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19.3.24

Projeção de resultados para Europa e Fora da Europa

Projeção com base em todas as informações disponíveis até ao dia de hoje - 19/3/2024, especialmente as referentes à participação eleitoral - que no total poderá rondar os 350mil votantes, na soma da Europa e Fora da Europa, considerados os desvios das votações típicas nesses Círculos, face ao resultado real em 2022.

É assim possivel avançar com a seguinte estimativa, com uma margem de erro de 4,34% na projeção da Europa e de 6,55% na projeção para Fora da Europa - para cada um dos resultados de projeção mencionados (e integrados nos máximos e mínimos constantes das Tabelas).




Concluindo:

O CH elegerá 2 deputados

A AD elegerá 1 deputado (Fora da Europa)

O PS elegerá 1 deputado (Europa)

6.3.24

Ligeira vantagem do PS, na projeção para domingo, com base na média das sondagens

A última projeção possivel, de âmbito nacional, com avaliação de variações distrito a distrito, aponta para um forte grupo parlamentar do CH, com um numero provável de 46 deputados (ganhando 34 deputados).

O PS liderará com 85 deputados (perdendo 35 deputados), seguida da AD com 78 deputados (ganhando 1 deputado).

A IL subirá dois deputados, elegendo 10. O BE materá os seus atuais 5 deputados e a CDU perderá três dos seus atuais 6 eleitos. O Livre obterá um grupo parlamentar de 3 deputados e o PAN sairá do parlamento.

Neste cenário a esquerda (PS+BE+CDU+Livre), poderá somar 96 deputados (de 92 a 103); a direita moderada (AD+IL), poderá somar 88 deputados (de 84 a 94) e o CH de 42 a 46 deputados eleitos.


A provável distribuição por circulos eleitorais, será a seguinte:





<<< CENÁRIO COM AS SONDAGENS A 7 DIAS DAS ELEIÇÕES >>>


A projeção de resultados a nível nacional, apontam para uma ligeira vantagem em deputados eleitos para o PS, com a direita moderada a poder ter 91 deputados, a esquerda 99 (sem o PAN) e o CH com 39 (valores de deputados a eleger mais prováveis).

De notar que nesta projeção, toda a direita (moderada + CH) poderia ter 51,7% e a esquerda (sem PAN) poderia ter 43,9%, valor muito semelhante ao que se obteve em 2011, quando toda a direita (moderada + outros à direita do CDS) teve 52,2% e a esquerda parlamentar teve 41,1%.


<<< CENÁRIO COM AS SONDAGENS A 9 DIAS DAS ELEIÇÕES >>>


Tem sido grande a discussão sobre os erros das sondagens.
Em 2022, as últimas sondagens foram incapazes de se aproximar minimamente do resultado final que se viria a obter - a 30/1/2022.

Por exemplo, a 9 dias das eleições, a média das cinco (5) sondagens analisados (e publicadas no site da Marktest) davam ao PS 36,4% e ao PSD 32,9% (no Continente, que é onde se realizam sondagens) e os resultados finais (no Continente) viriam a ser de PS 40,8% e PSD 27,0%.

As sondagens (a 9 dias das eleições), davam por isso ao PS uma divergência negativa de 11% face ao resultado final e ao PSD uma divergência positiva de 22%.

É com base neste princípio - o da divergência das sondagens face ao resultado final, que estabelecmos as nossas projeções para as eleições de 10/3/2024, no persuposto que a divergência aos mesmos dias de distância da data das eleições será verossimelhante - claro que temos que "balanciar" esta divergência por um ponderador, o qual tem de considerar a correção de grandes divergências em relação a um valor médio das divergências da média dios estudos analisados.

Assim, é possivel hoje, projetar um resultado possivel para dia 10/3/2024, com base nestes critérios técnicos, nos quais se observa um erro, por resultado de 1,4%.

As sondagens atuais tomadas para este calculo, foram as de 27/2 e de 1 e 4/3/2024.

Quadro resumo:



4.3.24

PS mantém liderança no Distrito de Santarém (atualização de 9/3)

A seis(6) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, o PS mantém a vantagem no Distrito, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos completos das cinco diferentes empresas de estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 27/2, 4,5,6 e 7/3/2024 - à distância média de 6 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest.


Variação, face às eleições de 30/1/2022 (Eleições legislativas anteriores:

PS -10,9%
AD -0,2%
CH +13,6%
BE -0,5%
IL +1,6%
CDU -2,0%
Out +0,7%
N+B -1,5%


<<<<< SITUAÇÃO A 7 DIAS DAS ELEIÇÕES >>>>>


A sete(7) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, o PS mantém a vantagem no Distrito, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos quatro estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 27/2, 4,5 e 6/3/2024 - à distância média de 7 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest.





<<<<< SITUAÇÃO A 9 DIAS DAS ELEIÇÕES >>>>>

A nove dias (9) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, o PS mantém a vantagem no Distrito, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 27/2, 1 e 4/3/2024 - à distância média de 9 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest.




<<<<< SITUAÇÃO A 11 DIAS DAS ELEIÇÕES >>>>>

A onze dias (11) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, o PS recupera a vantagem no Distrito, com descida da AD, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.
A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 26,27/2 e 2/3/2024 - à distância média de 11 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest.





Métodologia:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (nos presentes casos em média de 7, 9 e 11 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,4% (1,3% na projeção de dia 9/3) por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.

2.3.24

No distrito de Santarém, CH e IL registam quebra na projeção para 10 de março

A cerca de doze dias (12) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, a AD mantém vantagem face ao PS, com forte descida do CH e da IL, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 25, 26 e 29/2/2024 - à distância média de 12 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest.




Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 12 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,0% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo de há 2 dias atrás (com trabalhos de campo a 14 dias da eleição):

PS +1,6%
AD +1,2%
CH -1,7%
BE +0,2%
IL -1,6%
CDU +0,5
Out +0,1%
N+B -0,2%

29.2.24

No Distrito de Santarém, AD e PS descem

A cerca de catorze dias (14) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, a AD mantém vantagem face ao PS, quando ambos descem em benefício do CH, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 23, 26 e 26/2/2024 - à distância média de 14 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest.




Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 14 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 0,9% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo de há 4 dias atrás (com trabalhos de campo a 18 dias da eleição):

PS -1,9%
AD -1,1%
CH +1,7%
BE +0,9%
IL -0,2%
CDU +0,2
Out +0,3%
N+B =

26.2.24

AD consolida vantagem sobre PS no Distrito de Santarém

A cerca de vinte (18) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, apresenta uma vantagem ligeira para a AD, face ao PS, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 20, 21 e 23/2/2024 - à distância média de 18 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest.


Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 18 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,3% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo de há 2 dias atrás (com trabalhos de campo a 20 dias da eleição):

PS +0,5%
AD +1,0%
CH -0,9%
BE -0,1%
IL -0,4%
CDU -0,2
Out -0,3%
N+B +0,2%

24.2.24

AD ultrapassa PS no Distrito de Santarém

A cerca de vinte (20) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, dá-nos um empate técnico, entre a AD e o PS com vantagen ligeira para a AD (que é a primeira vez que acontece), mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 17, 20 e 21/2/2024 - à distância média de 20 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest e as publicadas pela RTP, CNN e ParanaPesquisas (Brasil).






Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 20 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,4% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo de há 7 dias atrás (com trabalhos de campo a 27 dias da eleição):

PS =
AD +4,5%
CH -3,7%
BE -1,0%
IL -0,2%
CDU -0,5
Out -0,1%
N+B +0,1%

19.2.24

PS e CH empatados em primeiro lugar no Distrito de Santarém

A menos de um mês das eleições (27 dias), a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, dá-nos um  duplo empate técnico, com o PS e CH em primeiro, seguidos da AD, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma destas forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 10, 12 e 13/2/2024 - à distância média de 27 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.






Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 27 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,5% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo de há 10 dias atrás (com trabalhos de campo a 37 dias da eleição):

PS +0,4%
AD -1,8%
CH +1,0%
BE +0,6%
IL -0,2%
CDU =
Out -0,2%
N+B +0,2%

16.2.24

PS mantem liderança no Distrito, mas com empate técnico a três (PS, CH e AD)

A um mês das eleições (31 dias), a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, dá-nos um  duplo empate técnico, com o PS em primeiro, o CH em segundo e a AD em terceiro, e com a eleição de 3 deputados para cada uma destas forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 1, 10 e 12/2/2024 - à distância média de 31 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.








Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 31 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,2% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo anterior (com trabalhos de campo a 37 dias da eleição):

PS -0,3%
AD +0,5%
CH =
BE +0,3%
IL -0,2%
CDU +0,1%
Out -0,4%

14.2.24

No Distrito de Santarém, previsão aponta pela primeira vez para que Chega ultrapasse AD

Projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, baseadas nos três estudos de opinião com trabalhos de campo terminados a 25/1, 1 e 10/2/2024 - cerca de 37 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.

Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 37 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,3% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.





Variação, face a igual estudo anterior (4/2/2024):

PS -3,1%
AD +0,3%
CH +1,7%
BE -0,7%
IL +1,2%
CDU +0,2%
Out +0,4%

6.2.24

Distrito de Santarém - Projeção atualizada

Projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, baseadas nos três estudos de opinião com trabalhos de campo terminados a 20,  25/1 e 1/2/2014 - cerca de 43 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.

Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas votações de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o dia atual. Posteriormente os resultados são projetados para dia 10/3/2024, através de correção pelo desvio médio, dum somatório de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso de 43 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,3% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.






Variação, face a igual estudo de há uma semana atrás:
PS -1,5%
AD +1.6%
CH +2,7%
BE -1,3%
IL -0,3%
CDU -1,2%

Direita sobe 1,3%
CH sobe 2,7%
Esquerda baixa 4,0%

4.2.24

Projeção de resultados para o Distrito de Santarém (atualização)

Projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, baseadas nos três estudos de opinião com trabalhos de campo terminados a 20, 20 e 25/1/2024 - cerca de 48 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.

Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas votações de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o dia atual. Posteriormente os resultados são projetados para dia 10/3/2024, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso de 46-48 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,6% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.




Variação, face a igual estudo de há 6 dias (29/1/2024) atrás:
PS +0,4%
AD =
CH +0,8%
BE -0,7%
IL +0,2%
CDU -0,2% 

31.1.24

Projeção de resultados para o Distrito de Santarém

Projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, baseadas nos três estudos de opinião publicados a 17 e 20/1/2024 - cerca de 50 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.

Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas votações de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o dia atual. Posteriormente os resultados são projetados para dia 10/3/2024, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distãncia temporal (neste caso 50 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,4% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.


Variação, face a igual estudo de há 7 semanas (6/12/2023) atrás:
PS +5,8%
AD -2,9%
CH +3,5%
BE -1,9%
IL -1,0%
CDU -0,1%


6.12.23

O texto "rude" de Ascenso Simões, num mundo do politicamente correto...

Conheço o Ascenso desde 1992, altura em que tive o privilégio de integrar o segundo Secretariado Nacional de António José Seguro, onde o Ascenso - porque mais velho, já se encontrava. Aprendi, na quase sempre divergência, a respeitar a sua voz forte e determinada, de austero mas leal transmontano que sempre foi.

Uma vez, no meu trabalho de peregrinação por todas as Associações Académicas de Norte a Sul do país - em plena luta académica contra as propinas impostas pelo Governo direitolas de Cavaco Silva, passei por Santa Marta de Penaguião, onde o Ascenso era Adjunto do Presidente da Câmara local, tendo-me recebido com aquela forma única que (praticamente) só os transmontanos sabem fazer. Nunca mais me esqueci desse dia e, mesmo na quase sempre divergência de opções posteriores dentro da JS e do PS, mantive e mantenho por ele um eneorme respeito, que a sua voz dura e avisada representam, naquela que é ser socialista.

No artigo, que republico, reconheço-me em parte nos argumentos, mas desconhecendo o perfil e o percurso de José Luis Carneiro, não tenho como avaliar a justeza das palavras de Ascenso, mas tenho de confiar na sua palavra, pois para um transmontano a palavra é quase mais sagrada, que qualquer Deus em que acreditem.

Achei justo dar-lhe palco, porque aquilo que está em jogo a partir de 17 de dezembro é bem mais importante do que qualquer luta que ele, desde 1978 e eu, desde 1983, travámos pelo e com o PS, em nome da Pátria!

Obrigado Ascenso!


(Texto original, publicado no Jornal "O Expresso" - 4/12/2023 - disponível https://expresso.pt/opiniao/2023-12-04-Para-Ze-Luis-38cf3773)


Sou demasiado velho neste nosso partido para me deixar implicar pela trica do dia, pelas pequenas picardias entre socialistas. Mas tenho vida partidária desde 1978 em cargos de coordenação e liderança na JS e no PS, e isso autoriza-me a revolta perante o atrevimento.

Ouvi, esta manhã, que a Dra. Manuela Eanes te tinha telefonado a mostrar simpatia pela tua candidatura e pela forma como tens feito a campanha. Eu compreendo o teu ponto, passares a ideia de que já podes entrar em campo como candidato a Primeiro-Ministro, coisa que tu sabes, como todos sabem na tua candidatura, não é verdade.

Mas, para além de ser de mau tom a divulgação de um telefonema de cortesia, mesmo que autorizado, a tua estrutura de campanha demonstra não conhecer a História do nosso partido. A interferência de Eanes no PS foi, sempre, danosa e perduravelmente combatida por Mário Soares. Soares sempre teve razão!

Eanes foi eleito com os votos do PS. Mas fez tudo para acabar com o PS. Primeiro, influenciando por dentro, promovendo a divisão, divisão essa que, a ter vencido, não teria permitido a revisão da Constituição da República no início da década de 1980, nem o fim do Conselho da Revolução com o regresso dos militares aos quartéis, nem o caminho para a nossa integração na Europa. Depois, com a criação de um partido caudilhista, o PRD, que não teve outra função que não fosse tornar o PS insignificante. Voltou a ser Mário Soares a por travão a esse desvario eanista. Nós devemos muito a Mário Soares, e não devia ser um qualquer telefonema de circunstância e atenção que deveria fazer-nos perder o sentido da História, a razão de estarmos aqui.

Aproveito este meio para te dizer duas outras coisas que me têm parecido afoutezas de gente pouco responsável.

O primeiro tem ligação com essa coisa de ser moderado e respeitar o legado de António Costa.

Moderado sou eu, moderado é o Assis, moderado é o Álvaro, o Sérgio, moderados são todos aqueles que pensam pela sua cabeça e agem pela sua cabeça independentemente da circunstância e do apetite pelo poder.

Em 2015, tu eras Presidente da Federação do Porto, apoiaste António José Seguro e perdeste no teu distrito por muitos. Dizes agora que és um moderado e que queres a autonomia estratégica do PS rejeitando o diálogo à esquerda, sendo muleta do PPD, tu bem dizes, PPD. Mas tu foste membro do Governo da Geringonça quando outros se mantiveram longe dela e outros, por amizade longa data com Costa, se limitaram nas criticas à solução encontrada.

Tu foste governante quando Pedro Nuno era o agente que fazia correr os compromissos, que honrava a palavra, que perdia a paciência com exigências parvas. Tu viveste esse tempo de carro preto com motorista branco à porta sem um ai, sem um levantar de voz, sem qualquer discórdia, sequer um texto prospetivo, que bem sabes fazer, um pouco mais ao lado da linha oficial. E agora esqueces isso tudo. Volto a Mário Soares, ele não iria achar nenhuma piada ao teu comportamento nem ao de muitos que, tendo combatido o PS nos anos quentes de 1970 e 1980, são neófitos que se acham históricos e te apoiam.

Mas também foste Secretário-Geral Adjunto. E podias ter feito o que importava, até por dever de amizade que dizes continuar a ter. Reaproximar Costa de Seguro. Não foi por falta de incentivos, até meus, mas tu não tens autonomia de palavra nem de ação, viajas atracado a interesses momentâneos, ao pragmatismo que te impede de seres mais tu. E tu tens tantas qualidades para seres mais tu…

Qual será o legado de Costa que tu queres honrar? É diferente do de Pedro Nuno ou de Duarte Cordeiro? No PS nós honramos o legado de todos os que fizeram o caminho. Uns honram pela vivência, outros pelo conhecimento da História. Tu não conheces o partido de Mário Soares que não seja pela memória, Pedro Nuno não conhece o legado de Guterres que não seja pela memória, mas ambos honram os seus consulados.

Mas há uma coisa que Pedro Nuno tem e tu não tens – esteve na génese da candidatura de Costa, esteve com ele na campanha das legislativas de 2015 sem boicotar, ajudou a salvar o percurso de vida de Costa e o PS depois de uma derrota, impedindo a manutenção do PPD troikista no poder, uma legislatura impossível que se tornou possível.

O segundo atrevimento é o que se prende com duas mentiras – a primeira é a de que a tua campanha está a disputar a liderança do PS, a segunda mentira é a de que tu és o único que pode derrotar Montenegro.

Tu sabes bem, como sabia Seguro na luta contra Costa, como sabia Alegre na luta contra Sócrates, como sabia Sampaio na luta contra Guterres, como sabia Gama na luta contra Sampaio ou contra Constâncio, que não vais ser secretário-geral. Tu sabes bem que o Partido tem uma opção na sua cabeça e essa é a transição de geração, de estilo, de mundo. Pedro Nuno será o próximo líder do PS.

Tu também sabes que só uma sondagem, das muitas que já saíram, te dá a vencer Montenegro e todas as restantes dão Pedro Nuno a vencer Montenegro. Como sabes que o teu apoio vem muito mais dos votantes do PPD do que do PS e da esquerda. É, portanto, uma mentira o que tens vindo a transmitir. Mas o caminho que estás a fazer, não podendo seres candidato a PM porque não vais ser líder do PS, só está a fragilizar o nosso partido, a dar argumentos ao PPD para nos combaterem. Tu estás a ser o maior aliado de Montenegro nesta contenda.

Peço-te que ponderes o trilho que tens vindo a seguir. Até porque nem parece teu, porque tu nunca foste assim.

Eu sei o que sempre esteve em causa nesta tua candidatura. É tão simples que não há um só militante socialista que não o sabia. Se Pedro Nuno tivesse negociado contigo a candidatura à Câmara do Porto, não terias avançado. Outro teria sido escolhido, talvez o Eurico, que estava mais à mão. Mas as coisas não se fazem assim, porque o PS é mais do que o percurso feito a partir de 1990, é mais do que o nosso umbigo construído a partir de anos e anos no poder recheado de cinismo e de soberba. Não te percas a mando de alguém, és demasiado valioso para não seres tu.

Vais ficar zangado comigo, mas isso passa-te. Até porque sabes que o conceito de amizade de um transmontano nunca dispensa a frontalidade mesmo que rude, mas não nega o sentido de solidariedade e de proximidade.

2.12.23

Projeção de resultados das Legislativas no Distrito de Santarém

Projeção da média das sondagens de Novembro e Dezembro (7+1), de resultados para o Distrito de Santarém (9 deputados a eleger): 

PS - 27,4% (3-4) 
PSD - 25,7% (3) ou 
PSD/CDS - 27,8 (3-4) 
CH - 19,8% (2-3) 

BE - 7,3% (0-1) 
IL - 6,0% 
CDU - 3,7% 
CDS - 2,1% 

Fonte dos dados base: Dossier Legislativas, Marketest. 

Metodologia de distribuição utilizada para o Distrito: própria, baseada numa função de distribuição tendo por base a variação face à média nacional. 

Margem de erro médio das amostras-base: 3,02%


Projeção, com margens de erro associadas a cada resultado:

PSD/CDS: 27,0-28,6% (3-4 deputados)
PS:            26,6-28,2% (3 deputados)
CH:           19,2-20,4% (2-3 deputados)
BE:             7,1-7,5 (0-1 deputados)

Fonte: Dossier sondagens, Marktest (consultada em 5/12/2023)

 

8.11.20

Aveiro mantém-se no topo do rating concelhio

 Notícia original, aqui

A Marktest acabou de publicar os ratings concelhios de 2020, que voltam a colocar o concelho de Aveiro no topo da lista. Braga sobe ao Top 5

Disponíveis na aplicação web Municípios Online, os ratings concelhios são métricas criadas pela Marktest desde 2014 que pretendem dar ferramentas às entidades locais ou às empresas com dispersão regional, ao permitir observar de forma rápida e intuitiva os principais pontos fortes e fracos de cada concelho.

Uma análise do rating concelhio global de 2020 permite verificar que o concelho de Aveiro lidera a tabela. Numa escala de 1 a 20, o concelho obteve 14.1, mantendo a posição de liderança alcançada no ano anterior e mantendo também o valor do rating.

Albufeira também mantém a segunda posição, já alcançada em 2018, com um rating de 13.9, uma décima menos do que em 2019.

Lisboa, que em 2019 estava ex aequo em segundo com Albufeira, desce à terceira posição, com um rating de 13.8, menos duas décimas do que no ano precedente.

Braga sobe da 7ª para a 4ª posição, com um rating de 13.7, mais uma décima do que em 2019.

Cascais encerra a lista dos 5 concelhos com melhor classificação quando analisados conjuntamente os seus indicadores de dinamismo demográfico, económico e qualidade de vida, com um rating de 13.5, menos 4 décimas do que no ano anterior.



Estes ratings estão disponíveis numa aplicação web, onde são apresentados em vários formatos, nomeadamente num dashboard que assinala com uma determinada cor os indicadores e as componentes deste rating de acordo com as notações obtidas. Pela sua visualização, é fácil e imediata a identificação das forças e fraquezas de cada concelho, dando assim um contributo ao estudo das melhores estratégias a adotar em função dessa avaliação.

A aplicação disponibiliza mais de 600 variáveis para vários anos, organizadas pelos temas:

  • Demografia
  • Famílias
  • Habitação
  • Educação
  • Saúde
  • Cultura
  • Empresas
  • Emprego e Desemprego
  • Actividade Económica - Agricultura
  • Actividade Económica - Energia
  • Actividade Económica - Construção
  • Actividade Económica - Comércio
  • Actividade Económica - Automóveis
  • Actividade Económica - Turismo
  • Actividade Económica - Banca
  • Eleições
  • Índices Marktest
  • Ratings concelhios

O Rating concelhio é um novo indicador criado pela Marktest para cada um dos 308 concelhos do país. Este rating tem 3 componentes, criadas a partir de 39 indicadores:

Dinamismo demográfico: 8 indicadores
Dinamismo económico: 16 indicadores
Qualidade de vida: 15 indicadores

Cada indicador foi classificado com uma notação de 1 a 20 tendo em conta a posição do concelho no conjunto dos 308 concelhos do país. Cada componente (demográfica, económica, qualidade de vida) tem uma notação média correspondente à média aritmética dos indicadores que a constituem. O rating concelhio (total) resulta igualmente da média aritmética das suas 3 componentes.

Consulte aqui mais informação sobre estes ratings e a aplicação Municípios Online ou contacte-nos para mais informações.

31.10.20

Métricas de risco - COVID19 (atualização de 8/12)

<Atualização de 8/12/2020> 

A 26/10/2020, coloquei este post no meu mural do facebook

Segundo Pedro Simas - investigador principal do Instituto Medicina Molecular, o número “basal” médio diário, em período de retorno semanal, para Portugal, não poderá ultrapassar os 1500 casos positivos - dos quais resultam, em média, menos de 5% de internamentos. Isto para não deixar o SNS em nível de pressão elevada, durante mais de 3 semanas.
O nível “crítico” é atingido, com os 3000 casos diários, em período de retorno semanal, o qual pode conduzir o SNS a um nível de colapso após 3 semanas seguidas.
Eu, por mim, pela análise da evolução dos óbitos, aconselho a todos os grupos de risco - especialmente os seniores com mais de 80 anos, a auto isolarem-se na sua própria bolha, com zero contactos fora dela, a partir dos 30 óbitos diários, em período de retorno de 5 dias.
E, para evitar a atual sindemia, os demais, fora dos grupos de risco, só se devem auto-confinar, para lá dos 90 óbitos diários - por COVID19, ou aos 25% de óbitos COVID19 dos óbitos diários, num período de retorno de 5 dias.
É que se atingirmos esse número, estaremos a viver, não só na completa rotura do SNS, como na proliferação incontrolável da morte por esta nova doença.
E pronto. É isto: métricas simples, reações esclarecidas. Sem dogmas!
As vacinas e os tratamentos acabarão por vir ajudar,...

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De momento, o ponto de situação é o seguinte:


Observamos a tendência de MUITOS mais óbitos por razões não explicadas pelo COVID19, do que aqueles que faleceram por COVID19. O aumento do número de óbitos, depois de 17/3/2020, face à média dos anos de 2009/19 (período de retorno de 10 anos) são já mais de 13.000 mortos e os óbitos fora COVID, equivalem a 61%, do total do aumento.

Nota: Por ano o numero de óbitos em Portugal ronda os 110.000 - temos portanto um aumento de óbitos em 2020, de cerca de 15%



(dados atualizados a 8/12/2020, prospetivados até 12/12/2020)


Podemos observar que os 3000 casos, para período de retorno de 7 dias, foi atingido a partir de 27/10/2020, levando atualmente 43 dias seguidos, tendo atingido o NÍVEL CRÍTICO (como tal definido por Pedro Simas).

Não é descabido pensar que poderemos assim chegar ao NÍVEL de COLAPSO do sistema de saúde - mais de três semanas seguidas, após o nível crítico - período que se poderia ter atingido hoje (8 de dezembro), o que não tendo acontecido, só demonstra da escalabilidade do Sistema Nacional de Saúde, no qual foram ativados protocolos de transferência de doentes com o privado e social, aumentando dessa forma a capacidade do SNS.

Desde 2/12 que o numero médio de novos infetados, no período de retorno de 7 dias),baixou dos 4000, estando a descer consistentemente desde 15/11, afastando-se assim, lentamente, do cenário de colapso do sistema de saúde, anteriormente referido.


A nível de óbitos, o NÍVEL de auto-confinamento, para os idosos com mais de 80 anos (grupo etário nos quais encontramos 2/3 dos óbitos por COVID19, desde o início da pandemia), situado nos 30 óbitos, foi atingido a 30/10/2020, levando atualmente 32 dias seguidos, estando este valor estabilizado desde 13/11, variando entre os 70 e 80 óbitos (em média de retorno de 5 dias).

O NíVEL de auto-confinamento geral, que se atingirá com os 90 óbitos diários COVID ou 25% dos óbitos COVID em relação ao nº de óbitos geral, para período de retorno de 5 dias, está assim próximo.
Os valores médios dos últimos 5 dias rondam os 20% de óbitos COVID, entre o total de óbitos.

O nível de internamento (enfermaria e unidade de cuidados intensivos), está desde 1 de dezembro acima dos 5% - HOJE: 5,34%, face ao nº total de casos ativos, o que representa um aumento sustentado desde 14 de novembro - com variações desde os 3,76% a 14-15/11 e os 5,34% de hoje.

O seguinte mapa, reflete A NOVA ORGANIZAÇÃO do risco concelhio, válido desde terça-feira, dia 8/12/2020.

Nota: Alpiarça em risco BAIXO (0,071%), Tomar em risco ELEVADO (0,256%) e Nazaré em risco MODERADO (0,226%).

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A nível de óbitos:
- ACIMA de 80 anos = 67,1%
- Entre 70 e 79 anos = 20,4%
- Menores de 70 anos = 12,5%