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4.11.25

Municípios reforçam competências em dados abertos

Notía original aqui: https://dados.gov.pt/pt/posts/municipios-reforcam-competencias-em-dados-abertos-com-apoio-da-enti/

A Estratégia Nacional para os Territórios Inteligentes (ENTI) promoveu 12 workshops dedicados à publicação de dados abertos no portal dados.gov, capacitando centenas de técnicos municipais, impulsionando a transparência e a inovação local.
Entre setembro e outubro, a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE, IP), no âmbito da ENTI, realizou 12 workshops práticos dirigidos a municípios, comunidades intermunicipais e outras entidades da administração pública local, com o objetivo de reforçar as competências na publicação de dados abertos no portal dados.gov.

As sessões promoveram a partilha de conhecimento e boas práticas sobre gestão e abertura de dados, incentivando uma cultura de transparência, inovação e criação de valor.
O impacto destas ações já é visível no portal, com a administração local a representar mais de metade das entidades registadas e um crescente envolvimento de técnicos e equipas municipais no ecossistema de dados abertos.

Atualmente, o dados.gov conta com 419 organizações registadas, das quais 206 aderiram no âmbito dos workshops, resultando na criação de mais de 325 novos utilizadores e na publicação de 110 conjuntos de dados já disponíveis para consulta e reutilização.

Estas iniciativas reforçam o papel da ENTI e da ARTE, na capacitação técnica e na disponibilização de dados abertos, contribuindo para a transformação digital dos territórios.

8.1.23

A União Europeia no Acesso a dados livres

 Jopin Research Center of EU: in https://ec.europa.eu/jrc/data-policy

31.12.22

A inteligência colaborativa homem-máquina, é a IA (Inteligência Artifical) v.2?

Notas críticas, com base no artigo orignal de Wilson, H.J. e Daugherty, P.R, "Inteligência colaborativa: seres humanos e IA estão a unir forças", originalmente publicado em jul-agt/2018, Reimpressão R1804J (2021), HBR 10 artigos essenciais, Inteligência Artificial, Análise de dados e a Nova Era das Máquinas, Editora Atual



A inteligência colaborativa como os autores a entendem, veio para ficar e é minha convicção de que estamos já a falar da IA v.2 (Inteligência Artificial v.2), uma vez que esta além de alterar por completo o paradigma histórico do Trabalho, como fator produtivo, o seu maior impacto agora está no complementar e aumentar, por incorporação tecnológica, as capacidades humanas.

"A maioria das atividades de ineterface homem-máquina exige que as pessoas façam coisas novas e diferentes e as façam de maneira diferente" (itálico no original), é uma boa forma de olharmos para esta verdadeira IA v.2 - como a defino, e o seu grande desafio é, no dizer dos autores, que "os protagonistas de amanhã serão aqueles que adotarem a inteligência colaborativa, transformando as suas operações, os seus mercados, os seus setores e - não menos importante - as suas forças de trabalho".

Os autores, depois de um estudo realizado junto de mais de 1500 empresas - no contexto americano, concluiram que "(...) estas alcançaram as melhorias de desempenho mais significativas quando as pessoas e máquinas trabalham juntas".

Esta nova forma de abordar o conceito da IA, na perspetiva da inteligência colaborativa, leva-nos a que no futuro vejamos um aumento de trabalhadores, por uso da AI, em vez dos substituir. A atenção aos pormenores conta: as empresas obtêm maiories ganhos de desempenho, quando as pessoas e as máquinas inteligentes cooperam, pois as pessoas são necessárias para treinar as máquinas, interpretar os seus resultados e garantir a sua utilização ética e responsável.

A solução de uso final desta IA v.2 deve, por isso, estar centrada para obter mais flexibilidade ou velocidade operacional, melhor tomada de decisões ou aumento na personalização dos produtos e serviços.