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4.7.11

Três experiências na autarquia, o mesmo caminho em prol de Tomar

Esta é a terceira vez em que exerço funções autárquicas em Tomar e de cada uma julgo ter defendido, quer colectiva, quer individualmente um caminho adequado para o devir melhor da nossa comunidade.

Na primeira, eleito deputado Municipal em 1993, então com 26 anos, no conturbado segundo mandato da Câmara Socialista de Pedro Marques, procurei dar expressão a um sentir de descrédito quer em relação ao "atoleiro" de algumas duvidosas relações de construtores com serviços do Municipio, quer em relação a um PDM por um lado restritivo, que deixou de fora inúmeras localidades do Concelho e por outro laxivo em relação à "construção à borda da estrada". Para as duas situações alertei alto e bom som na Assembleia e nos Jornais da época e tal custou-me até hoje o ódio de um pequeno lobbie de especuladores e de gente pouco séria que se movia ao tempo à volta do Municipio. Procurar ser honesto na Politica tem destes percalços...

Na minha segunda experiência, iniciada com a eleição para deputado Municipal em 2005, na condição de presidente da Concelhia do PS, no ultimo mandato de António Paiva, pautou-se por uma actuação na liderança da bancada socialista, procurando garantir a necessária unidade na
actuação e combate a uma carta educativa e revisão do PDM desadequado das necessidades da população, aliado à denuncia do "cataclismo" do negócio Parque T e do investimento necessário de fazer no saneamento. Dei também o meu contributo, como Presidente da Comissão das Florestas, na criação da Associacao de Produtores Florestais dos Templários. E, permitam-me a imodéstia, contribui para preparar o PS para voltar a ter responsabilidades na governação de Tomar.

Esta terceira experiência, agora como Vereador, está ainda em construção, pelo que apesar de considerar que a experiência é francamente positiva, é ainda prematuro tirar conclusões definitivas. Realço no entanto, a possibilidade que tenho tido no sentido de dar maior conhecimento da realidade financeira da autarquia, procurando ser eficaz na avaliação financeira, quer dos sectores que tenho tutelado, quer de aspectos concretos de gastos da autarquia. Apostar na transparência publica, na opinião forte e determinada sobre a generalidade dos temas municipais, tem sido outra das minhas preocupações, que pretendo continuar até outubro de 2013.

Porque Tomar vale a pena!

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