro da direcção distrital do PS, há quase uma década, faça uma avaliação política global, acima de quaisquer vaidades balofas deste ou daquele cargo, desta ou daquela função. Não é essa hoje, como nunca foi, a minha praia!
 
De quem é dirigente político espera-se sempre, na minha humilde opinião, uma avaliação estritamente política, baseada única e exclusivamente no interesse colectivo e na convicção da escolha daqueles que em cada momento estão em melhores condições para representar a comunidade. Disso se faz a ética republicana, sob a qual eu jurei actuar no dia 24 de Outubro de 2009 quando tomei posse como vereador na Câmara de Tomar. Disso se faz o serviço a Tomar e aos Tomarenses. Disso se faz o serviço à causa republicana, laica e socialista, na qual eu me movo, advogo e labuto por afirmar em todos os meus actos.
 
Nesse contexto, o reconhecimento de que existem neste momento cidadãos de Tomar, independentes e militantes socialistas, melhor posicionados para servirem o PS como seus vereadores na Câmara, liberta-me com satisfação dessa obrigação ética que sentiria existir para continuar em tal função, se tal não acontecesse. Felizmente e finalmente, diria mesmo, ao fim de dez anos de árduo e afincado trabalho, onde tive o prazer de colaborar e por vezes conduzir, o PS está em condições de apresentar uma lista à Câmara suficientemente credível, forte política e tecnicamente, baseada no conhecimento das matérias, da e das autarquias, da política e da sociedade, dita civil, que me deixa confortado enquanto Tomarense e enquanto dirigente político.
 
Assim, naturalmente que a minha experiência continuará a estar ao serviço da política, no PS, na autarquia e em Tomar, tendo sido isso que objectivamente transmiti aos meus camaradas dirigentes locais, bem como à futura Presidente de Câmara de Tomar, Anabela Freitas e que agora torno público.
 
A minha confiança de que a vitória de Tomar, como corolário destes últimos dez anos de trabalho, se fará a partir de Outubro é TOTAL. Creio que além de mim, também uma maioria de Tomarenses, compreenderão e aceitarão que o tempo é de MUDAR e que Anabela Freitas, por tudo o que é, como mulher, como mãe e, especialmente, como cidadã livre que ama Tomar, a conduzirá com TRABALHO e BOM SENSO, para o lugar que ela merece.
 
Por e para tudo isto, meus caros, ao trabalho!

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