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19.10.26

Criado o Instituto Confúncio da Universidade de Évora

 

Instituto Confúcio da Universidade de Évora quer ser «uma verdadeira ponte entre pessoas, culturas, instituições e gerações»

Ilustração do item

A Universidade de Évora (UÉvora) inaugurou, a 16 de outubro, o Instituto Confúcio, um novo espaço dedicado ao ensino da língua chinesa e à divulgação da cultura e civilização chinesas. A iniciativa representa um novo passo na estratégia de internacionalização da UÉvora e no reforço das relações académicas, científicas e culturais entre Portugal e a China, criando oportunidades de colaboração entre instituições de ensino superior e de aproximação à comunidade alentejana.

O Instituto Confúcio da Universidade de Évora, que resulta de uma parceria entre a Universidade de Évora, a City University of Macau, a Beijing Language and Culture University e a Chinese International Education Foundation, assume como missão central a promoção do ensino e do estudo da língua e cultura chinesas, criando oportunidades de aprendizagem, investigação e cooperação entre as comunidades académicas e a sociedade. A sua atividade visa igualmente fomentar o diálogo intercultural, reforçar o conhecimento mútuo e consolidar os laços entre Portugal e a China.

Na cerimónia de inauguração, o Reitor da Universidade de Évora destacou a importância deste projeto para o aprofundamento de uma relação histórica de amizade e cooperação entre os dois países, sublinhando o papel das universidades na aproximação entre povos e culturas.

“Gostaria que este Instituto Confúcio fosse muito mais do que um espaço de aprendizagem de uma língua. Que fosse uma verdadeira ponte entre pessoas, entre culturas, entre instituições e entre gerações”, afirmou António Candeias, defendendo a criação de um espaço de diálogo intercultural, aprendizagem e encontro, mas também de desenvolvimento de novas parcerias académicas e científicas.

O Reitor expressou ainda o reconhecimento da Universidade de Évora à City University of Macau, à Beijing Language and Culture University e à Chinese International Education Foundation pelo apoio à criação do Instituto, salientando que o envolvimento destas instituições constitui uma “oportunidade para aprofundar institucionais, científicas e humanas que queremos duradouras” com o universo académico e cultural chinês.

Da cultura à ciência: novas oportunidades de cooperação

A ligação à China assume particular relevância no percurso de internacionalização da Universidade de Évora, que tem vindo a desenvolver projetos de colaboração com instituições chinesas em diferentes áreas do conhecimento. Neste contexto, António Candeias destacou o papel da City University of Macau como parceiro privilegiado na aproximação entre as duas comunidades académicas, tendo dado como exemplo o Laboratório Conjunto China-Portugal em Ciências da Conservação do Património Cultural, criado no âmbito da iniciativa Uma Faixa, Uma Rota. O projeto reúne a Universidade de Soochow, a City University of Macau e a Universidade de Évora, através do Laboratório HERCULES, promovendo a investigação conjunta na conservação e valorização do património cultural.

Para António Candeias, esta colaboração demonstra a capacidade da cooperação internacional para gerar conhecimento que dificilmente seria alcançado de forma isolada. Uma abordagem que a Universidade pretende alargar a outras áreas científicas e tecnológicas, nomeadamente às ciências agroalimentares, à gestão da água, à ciência de dados, às tecnologias digitais e à inteligência artificial.

Sobre a inteligência artificial, o Reitor da UÉvora salientou que “constitui uma das mais profundas transformações científicas, tecnológicas e sociais do nosso tempo”, sendo que “a Universidade de Évora pretende participar ativamente nesta transformação, promovendo uma abordagem interdisciplinar, responsável e centrada nas pessoas”.

“A cooperação com as universidades chinesas pode assumir aqui um papel muito relevante, através de projetos conjuntos de investigação, da formação avançada, da mobilidade académica e do desenvolvimento de novas aplicações da inteligência artificial em áreas tão diversas como o património cultural, a saúde, o ambiente, a agricultura e as humanidades digitais”, apontou António Candeias, afiançando que “acredito que a complementaridade das nossas competências científicas e a diversidade das nossas perspetivas culturais podem constituir uma importante mais-valia. E acredito igualmente que o Instituto Confúcio pode ajudar a criar as condições humanas e culturais necessárias para aprofundar estas relações”.

Uma ponte assente no respeito mútuo, na confiança e no conhecimento

A inauguração do Instituto Confúcio reforça também a dimensão cultural da cooperação entre Portugal e a China, cuja história conta com mais de 500 anos de contactos e intercâmbios. Neste percurso, Macau assume um lugar singular enquanto espaço de encontro entre as culturas portuguesa e chinesa, demonstrando como o diálogo intercultural pode promover o enriquecimento mútuo sem comprometer as identidades de cada povo.

“Aprender uma língua é muito mais do que adquirir uma nova competência de comunicação. É aprender a compreender outra cultura, outra história e outra forma de olhar para o mundo”, afirmou o Reitor, sublinhando a importância do conhecimento como instrumento para ultrapassar distâncias, combater preconceitos e construir relações de confiança.

O novo Instituto Confúcio pretende, assim, constituir uma oportunidade para estudantes, docentes, investigadores e para toda a comunidade alentejana “conhecerem melhor a língua, a cultura e a civilização chinesas”, sublinhou, desejando que o mesmo “seja uma verdadeira ponte, assente no respeito mútuo, na confiança, no conhecimento e na convicção de que temos muito a aprender uns com os outros”.

Na conclusão da sua intervenção, António Candeias estabeleceu um paralelismo entre as rotas marítimas que aproximaram Portugal e a China ao longo dos séculos e os novos caminhos da cooperação internacional. “Se no passado os oceanos foram os caminhos do encontro entre os nossos povos, hoje são as universidades que podem ajudar a abrir novos caminhos para o conhecimento e para a cooperação”, salientou, concluindo: “Podem contar com a nossa Universidade para continuar a aprofundar esta relação e para transformar as oportunidades que hoje se abrem em resultados concretos para os nossos estudantes, para a investigação e para as nossas comunidades”.

“Um novo marco na cooperação educativa entre a China e Portugal”

Já para QU Zhaowei, Diretor da Comissão de Assuntos Universitários e Secretário do Comité do Partido da Universidade de Língua e Cultura de Pequim, o Instituto Confúcio da Universidade de Évora representa “um novo marco na cooperação educativa entre a China e Portugal”. “É também uma importante iniciativa de intercâmbio cultural e humano, assim como a expressão concreta do esforço conjunto das três universidades na procura do bem comum e da aproximação dos povos”, sublinhou.

Por fim, WANG Yanjie, Conselheira para a Educação e Cultura, Embaixada da República Popular da China em Portugal, na sua intervenção destacou que a inauguração do Instituto Confúcio da Universidade de Évora representa a criação de um novo “elo de ligação entre Portugal e a China”. “A criação do Instituto Confúcio da Universidade de Évora abrirá uma nova porta para que a população em geral e os estudantes em particular possam conhecer melhor a China, aprender a língua chinesa e descobrir a cultura chinesa”, afiançou.

A cerimónia de inauguração, que decorreu na Sala dos Docentes do Colégio do Espírito Santo, contou com um momento musical a cargo da Escola de Artes da Universidade de Évora, com as intervenções institucionais, com uma apresentação cultural pelo Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa e, por fim, com o descerramento da placa do Instituto Confúcio da Universidade de Évora.

LIU Jun, Presidente da Universidade da Cidade de Macau, e  ZHAO Lingshan, Vice-Presidente e Secretário-Geral da Fundação Chinesa para a Educação Internacional também deixaram palavras de felicitações através de vídeo mensagens.

Entre os principais objetivos do Instituto Confúcio da Universidade de Évora encontram-se a oferta de aulas de língua chinesa, a formação e capacitação de professores, a produção de materiais e recursos didáticos e a implementação de programas de intercâmbio linguístico e cultural. A nova estrutura pretende também promover exames e certificações na área da língua e cultura chinesas, desenvolver investigação e prestar serviços de consultoria em educação, cultura e outras temáticas relacionadas com a China.

O Instituto Confúcio da Universidade de Évora, cujos cursos de mandarim devem começar a ser ministrados no início do próximo ano, para alunos, docentes e comunidade em geral, vai funcionar na Casa Cordovil, no centro de Évora.

9.9.26

Portugal no contexto das políticas europeias para o Património Cultural | CIDEHUS - Artigo conjunto | Bombico at al. (2026)

 Artigo completo aqui


Cultural challenges of a changing Europe

Desafios culturais de uma Europa em mudança

Sous la direction de Sónia Bombico



Artigo

Portugal no contexto das políticas europeias para o Património Cultural

Sónia Bombico, Luís Ferreira, Leonor Dias Nogueira et Catarina Moura

p. 13–91

Resumo

O texto analisa a participação e o posicionamento de Portugal nas principais políticas e iniciativas europeias no domínio do património cultural, enquadrando-os na evolução das políticas culturais da União Europeia e do Conselho da Europa. 

Partindo de um enquadramento conceptual e institucional das políticas europeias para o património, o estudo centra-se na análise de quatro iniciativas de referência: a Marca do Património Europeu, os Itinerários Culturais do Conselho da Europa, a plataforma digital Europeana e os Prémios Europeus do Património/Europa Nostra Awards. 


A metodologia adotada combina uma abordagem exploratória de natureza quantitativa e qualitativa, recorrendo à análise de dados institucionais, relatórios oficiais e bases de dados europeias, complementada pela leitura dos resultados de dois Eurobarómetros sobre o Património Cultural e a Cultura, realizados em 2017 e 2025, respetivamente. 


Os resultados evidenciam uma participação portuguesa globalmente consistente e, em alguns domínios, particularmente relevante, como no caso dos Prémios Europa Nostra e da Marca do Património Europeu. Contudo, identificam-se fragilidades estruturais, nomeadamente na coordenação estratégica, na construção de narrativas europeias consistentes e na presença digital, bem como assimetrias persistentes no contexto europeu. 


O artigo evidencia a necessidade de reforçar a articulação entre políticas nacionais e europeias, bem como de promover modelos de governação mais integrados e participativos.



Auteurs

12.8.26

Inteligência Artificial: princípios para uma utilização responsável no dia a dia (e na educação)

 Notícia original aqui


Escrito por Diogo Matos, Analista de Sistemas da FCT, na unidade de serviços digitais FCCN


A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma novidade para passar a fazer parte do nosso quotidiano. Utilizamo-la, muitas vezes, sem nos apercebermos, em diferentes tarefas do dia a dia. Na educação, não é diferente: pode ajudar professores a poupar tempo, apoiar alunos na aprendizagem e contribuir para processos mais eficientes. Mas, como qualquer tecnologia com um impacto crescente nas nossas vidas, exige critérios claros, sentido crítico e uma utilização responsável.

Ao longo deste artigo, partilhamos um conjunto de boas práticas e princípios essenciais para utilizar a IA de forma informada, responsável e consciente, potenciando os seus benefícios sem perder de vista os desafios e riscos associados.

1. Transparência acima de tudo

A utilização responsável da Inteligência Artificial começa pela transparência. Sempre que recorremos a estas ferramentas para apoiar ou produzir um trabalho, um texto, uma análise ou uma decisão, devemos divulgar esse facto de forma clara. Isto aplica-se a alunos que recorrem a esta tecnologia para um trabalho escolar, a professores que a utilizam para preparar materiais, e a qualquer profissional que a integre no seu processo de trabalho.

A transparência não é apenas uma questão ética, é o que permite que quem recebe o trabalho possa avaliar corretamente o que está a ler e como foi produzido.

2. Uma ferramenta, não um substituto

Os modelos de Inteligência Artificial podem ser aliados valiosos em diferentes tarefas, desde a criação de conteúdos e análise de informação, até à organização de ideias, à realização de tarefas repetitivas ou à identificação de aspetos que possam ter sido esquecidos. No entanto, o seu papel deve ser o de apoio, e não o de substituição.

A responsabilidade pela decisão final, seja uma nota atribuída, um diagnóstico, um relatório ou uma simples resposta a um email, continua a ser sempre de uma pessoa. Isto significa que o resultado produzido pela IA deve ser sempre analisado criticamente, em vez de ser automaticamente aceite. Delegar o julgamento por completo a um modelo de IA é abdicar da nossa própria responsabilidade.

3. Fact-checking é uma etapa obrigatória

Os modelos podem errar, e erram com maior frequência do que se imagina. As chamadas “alucinações”, quando é apresentada informação incorreta com total confiança, são um risco real e conhecido. Datas, nomes, citações, referências bibliográficas ou dados estatísticos gerados por Inteligência Artificial devem ser sempre verificados junto de fontes fiáveis antes de serem usados ou partilhados.

Uma boa prática consiste em pedir ao modelo que indique as referências e as fontes utilizadas para sustentar a informação apresentada. Essas referências devem depois ser consultadas e verificadas diretamente pelo utilizador, de forma a confirmar a sua veracidade, fiabilidade e adequação ao contexto.

4. Segurança e privacidade dos dados

Muitas das ferramentas disponíveis recolhem dados dos utilizadores para fins de análise, melhoria dos serviços e, em alguns casos, treino de futuros modelos. Por isso, é fundamental evitar introduzir dados pessoais, confidenciais ou sensíveis nestas plataformas, sejam eles nossos, de alunos ou de colegas.

Antes de utilizar um documento ou colocar uma pergunta que envolva informação identificável, vale a pena parar e pensar: “Este conteúdo pode sair daqui e ser usado para outros fins?” Na dúvida, é preferível anonimizar ou simplesmente não partilhar.

5. Atenção aos enviesamentos

Todos os modelos são treinados com base em grandes conjuntos de dados, recolhidos maioritariamente da internet e de outras fontes já existentes. Isso significa que podem refletir e, por vezes, amplificar enviesamentos presentes nesses dados, como estereótipos de género, preconceitos culturais, desequilíbrios geográficos ou outras formas de representação desigual da realidade.

O utilizador deve estar atento a respostas que pareçam parciais, estereotipadas ou incompletas, e questionar sempre a origem e a neutralidade da informação recebida.

Para professores: transformar princípios em prática

Na educação, a integração responsável da Inteligência Artificial passa não só pela adoção destas ferramentas, mas também pela capacidade de orientar os alunos para uma abordagem crítica e consciente. Neste contexto, existem algumas práticas que podem fazer a diferença dentro e fora da sala de aula.

Definir e comunicar políticas claras de utilização

Uma utilização responsável começa por regras claras. Os alunos devem compreender quando e para que finalidades a Inteligência Artificial pode ser utilizada nos trabalhos académicos, bem como os limites da sua utilização. Por exemplo, pode ser adequada para apoiar a pesquisa ou a organização de ideias, mas não para elaborador um trabalho final na íntegra.

Literacia digital: compreender como funciona a IA

Mais do que utilizar as ferramentas, é importante compreender o seu funcionamento e limitações. Os alunos devem saber que estes sistemas podem cometer erros, apresentar informação incorreta ou refletir enviesamentos presentes nos dados com que foram treinados. Devem ainda perceber que a qualidade das respostas depende, em grande medida, da forma como as perguntas são formuladas.

Reduzir a carga administrativa

A Inteligência Artificial pode ser uma aliada valiosa na redução do trabalho administrativo dos professores, libertando tempo para o que realmente importa: acompanhar os alunos e apoiar o seu processo de aprendizagem. Esta tecnologia pode contribuir para tarefas como o planeamento de aulas, a estruturação de unidades curriculares ou a elaboração de sumários e sínteses dos conteúdos lecionados.

Estas ferramentas podem também facilitar a criação de exercícios, testes e fichas de trabalho, a adaptação de materiais aos diferentes níveis de dificuldade e a necessidades educativas específicas, a elaboração de rubricas de avaliação e a correção de trabalhos. Em todos estes casos, a revisão e validação por parte do professor continuam a ser indispensáveis.

Dar o exemplo na utilização da IA 

Quando um professor usa a Inteligência Artificial de forma transparente e crítica, está também a promover essas boas práticas junto dos alunos. Identificar claramente quando foi utilizada, verificar a informação produzida e manter o julgamento profissional como elemento central da decisão são formas de demonstrar, na prática, o que significa uma utilização responsável.

Preparar o futuro com sentido crítico

A Inteligência Artificial tem vindo a transformar a forma como estudamos, ensinamos e trabalhamos. Quando utilizada com critério, pode apoiar a aprendizagem, simplificar tarefas e aumentar a eficiência em diferentes contextos. No entanto, o seu potencial deve caminhar lado a lado com a transparência, o espírito crítico e o respeito pela privacidade. Mais do que saber utilizar estas ferramentas, é fundamental compreender as suas limitações, validar a informação que produzem e manter sempre o julgamento humano no centro das decisões.

Num contexto em que a IA está cada vez mais presente no nosso dia a dia, desenvolver uma utilização informada e responsável é uma competência essencial para todos. A tecnologia evolui rapidamente. A responsabilidade de a utilizar de forma adequada continua a ser inteiramente nossa.

11.6.26

A Universidade de Aveiro, enter as 3% melhores Instituições de Ensino Superior do Mundo

 Global 2000 CWUR: UA nos 2,9% das melhores IES do mundo

A Universidade de Aveiro (UA) está na 605ª posição mundial, 230ª europeia e 5ª nacional, situando-se assim nos primeiros 2,9% lugares das 21 291 Instituições do Ensino Superior (IES) mundiais avaliadas. É o que revela a edição 2026 Global 2000 CWUR, conhecida a 1 de junho, que lista apenas as melhores 2 mil. Destaque-se o lugar 578ª que a UA ocupa no indicador Investigação.

Imagem do campus de Santiago com a Nave Multiusos Caixa UA em destaque

O Global 2000 CWUR - Center for World University Rankings apoia-se em indicadores objetivos, organizados em quatro áreas estruturantes para avaliar as IES em dimensões como a qualidade do ensino, a empregabilidade, a qualidade do corpo docente e o impacto da investigação. Este ranking, promovido pelos Emirados Árabes Unidos, diferencia-se pela avaliação do desempenho das IES com base em indicadores independentes, não recorrendo a dados reportados pelas próprias instituições ou inquéritos de reputação.

Os resultados das IES são obtidos a partir da análise de sete indicadores, agrupados em quatro dimensões:

Education (ensino) - 25%: alumni da IES distinguidos com prémios internacionais

Employability (empregabilidade) - 25%: alumni com funções de CEO em empesas que constam na Forbes Global 2000 list

Faculty (académicos) - 10%:  docentes e investigadores distinguidos com prémios internacionais

Research (investigação) - 40%: desempenho científico (publicações e citações observadas na fonte Web of Science)

É no indicador Investigação (Research) que a UA se classifica na relevante 578.ª posição mundial, obtendo a visibilidade e o reconhecimento internacional da atividade científica desenvolvida.

Na edição deste ano do Global 2000 CWUR, as melhores universidades a nível mundial, europeu e nacional são de novo as Universidade de Harvard (EUA), a Universidade de Cambridge (UK), e a Universidade de Lisboa que se classifica na 223ª posição.

Os resultados deste ranking podem ser consultados em https://cwur.org/2026.php

24.4.26

Equipa reitoral da Universidade de Évora do Reitor António Candeias

ANTÓNIO CANDEIAS - O novo Reitor da Universidade de Évora (Curriculum)

A equipa reitoral integra os seguintes membros:

Vice-Reitores

  • António Saez Delgado – Cultura e Sociedade
  • Ausenda Cáceres Balbino – Património, Infraestruturas e Assuntos Internos
  • Cristina Dias – Ensinos e Modernização Pedagógica
  • Rui Salgado – Investigação e Inovação

Pró-Reitores

  • António Anjos – Transformação Digital
  • Carlos Vieira – Qualidade, Acreditação e Planeamento
  • Elisa Bettencourt – Herdades Experimentais, ZEA e Hospital Veterinário
  • Elsa Lamy – Uma Só Saúde
  • Gertrudes Guerreiro – Gestão Académica
  • Leonel Alegre – Inovação Social, Transdisciplinaridade e Internacionalização das Artes
  • Nuno Pedroso – Investigação
  • Pedro Madureira – Inovação e Áreas Emergentes

Administrador

  • José Biléu Ventura

30.9.24

Do not try to listen, just be

 "Não tentes escutar, sê apenas"

Giko, o macaco em "Solastalgia 2024" de Pedro Valdjiu



30.6.22

A evolução dos direitos das mulheres, até aos ODS

 Em 1979, a ONU adota a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Mulheres (CEDAW)

Em 1995 é a vez da Plataforma de Ação de Pequim

Em 2000, a ONU aprova os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM

Em 2015 são aprovados os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

 - ODS 5 : 5. Alcançar a igualdade de género e empoderar todas as mulheres e meninas