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24.4.09

UM NOVO ABRIL EM TOMAR

[Artigo publicado na edição de hoje do Jornal "O Templário", sobre uma visão sobre o Abril que é necessário HOJE!]


Em Junho de 2006, após dois anos de insistência, a Assembleia Municipal aprovou uma Moção no sentido de Tomar constituir uma equipa de trabalho, com vista à implementação de uma Agenda XXI Local.

Visando dar corpo ás melhores práticas internacionais de constituição de “comunidades sustentáveis”, na linha de intervenções realizadas, por exemplo em Halifax e Burnley, em Inglaterra, onde o equilíbrio entre o desenvolvimento económico e o equilíbrio ambiental, se concretiza sem deixar de ter sempre um olhar atento no desenvolvimento social.

Por isso mesmo, tem o PS insistido ao longo dos últimos anos, na importância da REDE SOCIAL, só efectivamente criada há dois anos. Por isso mesmo, têm vindo os seus autarcas a insistir, desde há um ano, na criação da LOJA SOCIAL (ver www.tomar.psdigital.org).

Muitos dos problemas de DESIQUILÍBRIO social, motivado pelo acelerar da crise social, que há vários anos, assentou raias no Concelho, teriam melhores instrumentos de resolução se Tomar não tivesse sido o penúltimo Município do País a criar a sua rede social. Se a decisão da Assembleia de criar uma AGENDA XXI Local, não estivesse há quase 3 anos parada ou se já estivessem a serem dados os passos para a criação da LOJA SOCIAL.

Uma Loja Social, mais não é do que um sistema, baseado num “Balcão Único” de atendimento social onde, por exemplo, o apoio à habitação ou às refeições escolares, responsabilidades dos Municípios, se interpenetram com as subvenções sociais de responsabilidade da Segurança Social e integrassem, por exemplo, as disponibilidades existentes das IPSS, da Caritas ou de outras expressões de apoio social existentes no Concelho.

UMA RESPOSTA INTEGRADA.
Um conceito de ENFOQUE no cidadão. De resolução do seu problema, HOJE!

Mas no desenvolvimento do que é hoje entendido como a COMUNIDADE SUSTENTÁVEL, os aspectos de onde vivem as pessoas (no centro das cidades/aldeias ou nas suas periferias, por exemplo), cruzam-se com os modos de acesso aos principais serviços (a pé, de transporte público ou de carro).

A revisão do PDM em Tomar é também parte deste processo, que há mais de 10 anos se arrasta sem fim à vista. Por exemplo, a facilitação da junção de artigos matriciais, para recuperação de habitações no centro da cidade e aldeias do Concelho, já proposto pelo PS no Município, é também um caminho para a concretização desta vivência no Sec.XXI.

E como tudo está interligado, a existência de Escola de proximidade (por Freguesia), no mínimo no pré-escolar, é parte integrante deste conceito, ideológico pois sim, de querer que Tomar viva sob o paradigma do DESENVOLVIMENTO a caminho de UMA COMUNIDADE SUSTENTÁVEL.

Se Abril deu pleno caminho aos 3 D’s (Democracia, Desenvolvimento, Descolonização); em Tomar falta concretizar o NOVO ABRIL, com os 3 S’s, de Sustentável, Serviço e Solidariedade.

Que venham mais cinco!

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