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30.7.11

A mensagem do Grego

Eu sou um sortudo. Além de um grupo fiel de inimigos, quiçá em virtude do que penso ou de que faço, vá-se lá saber..., tenho também alguns amigos.

Entre eles uma ex-colega da Direcção das Juventudes Socialistas europeias, nos idos dos anos noventa do século passado, que nos visitarou, a mim e à Anabela, com o marido, um reputado professor de história da universidade de nova iorque, no passado mês de Janeiro.

Ambos os casais, nós e os gregos, da mesma geração politica, sempre à esquerda da indiferença, tivemos oportunidade de traçar amplas reflexões sobre o mundo e esta malfadada Europa que nós, todos, acreditávamos estar a construir.

O meu amigo grego constatou em Lisboa, uma coisa que também vê todos os dias na sua Atenas acropoliana: uvas do Chile ao mesmo preço que as nacionais!

Pois! O meu amigo grego, que buscou em Tomar na forte Luz Templária que emana do nosso monumento maior, reflectiu comigo a essência do que nós precisamos hoje: valorizar e respeitar o que é nosso.

Obrigado Vasilis, obrigado Afroditi.

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