23.9.20
21.9.20
Novo PDM de Tomar é já Estratégico ou ainda é Racionalista?
Estamos prestes a ter a versão pública do novo PDM de Tomar, já terminado em 2016, mas sobre ele - e do que conheci até ao final de 2015, quando por minha iniciativa solicitei a exoneração de Chefe de Gabinete do Município, farto que estava do ATL, abordarei a seu tempo, de forma completa.
19.9.20
17.9.20
Desenvolvimento sustentável, porquê?
O conceito de o desenvolvimento sustentável começa com o relatório Brundtland (1988) em que é definido como o "Desenvolvimento que satisfaz a necessidade do presente, sem comprometer a capacidade de as gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades".
Logo após a segunda guerra mundial, surgem os primeiros indícios de que a economia mundial e o grande poder económico que está subjacente à melhoria da qualidade de vida e poder de compra, começam a ter um impacte negativo no ambiente.
15.9.20
13.9.20
Afinal a capacidade do Atlântico Norte para absorver CO2 é menor...
Artigo original (em inglês) aqui
[Notícia original de 3/4/2020]
Pesquisa sobre o plâncton do oceano provavelmente levará a uma revisão negativa dos cálculos climáticos globais

O Atlântico Norte pode ser um aliado climático mais fraco do que se acreditava, de acordo com um estudo que sugere que a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono foi superestimada.
Uma primeira amostragem de inverno e primavera de plâncton no oeste do Atlântico Norte mostrou que os tamanhos das células eram consideravelmente menores do que os cientistas presumiram, o que significa que o carbono que elas absorvem não afunda tão fundo ou rápido, nem permanece nas profundezas por tanto tempo .
Esta descoberta provavelmente forçará uma revisão negativa dos cálculos do clima global, dizem os autores do estudo apoiado pela Nasa, embora não esteja claro por quanto.
“Encontramos um equívoco. Definitivamente impactará o modelo de fluxos de carbono ”, disse o microbiologista Steve Giovannoni da Oregon State University. “Isso exigirá mais do que apenas um pequeno ajuste.”
Os pesquisadores dizem que a floração do fitoplâncton na primavera no Atlântico Norte é provavelmente o maior mecanismo biológico anual de sequestro de carbono do planeta. Como uma vasta floresta de minúsculas plantas na parte superior do oceano com a luz do sol, eles absorvem o dióxido de carbono por meio da fotossíntese. Quanto maior o plâncton, maior a chance de afundar na zona mesopelágica profunda do oceano, onde o carbono pode ficar preso por mais de 1.000 anos.
Até agora, os modelos climáticos presumiam que as diatomáceas - um dos maiores tipos de plâncton - eram dominantes. Mas o estudo, publicado no International Society for Microbial Ecology Journal , revela que eles são uma parcela muito pequena da biomassa quando comparados com cianobactérias, picofitoeukaryotes e nanophytoeukaryotes muito menores.
Isso era esperado no inverno, mas a equipe de pesquisa descobriu que mesmo na primavera - pouco antes da floração anual - havia muito menos diatomáceas no oeste do Atlântico Norte do que o previsto
“Nós perguntamos, como nossas impressões desta região oceânica podem estar tão distantes?” Disse Giovannoni. “Existem três possibilidades: novos equipamentos que nos permitem ver o plâncton menor com mais clareza, o fato de estudos anteriores terem se concentrado em regiões mais orientais e as mudanças climáticas alterando a biologia do oceano”.
Embora as descobertas deste estudo de uma parte do Atlântico Norte - grande parte dele realizado em fortes ventos fortes - não se apliquem necessariamente a todos os oceanos, Giovannoni disse que destacam o quão pouco se entende de biologia marinha, bem como a necessidade de aproximação -up estudo.
A Nasa e outras agências de monitoramento por satélite já usaram imagens do espaço para avaliar a capacidade de redução de carbono das proliferações de algas, mas precisarão revisar as suposições nas quais seus cálculos se baseiam.
• O título deste artigo foi alterado em 4 de abril de 2020 para deixar claro que a história é sobre o Atlântico Norte, nem todos os oceanos como sugerido em uma versão anterior.
11.9.20
9.9.20
Combustíveis fósseis - a grande marcha...

1.
Estes foram o verdadeiro patamar e impulso da revolução industrial e nos nossos dias continuam a ser na medida em que a diversidade de produtos, meios e utilidades quanto ao produto final extraído, ou seja o petróleo, não serem até o momento objeto de substituição, embora face às tentativas para o mesmo, essa dependência ser insubstituível. Nesta minha idade dispondo do comodismo de todos os bens materiais existentes que neste momento disponho para a vivência diária, comparo com aquilo que até um tempo atrás (quarenta e dois anos até ao momento) que me recorde, me era facultado pelos meus pais e me era apresentado pelo quotidiano para viver, seja estudar, brincar, viajar, comunicar, ver ou passar o tempo.
Na verdade sem os combustíveis fósseis ou seja o petróleo que é o produto extraído dos mesmos, não seria igual como a conhecemos. Dos inúmeros derivados do mesmo, tantos e mais usos dos mesmos resultam produtos finais que usamos e nos facilitam a vida. Mas para chegarem ao produto final, desde a sua prospeção, perfuração, extração e refinação envolve uma grande dinâmica de mão-de-obra e maquinaria. A partir daí, põe em marcha uma diversificada gama de indústrias à petroquímica ligada e dependente desta, para obter e produzir os combustíveis e lubrificantes para automóveis, aviões e navios, gerar eletricidade, produzir plásticos, detergentes, medicamentos, conservantes, borracha, nylon, fibras sintéticas, ceras, rezinas, inseticidas, asfaltos, etc.
No caso da motorização, sendo ela movida maioritariamente a combustível fóssil, sendo esta o motor principal para manter a economia mundial a funcionar e mantendo-se esta competitividade do homem não parar de querer cada vez mais, vai se adiando a sustentabilidade do meio ambiente, uma vez que esta é a causa principal da degradação desse meio ambiente devido à libertação do dióxido de carbono para a atmosfera, carbono esse existente ainda o planeta não tinha atmosfera habitável e que em tempos remotos se sedimentou na terra.
Tem que existir uma calamidade para que o homem se mentalize que tem obrigatoriamente de parar e não é por acaso que o momento pelo qual estamos a atravessar o prova, porque estudos realizados mostram que a emissão nestas últimas semanas abrandou significativamente devido à menor libertação de dióxido de carbono pela reduzida circulação automóvel.
2.
Os combustíveis fósseis têm sido o verdadeiro "motor" de toda a evolução que temos sentido em todas estas décadas. Sem essa capacidade energética nada seria possível. O que significa que a disponibilidade de energia é mesmo a peça fundamental.
Imaginem o que seria de nós se, nesta fase de tantas restrições mundiais com a pandemia, deixássemos de ter energia elétrica... seria o caos.
Mas se "Tem que existir uma calamidade para que o homem se mentalize que tem obrigatoriamente de parar e não é por acaso que o momento pelo qual estamos a atravessar o prova, porque estudos realizados mostram que a emissão nestas últimas semanas abrandou significativamente devido à menor libertação de dióxido de carbono pela reduzida circulação automóvel." Espero também que esta situação possa ajudar mais algumas pessoas, em particular lideres mundiais, a ter outra visão do mundo, face à diminuição de poluição devido à paragem provocada pela pandemia que trará também algumas, pequenas, melhorias ambientais, uma espécie de pequeno "descanso" ambiental.
3.
O petróleo só ganhou importância com a introdução do motor de combustão interna o qual era alimentado por álcool ou derivados de petróleo (gasolina, gás e mais tarde gasóleo), o que aconteceu só na chamada 2ª revolução industrial, que ocorreu a partir da segunda metade do século XIX. O grande impulsionador da 1ª revolução industrial, e que dominou até ao século XX, foi outro combustível fóssil, o carvão mineral ou hulha, que alimentava as maquinas a vapor. Estas sim, foram pioneiras no oferta de força motriz em qualquer lado e a trabalhar 24/24h, geraram por isso uma reorganização dos processos de produção aumentando exponencialmente a produtividade.
Não podemos resumir os combustíveis fosseis apenas ao petróleo ou seus derivados, embora estes sejam os mais populares e mais usados numa serie de utilizações. Não devemos esquecer o gás natural, essencial em industrias e aquecimentos domésticos nos países nórdicos, e o carvão mineral e seus derivados que são utilizados na indústria química, siderurgia ou para alimentar ainda hoje centrais elétricas. Todos eles emitem gases poluentes na sua queima, CO se for mal oxigenada ou CO2, NOx (óxidos de azoto) dependendo da pressão. Ou conforme as impurezas que contenham podem emitir SO2 (dióxido de enxofre) ou outros.
Todos os hidrocarbonetos, como bem sabemos, derivam de matéria orgânica, ou seja seres vivos cujos seus restos mortais não se decompuseram dada a falta de condições de permeabilidade, oxigenação, etc. E todos têm por isso como principal elemento o carbono -C- (presente por exemplo nos hidratos de carbono que consumimos) que é o alimento da vida/célula, ligado na formação molecular elementar a 4 -H- átomos de hidrogénio, elemento natural da molécula de água também essencial à vida, formando assim a molécula mais simples de hidrocarboneto o metano CH4 (nesta ligação covalente os átomos de H partilham os seus 4 eletrões com o C ficando este equilibrado com 8 eletrões na sua camada de valência). Conforme as condições físico-químicas dos solos, as impurezas existentes e o tipos de organismo (animal ou vegetal) o resultado da transformação dos organismos será petróleo (óleo pétreo), carvão ou gás.
4.
Na verdade os combustíveis fósseis, o resultado da transformação da matéria orgânica de plantas e animais sedimentados por força das pressões e temperaturas, não é só o petróleo como passei a ideia na minha abordagem, mas também o carvão e o gás natural, ou seja os hidrocarbonetos. Os hidrocarbonetos quimicamente formados maioritariamente por átomos de carbono e hidrogénio, ardem. Daí serem combustíveis. Numa combustão são libertados gases sobe a forma de dióxido de carbono e metano, constituinte principal do gás natural. Assim este, apesar de serem uma melhor opção (mais limpa) para o nosso meio ambiente, libertando menos emissões de enxofre, azoto e carbono não deixa de ser uma queima de material inorgânico sobe a forma dos constituintes referidos, libertando dióxido de carbono. Da mesma forma, seja o petróleo ou o gás natural utilizam a mesma forma de exploração, pesquisa e sondagens, sendo extraídos pelas mesmas técnicas. O gás convencional como sabemos encontra-se e fica aprisionado da mesma forma que o petróleo, em bolsas abaixo das rochas impermeáveis sendo extraído da mesma forma que o petróleo. No gás não convencional é utilizado o fraturamento hidráulico no sentido horizontal, onde numa apenas perfuração convencional se podem encontrar através da perfuração horizontal, inúmeros reservatórios de gás.
Paradigma ou não e colmatando a minha ideia sobre os combustíveis fósseis, dever-se-á no imediato contrapor a “queima” de hidrocarbonetos, devendo o “homem” fixar novas pretensões sobre o futuro, baseado no que no presente tem ao seu alcance para deixar o seu legado.
7.9.20
5.9.20
O que é o TURISMO sustentável?
Há mesmo várias denominações no turismo, como: turismo alternativo, turismo ecológico, turismo verde, turismo rural etc.
Concluí que qualquer tipo de turismo pode ser considerado sustentável desde que adote o mesmo conceito do desenvolvimento sustentável, ou seja: proteção dos recursos naturais, justiça social e eficiência económica.
Neste contexto a ideia de sustentabilidade no turismo tem como condição sine qua non a manutenção da atividade por um longo prazo.
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3.9.20
1.9.20
Projeto financiado por Bill Gates pode vir a substituir combustíveis fósseis
Notícia original, aqui
FotoOs espelhos vistos de cima HELIOGEN


