5.11.25
Municípios reforçam competências em dados abertos
Notía original aqui: https://dados.gov.pt/pt/posts/municipios-reforcam-competencias-em-dados-abertos-com-apoio-da-enti/
A Estratégia Nacional para os Territórios Inteligentes (ENTI) promoveu 12 workshops dedicados à publicação de dados abertos no portal dados.gov, capacitando centenas de técnicos municipais, impulsionando a transparência e a inovação local.
As sessões promoveram a partilha de conhecimento e boas práticas sobre gestão e abertura de dados, incentivando uma cultura de transparência, inovação e criação de valor.
O impacto destas ações já é visível no portal, com a administração local a representar mais de metade das entidades registadas e um crescente envolvimento de técnicos e equipas municipais no ecossistema de dados abertos.
Atualmente, o dados.gov conta com 419 organizações registadas, das quais 206 aderiram no âmbito dos workshops, resultando na criação de mais de 325 novos utilizadores e na publicação de 110 conjuntos de dados já disponíveis para consulta e reutilização.
Estas iniciativas reforçam o papel da ENTI e da ARTE, na capacitação técnica e na disponibilização de dados abertos, contribuindo para a transformação digital dos territórios.
21.10.25
PS perde as eleições em Tomar, em razão dos votos urbanos
Qualquer boa análise precisa de tempo, deixá-lo passar e olhar para a realidade, preferencialmente despida de qualquer emoção.
19.10.25
17.10.25
Paúl da Gouxa - O que é e para que serve?
Este é o primeiro, de vários testemunhos que irei partilhar, sobre este importante Biótipo existente em Portugal, neste caso no Concelho de Alpiarça.
13.10.25
ANÁLISE DE RESULTADOS E PROJEÇÕES ELEITORAIS NA NOITE DAS AUTÁRQUICAS
27.6.25
Andar com a canga esquerdista às costas? Não. Não queremos!
As próximas autárquicas em Tomar são cruciais, quer para o futuro do Concelho, quer para o futuro próximo de alguns dos seus recentes protagonistas.
Se, por um lado, é absolutamente evidente a tentativa de aposta numa candidatura mais jovem, por parte do PPD, por outro ela apresenta-se desprovida da dinâmica de vitória, que as circunstâncias nacionais poderiam permitir. Talvez porque no geral é uma candidatura alicerçada na Sacristia e isso, como a História, demonstrou não contribui em nada para o saber, nem para a evolução da humanidade, antes pelo contrário.
Às novas circunstâncias políticas nacionais deu o incumbente, Professor Hugo Cristóvão, uma resposta ágil, inteligente e ganhadora. Alicerçado num ciclo de mandatos onde foi 10 anos vereador a tempo inteiro e 2 como Presidente, nos quais com altos e baixos, lá se foram cumprindo os compromissos estruturantes avançado com o PS na mudança de ciclo operada em 2013, após nos dez anos anteriores terem sido preparados os atores do futuro - ele próprio, a sua antecessora, o deputado Hugo Costa e demais vereadores e deputados municipais, presidentes e membros das juntas, num trabalho que teria sempre de dar frutos.
Eis que aqui chegados urge perguntar: tem esta candidatura à Câmara hipóteses de ganhar, dadas as terríveis circunstâncias nacionais onde António Costa conduziu o PS, deixando a bomba relógio que explodiria nas mãos de Pedro Nuno Santos, que com orgulho apoiei?
A resposta não é, nem pode ser equivoca. Pode! E tem tudo para dar certo. Baseia-se em competência, maturidade e capacidade de compromisso, por amor a Tomar. Filipa Fernandes - com 8 anos de vereação, o Engº José Delgado com maior numero de anos de vereações em Lisboa e em Tomar, sempre eleito pelo PPD e a Advogada Anabela Estanqueiro, que conta com mais de uma década de experiência como advogada síndica do Município. Um topo de lista, que terá pelo menos mais uns 7-10 candidatos, que auguro tudo de bom, se os eleitores forem justos, com o que foi feito e com a capacidade que este escol tem para fazer no futuro.
O problema, o único problema está sempre no mesmo sítio: nos detalhes. Num momento de ciclo político onde os cidadãos parecem ter intuído que dos movimentos à esquerda do PS pouco se pode esperar para o desenvolvimento da Pátria. Que deles e dos que o frequentaram, apenas se espera ressentimento e narrativas que alimentaram e alimentam os populismos extremistas, agora bem visíveis a nível nacional (e europeu) e que irão também ter uma palavras a dizer na futura governabilidade do Concelho.
Eis porque a simples especulação de que algum desses anteriores protagonistas - da CDU ou do BE, possa integrar as listas do PS, em lugar hipoteticamente elegível, em detrimento dum qualquer socialista ou independente, que sendo "gente de bem", no nosso espaço politico futuro, merece e deve ter o espaço de ajuda à construção duma Tomar mais Humanista e menos ressabiada. Os "tomarenses de bem", são os que no seu dia a dia, constroem o sucesso, ambicionam o crescimento económico e têm a ambição de viver numa Cidade, num Concelho normal, de gente normal, sem cultura woke, sem causas fraturantes, nem nada dessa cartilha (tralha), que durante anos tivemos de aturar, como se de "gente de bem" estivéssemos a falar.
Ora, portanto, se o PS quiser fazer mesmo parte da solução de futuro do Concelho de Tomar, tem de fazer exatamente o que está a ser feito na lista da Câmara: escolher entre os nossos e entre os que nos estão próximos, os melhores. Não pode, nem deve, transmitir mensagens equivocas ao eleitorado: para se ser de esquerda basta ser do PS, não precisamos, não queremos, andar com a canga extremista que durante anos foi, por exemplo o BE, ou a malta da CDU, que parece que ainda vive no Planeta nenhures, quando algures aqui, estão as pessoas reais.
Se o PS em Tomar cruzar essa linha, lixa-se!
Post Scriptum: Espero que a publicação desta foto tenha sido uma mera coincidência e que Hugo Cristóvão não pense em convidar Miguel Relvas para Mandatário. É que tudo tem um limite... 😆
27.4.25
25.4.25
24.4.25
5.1.25
Carta de Princípios ESG (BCSD)
Trabalho que tem sido desenvolvido pelo BCSD Portugal no âmbito da sua iniciativa Carta de Princípios e Jornada 2030.
O retrato agregado do estado de maturidade das empresas portuguesas em termos de sustentabilidade, referente a dados de 2021, 2022 e 2023.
Verificou-se que as empresas ainda apresentam uma reduzida maturidade em sustentabilidade.
Nas etapas iniciais da jornada se encontram principalmente microempresas e PMEs, as empresas nas etapas de maior maturidade são, maioritariamente, de grande dimensão.
A Carta de Princípios do BCSD Portugal, publicada em 2017, é o documento que reúne as empresas portuguesas em torno de compromissos comuns de desenvolvimento sustentável para Portugal.
A Carta estabelece os princípios que constituem as linhas orientadoras para uma boa gestão empresarial e pretende criar um referencial voluntário, aplicável a empresas de várias dimensões e setores, baseado em seis princípios.
A Carta é inspirada na Declaração Universal dos Direitos Humanos, nos Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho da Organização Internacional do Trabalho e no Pacto Global das Nações Unidas e estabelece o compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.
O BCSD Portugal pretende, com esta iniciativa, incentivar as boas práticas de gestão e os princípios de sustentabilidade junto de todas as empresas e das suas cadeias de valor.A Carta está aberta a todas as empresas que partilham a ambição de um futuro sustentável.
No final de 2024, a Carta de Princípios contava com 245 entidades signatárias.
A Carta de Princípios é implementada pela Jornada 2030 – a agenda comum das empresas pela sustentabilidade em Portugal, que pretende apoiar as empresas a converter a sustentabilidade em ações concretas. Ao subscreverem a Carta, as empresas comprometem-se com a realização da Jornada 2030.
A Jornada 2030, lançada em 2021, é composta por 20 objetivos, 20 metas e 20 indicadores transversais de âmbito ambiental, social e de governo corporativo (ESG, sigla inglesa), demonstrando a contribuição das empresas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Desenvolve-se ao longo de 6 etapas – Despertar, Conhecer, Construir, Comunicar, Consolidar e Coliderar.Propósito
• Alinhar e demonstrar a contribuição das empresas para os ODS;
• Apoiar as empresas a converter a sustentabilidade em ações concretas;
• Apoiar as empresas na identificação de ferramentas e melhores práticas que poderão alavancar a jornada para a sustentabilidade nas suas organizações e cadeia de valor;
• Fornecer às empresas um roteiro para a internalização da sustentabilidade nos seus modelos de negócio.
1.1.25
Novo perfil académico (Academia e ORCID)
O link é este: Academia.edu
Ou então este: ORCID.org

