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29.2.24

No Distrito de Santarém, AD e PS descem

A cerca de catorze dias (14) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, a AD mantém vantagem face ao PS, quando ambos descem em benefício do CH, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 23, 26 e 26/2/2024 - à distância média de 14 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest.




Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 14 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 0,9% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo de há 4 dias atrás (com trabalhos de campo a 18 dias da eleição):

PS -1,9%
AD -1,1%
CH +1,7%
BE +0,9%
IL -0,2%
CDU +0,2
Out +0,3%
N+B =

26.2.24

AD consolida vantagem sobre PS no Distrito de Santarém

A cerca de vinte (18) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, apresenta uma vantagem ligeira para a AD, face ao PS, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 20, 21 e 23/2/2024 - à distância média de 18 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest.


Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 18 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,3% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo de há 2 dias atrás (com trabalhos de campo a 20 dias da eleição):

PS +0,5%
AD +1,0%
CH -0,9%
BE -0,1%
IL -0,4%
CDU -0,2
Out -0,3%
N+B +0,2%

24.2.24

AD ultrapassa PS no Distrito de Santarém

A cerca de vinte (20) das eleições, a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, dá-nos um empate técnico, entre a AD e o PS com vantagen ligeira para a AD (que é a primeira vez que acontece), mas com a eleição de 3 deputados para cada uma das três principais forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 17, 20 e 21/2/2024 - à distância média de 20 dias da votação, com base no dossier sondagens da Marktest e as publicadas pela RTP, CNN e ParanaPesquisas (Brasil).






Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 20 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,4% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo de há 7 dias atrás (com trabalhos de campo a 27 dias da eleição):

PS =
AD +4,5%
CH -3,7%
BE -1,0%
IL -0,2%
CDU -0,5
Out -0,1%
N+B +0,1%

23.2.24

A TEORIA DO CAOS - da onda mundial do disparate, ao "bater de asas da borboleta" no Portugal de 2014

Artigo publicado no Jornal "O Templário", de 19/2/024 (Pag.6) (https://otemplario.pt/)


À partida quando nos referimos a isto - a teoria do caos, somos levados a pensar que estamos a tratar de algo na área da Filosofia, mas não. A imprevisibilidade na área científica nunca foi segredo, mas a coisa ganhou ares de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenómenos aparentemente simples, acabam por ter um impacto extremamente relevante na vida. Ele "inventou" o efeito borboleta, quando aplicando a um simulador meteorológico uma pequena e infinitésima alteração matemática, esta acabaria por alterar por completo o padrão das massas de ar no futuro.

Uma solução no atrator de Lorenz impressa em alta resolução no plano x-z, o chamado "efeito borboleta", das equações de Edward Lorenz (1963)

Na teoria de Lorenz não entrava o PS, quando este postulou a sua teoria, pois na década de sessenta do século passado, este ainda não existia - viria a ser fundado em 1973, mas como adiante veremos, ele ajudará a provar essa mesma teoria.

Estamos em 2014, em Maio, e o PS acaba de ganhar as eleições europeias, após em outubro do ano anterior ter ganho 150 presidências das 308 Câmaras Municipais do País - a maior vitória dum Partido sozinho até então observado. 

António José Seguro - um político do interior do país (Penamacor), que nos anos 80 estudou no ISCTE em Lisboa e após um percurso europeu e nacional nas juventudes partidárias - contra o primeiro Governo de maioria absoluta (de Cavaco Silva, 1985-95), viria a ser Professor Universitário (na Universidade Autónoma de Lisboa) e em 2011 eleito Secretário-geral do PS, após a clamorosa derrota de José Sócrates, no rescaldo do seu segundo Governo (2009-11).

Com duas vitórias seguidas - autárquicas e europeias, Seguro em 2014 estava em ótima posição para vir a ser Primeiro Ministro, uma vez que nesse mesmo mês de Maio, o PS liderava as sondagens publicadas, com cerca de 38%, contra 32% da direita unida (PSD-CDS) que estava a governar o País. As eleições estavam programadas para cerca de 18 meses depois - em Outubro de 2015.

Era terça-feira, dia 27 de maio de 2014 e, chegado a casa na hora de almoço abri a televisão e vejo um inefável Presidente da Câmara de Lisboa - António Costa a definir a vitória do PS de dois dias antes, como de "poucochinha". Logo ali percebi, que estávamos perante um "cheque" ao Rei.

A História que se seguiu já todos a conhecemos: Seguro viria a ser substituído na liderança do PS, através dumas primárias em que mais de 177 mil cidadãos (a maioria não-militantes), na sua maioria eleitores habituais de partidos à esquerda do PS, acabariam poor escolher Costa para liderar e ser este o candidato socialista às eleições de 2015, as quais contra todas expetativas perdeu para a coligaçãod e direita PSD-CDS, liderada pelo então Primeiro-Ministro Passos Coelho. Depois, juntou todos os partidos de esquerda, obteve a maioria dos deputados no Parlamento e formou Governos, um primeiro com o apoio de todos, um segundo com o apoio de alguns e um terceiro, após uma crise por eles provocado, no qual obteve uma inexpectável maioria absoluta, a 30/1/2022.

O "poucochinho" de 2014 - um pequeno bater de asas do então Presidente da Câmara de Lisboa, sentado em 285 milhões€ de indemnização pelos terrenos do Aeroporto de Lisboa, "dados" pelo Governo de direita, em 2012 - para que este pudesse privatrizar a ANA aos franceses da Vinci e, com isso hipotecar por várias dácadas a autonomia decisória do país em relação às infraestruturas aeroportuárias. Dizia, este "bater de asas", levou o PS a um sucesso impossível de prever, conduzindo uma parte do partido (e do País) a acreditar que os fins justificavam os meios e que no mundo da política "normal" era assim que a o "sistema" funcionava.

Estranhamente, ou talvez não, também em 2014, a Russia de Putin iniciava a atual Guerra em que nos encontramos - anexando partes do território da atual Ucrânia, incluindo a histórica província russa da Crimeia, onde estava fundeada a maior frota Russa, depois Soviética e depois mais uma vez Russa, numa das poucas saídas permentes do grande Império "continental" Euroasiático Russo tem para o mar temperado.

O mundo fez durante anos vista grossa à nova Guerra que se havia iniciado e, hoje, já quase todos sabem que a Guerra Mundial, na qual estamos mergulhados começou nesse ano - 2014 e, não irá terminar antes de se percorrerem - muito provavelmente, mais uma década, pelo menos. Depois desse início de Guerra, a vitória de Trump em 2016 - após o descalabro racista das presidencias de Obama, o Brexit - na determinação das interferências da guerra de fake promovida a partir da Rússia, passando pela vitória de Bolsonaro no Brasil, a pandemia iniciada na China e a total constrição dos direitos de cidadania, conquistados em mais de 230 anos da Idade Moderna (pós 1789), foram apenas mais factos que nos trouxeram até hoje.

Em Portugal, desde esse ano de 2014, a esquerda - e o PS a líderá-la, julgou que finalmente os ventos da História a haviam colocado no lugar certo, naquele que parecia o momento certo. Nada de mais errado. O "bater de asas" desse dia 27 de maio de 2014, levaria apenas a que parte da sociedade olhasse e visse aquilo que "nós" não víamos: que o Rei ía nu, que o "sistema" que havia sido laboriosamente construído  durante décadas, primeiro sob o contributo de Soares, Freitas e Sá Carneiro, depois por Cavaco e Guterres, e finalmente com o concurso diferenciado de Barroso e Sócrates, tinha chegado ao limite.

De incío meras expressões de um neo-liberalismo retrógrado Passista, alicerçado nuns think-thanks das Universidades de direita portuguesas, mas rapidamente transmutados para a "Internacional" a soldo de Moscovo, direta ou indiretamente conectadas, misturando os descamisados da globalização, aos tolos de todas as matizes e classes sociais, do mais iletrado ao doutorado, cujo o único ponto de contacto é / era a revolta perante a expetativa que a esquerda, que o "sistema", lhe havia durante décadas prometido, mas que fruto dos "bateres de asas à lá-Costa", apenas lhes criavam a sensação de que os fins justificavam os meios usados para chegar ao poder, como se esse fosse um fim em si mesmo.

Se nos idos de 2014, o mundo parecia continuar numa Paz eterna e o ato de Costa pareceu "legítimo", hoje sabemos já que tal como no modelo científico de Lorenz - e sim, ele acabou por criar as equações matemáticas que ajudaram a demonstrar a TEORIA DO CAOS,  a bagunça em que estamos mergulhados em 2024, começou nesse dia 27 de maio de 2014, precisamente porque TODOS falhámos ao responder à expetativa das pessoas.

Como diria o atual Secretário-geral dum PCP em desaparecimento eleitoral, Paulo Raimundo: "Essa é que é a questão essencial"!

Nem está em dúvida que se vive MUITO MELHOR hoje do que há uma década atrás. No mundo, na Europa e em Portugal. TODOS os indicadores o demonstram. A questão não é, NUNCA foi essa. 

Também na União Soviética de 1989 se vivia melhor do que na União Soviética de 1979 ou de 1969, mas não foi por isso que o sistema comunista então ruiu: foi precisamente porque a expetativa da maioria das pessoas foi defraudada. As pessoas olham e têm a perceção, sempre ampliada pelas centrais de produção de fakes direta ou indiretamente contrladas a partir de Moscovo, de que a corrupção alastra, de que os muito ricos estão cada vez mais ricos e melhoram substancialmente mais rápido a sua condição de vida que o Homem da rua, que a liberdade é condicionada por uma comunicação social clássica e "mentirosa", que a ciência também ela é "falsa" - daí o permanente crescimento do negacionsimo científico, na perceção continuada do "nós" - os cidadãos comuns, contra "eles" - os instalados no poder, uma determinada elite dirigente desconectada do idadão comum.

A expetativa atual do Homem da rua é de que a vida dos seus filhos será bem pior que a sua e que entre o hoje e o amanhã, o melhor dos dois dias está a ser o hoje. E isso, sejamos honestos, é mortal para a Liberdade e para a Democracia, como nós a vivemos e durante décadas a concebemos.

No final deste "pequeno passo mais para o CAOS" - o dia 10 de março, podemos acordar muito pior do que como acordámos em todos os dias a seguir à eleições realizadas depois de 27 de maio de 2014 - o dia do tal "bater de asas". Mas, uma coisa tenho para mim como adquirido: os nossos líderes - da direita clássica, à esquerda, não o entenderam ainda e, garanto-vos que quanto mais tarde o entenderem pior será para todos nós: o que vem aí é bem feio e mais uma prova de que a TEORIA DO CAOS está hoje mais atual do que nunca.

Ah. E já agora, convem que TODOS percebamos que estamos em Guerra. E ela é mais do que contra os inimigos da ciência e da civilização - na Ucrânia ou em Gaza, mas contra nós próprios. E essa é a mais difícil Guerra de se travar. 

Mas, podem acreditar-me: tal como postulei em 2008 - que até 2020 o mundo entraria em Guerra - tal o impacto que teria a crise do sub-prime do EUA no equilíbrio económico-social mundial, não é muito difícil prever hoje, de que até 2030 poderemos vir a ter - em Portugal, na Europa e no Mundo um ocaso das Liberdades, do Saber e da Civilização na qual nascemos e que julgámos durante décadas (poder) ser permanente.

A Teoria do Caos aí esta, a prová-lo, dia após dia!

Saibamos portanto trabalhar para mudar o rumo dos acontecimentos, que a sorte faz-se.

19.2.24

PS e CH empatados em primeiro lugar no Distrito de Santarém

A menos de um mês das eleições (27 dias), a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, dá-nos um  duplo empate técnico, com o PS e CH em primeiro, seguidos da AD, mas com a eleição de 3 deputados para cada uma destas forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 10, 12 e 13/2/2024 - à distância média de 27 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.






Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 27 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,5% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo de há 10 dias atrás (com trabalhos de campo a 37 dias da eleição):

PS +0,4%
AD -1,8%
CH +1,0%
BE +0,6%
IL -0,2%
CDU =
Out -0,2%
N+B +0,2%

16.2.24

PS mantem liderança no Distrito, mas com empate técnico a três (PS, CH e AD)

A um mês das eleições (31 dias), a projeção de resultados para o Distrito de Santarém, dá-nos um  duplo empate técnico, com o PS em primeiro, o CH em segundo e a AD em terceiro, e com a eleição de 3 deputados para cada uma destas forças políticas.

A atual projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, é baseada nos últimos três estudos de opinião cujos trabalhos de campo terminaram a 1, 10 e 12/2/2024 - à distância média de 31 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.








Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 31 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,2% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.



Variação, face a igual estudo anterior (com trabalhos de campo a 37 dias da eleição):

PS -0,3%
AD +0,5%
CH =
BE +0,3%
IL -0,2%
CDU +0,1%
Out -0,4%

14.2.24

No Distrito de Santarém, previsão aponta pela primeira vez para que Chega ultrapasse AD

Projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, baseadas nos três estudos de opinião com trabalhos de campo terminados a 25/1, 1 e 10/2/2024 - cerca de 37 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.

Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas eleições de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e a variação para os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o momento atual.

Posteriormente os resultados são projetados para o dia 10 de março, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso em média de 37 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,3% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.





Variação, face a igual estudo anterior (4/2/2024):

PS -3,1%
AD +0,3%
CH +1,7%
BE -0,7%
IL +1,2%
CDU +0,2%
Out +0,4%

6.2.24

Distrito de Santarém - Projeção atualizada

Projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, baseadas nos três estudos de opinião com trabalhos de campo terminados a 20,  25/1 e 1/2/2014 - cerca de 43 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.

Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas votações de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o dia atual. Posteriormente os resultados são projetados para dia 10/3/2024, através de correção pelo desvio médio, dum somatório de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso de 43 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,3% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.






Variação, face a igual estudo de há uma semana atrás:
PS -1,5%
AD +1.6%
CH +2,7%
BE -1,3%
IL -0,3%
CDU -1,2%

Direita sobe 1,3%
CH sobe 2,7%
Esquerda baixa 4,0%

4.2.24

Projeção de resultados para o Distrito de Santarém (atualização)

Projeção das votações finais a 10 de março, para o Distrito de Santarém, baseadas nos três estudos de opinião com trabalhos de campo terminados a 20, 20 e 25/1/2024 - cerca de 48 dias da votação, constantes do dossier sondagens da Marktest.

Método:
Considerados os valores médios ponderados obtidos nas votações de 2019 e 2022, no Continente (onde se realizam os estudos de opinião) e os mesmos no Distrito, sendo assim considerados para uma primeira projeção de resultados por força política para o dia atual. Posteriormente os resultados são projetados para dia 10/3/2024, através de correção pelo desvio médio, de igual numero de estudos realizados à mesma distância temporal (neste caso de 46-48 dias), das eleições de 2022, face aos resultados reais então obtidos por cada força política.

Margem de erro face às sondagens (e não da amostra): 1,6% por resultado médio obtido na projeção final - o qual se encontra refletido nos máximos e mínimos projetados para cada força política.




Variação, face a igual estudo de há 6 dias (29/1/2024) atrás:
PS +0,4%
AD =
CH +0,8%
BE -0,7%
IL +0,2%
CDU -0,2%