30.9.21
28.9.21
Projeções e Resultados das Eleições Autárquicas de 2021 (finais)
RESULTADOS FINAIS em TOMAR
PS desce 0,52% e PSD sobe 0,27% - Obrigado Hugo Cristóvão, és cá um estratega, que vou-te contar!
De maioria de esquerda a maioria de direita. Obrigado Hugo Cristóvão e agora limpa-te ao guardanapo!
Resultados finais em Ferreira do Zêzere:
Neste local, iremos atualizar as projeções e resultados relevantes sobre as Autárquicas de 2021.
<atualização das 00H45>
Projeção para a Câmara Municipal de Tomar - com base em 10/11 freguesias
PS - entre 38,4% e 40,4% (4)
PSD - entre 33,9% e 36,9% (3)
BE - entre 5,0% e 6,0% (0)
CHEGA - entre 5,3% e 6,3% (0)
CDS - entre 2% e 3% (0)
CDU - entre 5,5% e 6,5% (0)
VOLT - entre 1,0% e 1,2% (0)
<atualização das 00H30>
Projeção para a Assembleia Municipal de Tomar - com base em 10/11 freguesias
PS - entre 36% e 38% (9-10)
PSD - entre 32,5% e 34,5% (8-9)
BE - entre 5,6% e 6,6% (1)
CHEGA - entre 6,2% e 7,2% (1)
CDS - entre 2,8% e 3,8% (0-1)
CDU - entre 6,2% e 7,2% (1)
VOLT - entre 1,0% e 1,2% (0)
<atualização das 23H15>
Projeção para a Assembleia Municipal de Tomar - com base em 7 freguesias
PS - entre 33% e 37% (7-8)
PSD - entre 30,5% e 34,5% (6-7)
BE - entre 5,5% e 7,5% (1-2)
CHEGA - entre 5,5% e 7,5% (1-2)
CDS - entre 3% e 5% (0-1)
CDU - entre 6% e 8% (1-2)
VOLT - entre 1% e 2% (0)
<atualização das 23H>
Projeção para a Câmara Municipal de Tomar - com base em 7 freguesias
PS - entre 35% e 40% (4)
PSD - entre 33% e 37% (3)
BE - entre 5% e 7% (0)
CHEGA - entre 4,5% e 6,5% (0)
CDS - entre 2% e 4% (0)
CDU - entre 5,5% e 7,5% (0)
VOLT - entre 1% e 2% (0)
<atualização das 22H30>
Projeção para a Assembleia Municipal de Tomar - com base em duas mesas eleitorais
PS - entre 29% e 33% (6-8)
PSD - entre 29% e 33% (6-8)
BE - entre 7% e 9% (1-2)
CHEGA - entre 6,5% e 8,5% (1-2)
CDS - entre 4,5% e 6,5% (1)
CDU - entre 9% e 11% (2-3)
VOLT - entre 1,5% e 2,5% (0)
<atualização das 22H15>
Projeção para a Câmara Municipal de Tomar - com base em duas mesas eleitorais
PS - entre 33% e 38% (3-4)
PSD - entre 30% e 34% (2-3)
BE - entre 5% e 7% (0-1)
CHEGA - entre 6% e 8% (0-1)
CDS - entre 3% e 5% (0)
CDU - entre 8% e 10% (0-1)
VOLT - entre 1% e 2% (0)
<atualização das 21H30>
Projeção para a Assembleia da Freguesia Urbana de Tomar - com base numa mesa eleitoral
PS - entre 35% e 40% (5-6)
PSD - entre 31% e 35% (4-6)
BE - entre 7% e 9% (1-2)
CHEGA - entre 6% e 8% (1-2)
CDS - entre 5% e 7% (1)
CDU - entre 4% e 6% (0-1)
<atualização das 21H15>
Projeção para a Câmara Municipal de Ferreira de Zêzere - com base numa freguesia:
PS - entre 45% e 50%
PSD - entre 38% e 42%
Nós Cidadãos - entre 3% e 5%
CHEGA - entre 1% e 3%
CDU - entre 1% e 2%
<atualização das 21H00>
Projeção para a Assembleia Municipal de Tomar - com base numa mesa eleitoral
PS - entre 32% e 37% (7-8)
PSD - entre 29% e 33% (6-7)
BE - entre 8,5% e 10,5% (2-3)
CHEGA - entre 8% e 10% (2-3)
CDS - entre 6% e 8% (1-2)
CDU - entre 5% e 7% (1)
VOLT - entre 2% e 3% (0)
Projeção da abstenção no Concelho de Tomar: entre 48-51% (valor bem superior à eleição de 2017.
Previsão de total de votantes: entre 16.300 e 16.800 (obtenção de maioria absoluta acima de 6600 votos; eleição de vereador acima de 1500 votos)
Resultados de 2017 e de 2013 para a Câmara Municipal de Tomar
26.9.21
24.9.21
Medição de desempenho em Organizações
Segundo Parker (2000, p. 63), as organizações medem o seu desempenho de forma a identificar se as necessidades dos clientes são satisfeitas, e a ajudar a organização a compreender os processos, identificando as áreas em que existem problemas, desperdícios, entropias, e que, por conseguinte, carecem de melhorias, bem como garantir que a tomada de decisão é baseada em factos e não em intuições ou suposições.
Os indicadores favorecem a medição do progresso conseguido de acordo com os objetivos da organização, influenciando a partir de evidências, a mudança e o desenvolvimento organizacional. Os indicadores de desempenho são agrupados em função do critério que pretendem medir e podem estar relacionados com economia, eficiência, eficácia, efetividade, equidade, sustentabilidade, legalidade, entre outros, (Silva, 2019 p. 115; Oliveira, 2012, p. 14-16), num contexto multidimensional da gestão, permitindo a interpretação do resultado num determinado contexto, e compará-lo ao longo do tempo. Neste sentido:
● Economia - traduz-se no grau de racionalização dos custos envolvidos nos diferentes serviços / produtos, das aquisições efetuadas e das condições dessas mesmas aquisições, sem comprometimento da qualidade;
● Eficiência é definida através da relação entre os inputs, outputs e os resultados obtidos, ou seja, a capacidade de maximizar os resultados, minimizando o máximo possível os recursos utilizados (relação entre os bens produzidos e serviços prestados e os recursos utilizados), não havendo, por isso, eficiência, quando com um aumento de recursos não se proporciona as melhorias esperadas. Em sentido amplo, a eficiência traduz-se em fazer o que tem que ser feito da melhor forma possível, isto é, da maneira certa.
● Eficácia - Está em causa o grau de cumprimento dos objetivos e metas que terão de ser propostos, sendo necessário, em primeiro lugar, definir os objetivos pretendidos, e depois, comparar os resultados obtidos com os resultados esperados. Ora, podemos considerar que o desempenho se traduz na realização de tarefas certas da maneira certa, ou seja, realizar algo com eficácia e eficiência.
● Efetividade – Pretende-se medir o impacto final da atuação pública sobre a população afetada. Na Administração Pública, o valor efetivo não pode ser medido exclusivamente com base nos serviços prestados (outputs), mas em relação aos resultados e impactos (outcomes) que geram.
● Equidade e sustentabilidade - Pretende-se, respetivamente, a redução das desigualdades sociais e a promoção da inclusão, e a capacidade de manutenção de um serviço com uma qualidade aceitável durante um largo período de tempo.
● Legalidade – este critério aplicável à Administração Pública, considera as normas e os regulamentos a que está sujeita, e que facilita a prestação de contas dos gestores públicos (com o indicador – conformidade com os normativos vigentes).
Silva (2019, p. 123 ) refere ainda que os
indicadores devem fornecer informações úteis, mensuráveis, representativas, precisas e confiáveis, válidas e pertinentes e devem considerar, de forma clara, a seguinte informação: O que se mede? Como se mede? Quem mede? Com que se mede? Quando se mede?
Moutinho da Silva (2015, p. 13) identifica o entendimento de muitos autores, no qual os indicadores de desempenho e as metas dos processos devem ser SMART, ou seja:
- Specific (específicos) – Quando se define uma meta ou um indicador estes não devem dar lugar a interpretações variadas, devem antes ser claramente definidos e compreendidos por todos.
- Measurable (mensuráveis) – Os indicadores devem poder ser medidos e os seus resultados analisados.
- Attainable (atingíveis) - As metas definidas para os indicadores de desempenho devem ser possíveis de ser atingidas.
- Relevant (relevantes) - Os indicadores devem ser relevantes para ajudar a atingir os objetivos estratégicos da organização.
- Time-bound (calendarizados) – Deve estar especificado quando e de quanto em quanto tempo se devem fazer as medições de desempenho.
Bibliografia:
Moutinho da Silva, C. S. (2015). Desenho dos processos e definição de indicadores de desempenho para a área de formação profissional. Dissertação de mestrado. Universidade do Porto: Faculdade de Engenharia.
Oliveira, J. F. S. (2012). Indicadores de desempenho e a accountability na Administração Pública. 1–78.
Parker, C. (2000). Performance measurement. Work Study, 49(2), 63–66. doi:10.1108/00438020010311197
Silva, C. G. (2019). Investigação em Ciência da Informação.. Lisboa: Colibri.
22.9.21
20.9.21
Implementar a metodologia BPM nas Autarquias
A qualidade dos serviços municipais influencia a competitividade dos territórios e a capacidade de atração de pessoas e investimentos aos territórios no âmbito da modernização administrativa. A modernização administrativa encontra-se relacionada com objetivos de simplificação administrativa e desburocratização, eficiência e transparência, qualidade, traduzindo-se na prestação de melhores serviços aos cidadãos.
A utilização de técnicas de reengenharia de processos na racionalização e economia de meios, visa a normalização de processos e procedimentos na autarquia, e potencia uma atividade de elevado valor acrescentado, a redução dos custos de contexto, bem como uma maior eficácia e eficiência dos serviços, e ainda o controlo e a gestão eficiente da informação e o encurtamento e a uniformização dos circuitos de informação.
É possível e desejável a normalização de processos de negócio, num esforço de otimização e inovação dos procedimentos e processos, mediante a adoção da metodologia Business Process Management (BPM). O sucesso da normalização de processos de negócio depende de diversos fatores críticos. A normalização deve assumir um caráter supra-institucional e transversal, alargada a todas as autarquias, sem prejuízo de cada organização pública poder definir e parametrizar os seus processos, segundo as orientações e especificidades organizacionais no âmbito da sua autonomia administrativa, contribuindo para a eficácia e a eficiência do sistema de informação das autarquias locais.
Apesar de se reconhecer a sua aplicabilidade a todos os municípios a nível nacional, e atendendo aos benefícios decorrentes da economia de escala, recomenda ainda a sua aplicação à escala intermunicipal no seio das Comunidades Intermunicipais em articulação com os municípios com o contributo metodológico do presente trabalho projeto, de forma a potenciar o desenvolvimento e a competitividade regional.
18.9.21
16.9.21
As Organizações e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – Uma introdução
[Texto da autoria do Professor Doutor Marc Jacquinet - 2019]
Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, ou mais conhecidos pela sua forma abreviada, os ODS, já estão formalmente espalhados em muitas políticas públicas de países do Norte e do Sul. No entanto, no caso dos países africanos, em particular, falta não só uma presença nas discussões locais ao nível das comunidades como também ao nível das instituições e organizações públicas e privadas.
Se em 2020, já volveram cinco anos depois da publicação dos objetivos, seria importante fazer um ponto da situação sobre os ODS e suas implementações até agora e que perspetivas de futuro, nestes objetivos, podemos esperar até 2030?
Neste contexto podemos colocar-nos a questão dos ODS e das organizações, nomeadamente as empresas, as multinacionais, as ONG e as organizações comunitárias, locais e, e até, governamentais.
Os ODS, ao contrário dos objetivos do Milénio, foram (1) discutidos mais amplamente, ao nível de todos os Estados da ONU e (2) foram discutidos publicamente entre os distintos países da ONU ao passo que os objetivos do Milénio foram definidos por peritos sem grande discussão fora do círculo de
especialistas e tecnocratas. Deste modo, apresentam-se os ODS como demonstrando maior legitimidade e prometendo maior esperança.
No entanto, numerosas questões subsistem, nomeadamente no continente africano e não só.
Assim existem nos ODS uma visão global subjacente que não permite pensar, em grande profundidade e de um modo mais crítico, os processos de desenvolvimento económico, social, ambiental e político. Neste último ponto, existem contradições entre diferentes objetivos do desenvolvimento sustentável (por exemplo o objetivo 9 e o 10) além de haver outras contradições dentro de vários objetivos como no objetivo número 8 que se debruça sobre o trabalho digno e o crescimento económico.
Volvidos já cinco anos desde o lançamento dos ODS, e com os retrocessos do acordo de Paris e dos processos participativos em processos eleitorais ou democráticos, vale a pena fazer um ponto da situação, nomeadamente para os países africanos que também atravessam um período de incertezas económicas e políticas.
Neste perspetiva, é preciso aprofundar a investigação sobre vários aspetos dos ODS, nomeadamente numa perspetiva crítica sobre os direitos humanos, as questões ambientais, a questão da ajuda ao desenvolvimento, a usurpação de terras, a falta de transparência para muitas das medidas tomadas ou anunciadas, a falta de consulta popular e local e o funcionamento e as relações entre empresas e multinacionais e poderes estatais e locais e como todos estes meios se relacionam com as comunidades e os movimentos sociais e os processos democráticos e participativos.
Anexo – os 17 objetivos do desenvolvimento sustentável
● 01 – Erradicação da pobreza: acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.
● 02 – Fome zero e agricultura sustentável: acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.
● 03 – Saúde e bem-estar: assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.
● 04 – Educação de qualidade: assegurar a educação inclusiva, e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.
● 05 – Igualdade de gênero: alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.
● 06 – Água limpa e saneamento: garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos.
● 07 – Energia limpa e acessível: garantir acesso à energia barata, confiável, sustentável e renovável para todos.
● 08 – Trabalho decente e crescimento econômico promover o crescimento económico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo, e trabalho decente para todos.
● 09 – Inovação infraestrutura: construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável, e fomentar a inovação.
● 10 – Redução das desigualdades: reduzir as desigualdades dentro dos países e entre eles.
● 11 – Cidades e comunidades sustentáveis: tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.
● 12 – Consumo e produção responsáveis: assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.
● 13 – Ação contra a mudança global do clima: tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos (*).
● 14 – Vida na água: conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares, e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.
● 15 – Vida terrestre: proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da Terra e deter a perda da biodiversidade.
● 16 – Paz, justiça e instituições eficazes promover sociedades pacíficas e inclusivas par ao desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.
● 17 – Parcerias e meios de implementação: fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.
(*) Reconhecendo que a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) é o fórum internacional intergovernamental primário para negociar a resposta global à mudança do clima.
14.9.21
12.9.21
Agenda 2030 - Uma Oportunidade para os Municípios
A transformação global requer ação local. O cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável está dependente do papel ativo dos governos locais e regionais, não apenas enquanto implementadores da Agenda, mas como agentes transformadores.
Para além do ODS 11, ligado especificamente às cidades e comunidades sustentáveis, todos os ODS têm metas que estão, direta ou indiretamente ligadas ao trabalho diário dos municípios. Ao serem o nível de governação mais próximo da população, com um conhecimento profundo do contexto e comunidades locais, com a capacidade de convocar e mobilizar atores territoriais, e com legitimidade democrática e institucional para promover o diálogo e o empenho em diferentes níveis, os governos locais estão numa posição ideal para traduzir uma agenda ampla e abstrata numa agenda concreta e eficiente, tornando-a realidade para os cidadãos.
10.9.21
8.9.21
No património municipal: a infelizmente longa incompetência de gestão do PS em Tomar

6.9.21
4.9.21
Lixo continua a atulhar semanalmente o Mercado Municipal de Tomar - O ano passado e neste também...
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| Foto: Site cidadetomar.pt |
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| Bruno Braça (vereador) |
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| Corvelo de Sousa (Presidente) |
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| Helder Henriques (atual vereador) |
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| Anabela Freitas (atual presidente) e Bruno Graça (vereador) |
Vereadores - Carlos Carrão (PSD), Bruno Graça (CDU), Hélder Henriques (PS).
Presidentes - Corvelo Sousa (PSD), Carlos Carrão (PSD), Anabela Freitas (PS).
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| Carlos Carrão (Vereador de depois Presidente) |
O que faz a diferença, muitas das vezes, não são os partidos, mas sim as pessoas e a sua capacidade para lutar contra os paradigmas e as inercias instaladas que perpetuam os problemas, quando as soluções são simples, como aliás propôs a atual vereadora do PSD, como anteriormente eu (pelo PS), ou a vereadora Graça Costa (pelos independentes) também havíamos proposto...














