Campeonato Distrital de Futebol – 3ª Jornada
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Samora Correia – At. Ouriense – 3-1 Porto Alto – Moçarriense – 5-1 Mação –
Águias de Alpiarça – 1-0 Amiense – Coruchense – 2-0 Alcanenense – Torres
Novas –...
3.7.17
Marketing político e capacidade de envolvimento do PS é isto?
Bem. Podia não escrever nada.
Podia, mas não posso.
Apesar de tudo sou ainda, formalmente, membro das Comissões Políticas Concelhia e Distrital do PS e gosto de ver o trabalho, qualquer que ele seja, bem feito.
E não, não é o caso.
A foto em baixo, é a que está no facebook oficial do PS de Tomar, sendo referente à apresentação dos mandatários da juventude da candidatura às eleições autárquicas.
Ela fala por si própria...
1.7.17
Afinal constrói-se junto à GNR ou não?
Mais de um ano passado, desde que publicamente divulguei a proposta de construção de um núcleo de alojamento temporário, junto à GNR, no final da Avenida António da Fonseca Simões, feita em 2015 à Presidente da Câmara e que esta pôs em marcha, para estudo e nada.
Fica a dúvida: já não há intenção de resolver o problema, vai-se enfim construir de raiz naquele espaço, para albergar mais do que as 25 pessoas estimadas pelas primeiras informações públicas prestadas ou é mesmo caso para esquecer?
25.6.17
As funções do Hospitaleiro em Maçonaria
contributo para a aprendizagem maçónica
Hospitaleiro
“Nome dado a um dos Oficiais de uma Loja Maçónica, porque esse oficial é o encarregado não só da arrecadação dos óbulos por meio de seu ”giro” litúrgico com formalidade, como também de atender aos necessitados”.
“É o irmão oficial que têm o cargo e a responsabilidade da distribuição dos fundos de caridade para o uso com os necessitados”.
Através do Saco de Beneficência, ou Tronco da Viúva, os óbulos arrecadados são aplicados pelo Hospitaleiro, de forma autónoma e independente, sem que lhe seja exigida qualquer prestação de contas, permanecendo o montante da coleta em sigilo (somente o Hospitaleiro o conhecerá). A obrigação de prestar contas, não dos valores, mas das ações que pratica em nome da Loja é por isso exclusiva do Hospitaleiro.
É também ele o irmão encarregado de visitar, cuidar e socorrer aos irmãos enfermos que sejam membros da própria Loja, ou profanos por ela recomendados.
Hospitaleiros ou Hospitalários, é também o nome que no princípio foram conhecidos os membros ou cavaleiros da Ordem de São João de Jerusalém, chamados também Templários.
Ele deve distribuir e prestar todos os socorros concedidos aos necessitados.
É o irmão Hospitaleiro que tem a seu cargo, o saco da beneficência ou tronco da viúva. Ele deve distribuir e prestar todos os socorros concedidos aos necessitados.
Agrega, portanto, a mais delicada função maçónica, pois o eleito, deve ter tato, perspicácia e muitas virtudes, pois, de sua vontade depende toda a filantropia realizada.
É um irmão especial, ativo, vigilante, bom observador e pela firmeza de seu caráter, deve ser inacessível a uma piedade cega que é ordinariamente o disfarce dos homens sem pudor que fazem deste, um objeto de comércio, ou que convertem numa indústria, dedicando-se a explorar a bondade e inesgotável beneficência fraternal dos irmãos; tampouco deve ser duro ou inabordável, e não deve nunca faltar aos deveres da humanidade.
A humildade deve ser o seu primeiro dever.
E sendo esta (humildade) o primeiro dever, (o primeiro cuidado), de todo irmão maçon..., ele é porém muito especialmente do irmão Hospitaleiro.
Sua reputação de caritativo, mas também de severo e justo, deve ser conhecida, a fim de que a mendicidade maçónica incessante e atrevida, como todas as outras mendicidades (pois os mendicantes maçons não têm menos importância que os outros mendicantes), não se atrevam a "assalta-lo" de pedidos, e que o verdadeiro desgraçado pela sorte, a viúva e o órfão de um irmão falecido, inesperadamente possam ser socorridos e contar com seu justo e saudável apoio.
Ele deve rechaçar com energia a todos os pedidos que vierem duvidosos.
É preciso que o Hospitaleiro seja um homem sagaz para julgar a linguagem e a posição dos indivíduos que solicitam a assistência da Loja, que examine bem o mérito das solicitações, rechaçando com energia a tudo que vier duvidoso.
Pode mesmo dizer-se que o irmão Hospitaleiro, é o chefe da tribo para todos os atos humanitários e beneficentes, é o Levita moral, que leva o consolo e o socorro a seus irmãos em suas desgraças e em suas aflições.
O irmão Hospitaleiro deve trabalhar e reconhecer que o socorro que lhe imploram pode dar um dia a mais de vida a um ser humano, este é o primeiro beneficio, esta é a ordem da Loja e dos seus irmãos.
O Hospitaleiro faz-se o expoente da solidariedade da Loja, cuidando para que nunca se enfraqueça o laço de união que sempre deve existir entre todos os membros da Ordem.
O irmão Hospitaleiro deve ter em sua mente que não é com o seu próprio vil metal que pratica as boas ações, mas sim, que o vil metal vem de todos os irmãos e que a lealdade é fundamental, quando se administram valores alheios...
A ORIGEM
“É sempre muito difícil, especular sobre as origens de coisas que se perdem no tempo. É também questionável se realmente isto é importante para coisas que são importantes por si mesmas independentemente de suas origens”.
É FUNÇÃO DO HOSPITALEIRO OU COMPETE AO HOSPITALEIRO (variável, mas constante de muitos regulamentos de diferentes obediências)
1 - Fazer circular o Tronco de Beneficência ou Solidariedade (ou da viúva) nas sessões, arrecadando a contribuição dos irmãos presentes, juntando a este os apoios dados pelos ausentes entre as sessões.
2 - Exercer pleno controle sobre o produto arrecadado pelo Tronco de Beneficência, o qual se destina exclusivamente, às obras beneficentes da Loja.
3 - Presidir a Comissão de Beneficência.
4 - Ter pleno conhecimento da situação do cofre da hospitalaria, o qual constitui património especial e maçónico da Loja, e que não pode ser utilizado, em nenhuma hipótese, para fins estranhos à hospitalaria.
5 - Visitar os Obreiros enfermos, dando conhecimento à Loja do seu estado de saúde, propondo, se for o caso, auxílios, ouvida a comissão competente.
6 - Fazer parte de todas as comissões enviadas pela Loja aos membros do Quadro, quando doentes, ou das que tiverem de assistir a funerais.
7 - Comunicar à Loja, em qualquer época, a ausência, mudança de estado, morte ou qualquer ocorrência que tornem desnecessários os socorros prestados, a fim de serem tomadas as devidas providencias.
8 - Ter um livro para registro das ações de benemerência prestadas em nome da Loja, apresentando em sessões dos meses de fevereiro, maio, agosto ou novembro a prestação de contas alusivas aos trimestres civis imediatamente anteriores, conforme normas próprias o qual deverá ser entregue ao seu sucessor.
9 - Deve ter um adjunto, que o substitui, possuindo direitos e deveres.
A Hospitalidade é uma virtude que é sumamente importante na Ordem Maçônica, sendo que a ela se estende a todos os irmãos maçons onde quer que o irmão se encontre pelo mundo.
“É o irmão oficial que têm o cargo e a responsabilidade da distribuição dos fundos de caridade para o uso com os necessitados”.
Através do Saco de Beneficência, ou Tronco da Viúva, os óbulos arrecadados são aplicados pelo Hospitaleiro, de forma autónoma e independente, sem que lhe seja exigida qualquer prestação de contas, permanecendo o montante da coleta em sigilo (somente o Hospitaleiro o conhecerá). A obrigação de prestar contas, não dos valores, mas das ações que pratica em nome da Loja é por isso exclusiva do Hospitaleiro.
É também ele o irmão encarregado de visitar, cuidar e socorrer aos irmãos enfermos que sejam membros da própria Loja, ou profanos por ela recomendados.
Hospitaleiros ou Hospitalários, é também o nome que no princípio foram conhecidos os membros ou cavaleiros da Ordem de São João de Jerusalém, chamados também Templários.
Ele deve distribuir e prestar todos os socorros concedidos aos necessitados.
É o irmão Hospitaleiro que tem a seu cargo, o saco da beneficência ou tronco da viúva. Ele deve distribuir e prestar todos os socorros concedidos aos necessitados.
Agrega, portanto, a mais delicada função maçónica, pois o eleito, deve ter tato, perspicácia e muitas virtudes, pois, de sua vontade depende toda a filantropia realizada.
É um irmão especial, ativo, vigilante, bom observador e pela firmeza de seu caráter, deve ser inacessível a uma piedade cega que é ordinariamente o disfarce dos homens sem pudor que fazem deste, um objeto de comércio, ou que convertem numa indústria, dedicando-se a explorar a bondade e inesgotável beneficência fraternal dos irmãos; tampouco deve ser duro ou inabordável, e não deve nunca faltar aos deveres da humanidade.
A humildade deve ser o seu primeiro dever.
E sendo esta (humildade) o primeiro dever, (o primeiro cuidado), de todo irmão maçon..., ele é porém muito especialmente do irmão Hospitaleiro.
Sua reputação de caritativo, mas também de severo e justo, deve ser conhecida, a fim de que a mendicidade maçónica incessante e atrevida, como todas as outras mendicidades (pois os mendicantes maçons não têm menos importância que os outros mendicantes), não se atrevam a "assalta-lo" de pedidos, e que o verdadeiro desgraçado pela sorte, a viúva e o órfão de um irmão falecido, inesperadamente possam ser socorridos e contar com seu justo e saudável apoio.
Ele deve rechaçar com energia a todos os pedidos que vierem duvidosos.
É preciso que o Hospitaleiro seja um homem sagaz para julgar a linguagem e a posição dos indivíduos que solicitam a assistência da Loja, que examine bem o mérito das solicitações, rechaçando com energia a tudo que vier duvidoso.
Pode mesmo dizer-se que o irmão Hospitaleiro, é o chefe da tribo para todos os atos humanitários e beneficentes, é o Levita moral, que leva o consolo e o socorro a seus irmãos em suas desgraças e em suas aflições.
O irmão Hospitaleiro deve trabalhar e reconhecer que o socorro que lhe imploram pode dar um dia a mais de vida a um ser humano, este é o primeiro beneficio, esta é a ordem da Loja e dos seus irmãos.
O Hospitaleiro faz-se o expoente da solidariedade da Loja, cuidando para que nunca se enfraqueça o laço de união que sempre deve existir entre todos os membros da Ordem.
O irmão Hospitaleiro deve ter em sua mente que não é com o seu próprio vil metal que pratica as boas ações, mas sim, que o vil metal vem de todos os irmãos e que a lealdade é fundamental, quando se administram valores alheios...
A ORIGEM
“É sempre muito difícil, especular sobre as origens de coisas que se perdem no tempo. É também questionável se realmente isto é importante para coisas que são importantes por si mesmas independentemente de suas origens”.
É FUNÇÃO DO HOSPITALEIRO OU COMPETE AO HOSPITALEIRO (variável, mas constante de muitos regulamentos de diferentes obediências)
1 - Fazer circular o Tronco de Beneficência ou Solidariedade (ou da viúva) nas sessões, arrecadando a contribuição dos irmãos presentes, juntando a este os apoios dados pelos ausentes entre as sessões.
2 - Exercer pleno controle sobre o produto arrecadado pelo Tronco de Beneficência, o qual se destina exclusivamente, às obras beneficentes da Loja.
3 - Presidir a Comissão de Beneficência.
4 - Ter pleno conhecimento da situação do cofre da hospitalaria, o qual constitui património especial e maçónico da Loja, e que não pode ser utilizado, em nenhuma hipótese, para fins estranhos à hospitalaria.
5 - Visitar os Obreiros enfermos, dando conhecimento à Loja do seu estado de saúde, propondo, se for o caso, auxílios, ouvida a comissão competente.
6 - Fazer parte de todas as comissões enviadas pela Loja aos membros do Quadro, quando doentes, ou das que tiverem de assistir a funerais.
7 - Comunicar à Loja, em qualquer época, a ausência, mudança de estado, morte ou qualquer ocorrência que tornem desnecessários os socorros prestados, a fim de serem tomadas as devidas providencias.
8 - Ter um livro para registro das ações de benemerência prestadas em nome da Loja, apresentando em sessões dos meses de fevereiro, maio, agosto ou novembro a prestação de contas alusivas aos trimestres civis imediatamente anteriores, conforme normas próprias o qual deverá ser entregue ao seu sucessor.
9 - Deve ter um adjunto, que o substitui, possuindo direitos e deveres.
A Hospitalidade é uma virtude que é sumamente importante na Ordem Maçônica, sendo que a ela se estende a todos os irmãos maçons onde quer que o irmão se encontre pelo mundo.
23.6.17
21.6.17
Quartel dos bombeiros finalmente remodelado
Ao fim de cerca de três meses de obras, o Quartel dos Bombeiros Municipais de Tomar, está praticamente concluído, com diversas renovações e pinturas, durante décadas adiadas e foi possível “travar” a tese que pretendia que parte dele desaparecesse, para garantir o financiamento das obras.
19.6.17
17.6.17
Como se trasnforma um parque de Campismo num deserto...
Só em Tomar, isto seria possível.
| Parque de Campismo Municipal de Tomar (foto do site www.campingtomar.wordpress.com) |
Uma referência nacional, por existir no centro de uma Cidade, o Parque de Campismo Municipal de Tomar, foi o mesmo encerrado a 1 de dezembro de 2016 e substituído por um Parque de Estacionamento para Autocaravanas.
| Aspeto atual do Parque de Estacionamento de Autocaravanas |
| Aspeto atual do Parque de Estacionamento de Autocaravanas |
O resultado é a ausência, quer de campistas, quer de autocaravanas.
O estado de abandono é quase total e nem a relva já existe, tal a incúria existente.
No entretanto já foi observado um turista que montou a tenda no Mouchão!
Tomar merece isto?
13.6.17
11.6.17
Rota dos Templários reune a sua Assembleia Geral em Tomar dia 7 de julho
O processo de implantação e reconhecimento, pelo Conselho da Europa da ROTA DOS TEMPLÁRIOS, como itinerário cultural europeu, cujos trabalhos começaram em 2014 (28 de novembro, com a primeira reunião em Tomar) e teve a constituição formal da “Rota” em 2016, irá ter mais um passo dia 7 de julho, quando a sua assembleia geral reunir em Tomar.
Esperam-se então novidades sobre o processo de candidatura ao Conselho da Europa.
Da matriz inicial de criação da Rota, destaca-se:
CERTIFICAÇÃO DOS
ITINERARIOS CULTURAIS EUROPEUS – ROTA DOS TEMPLÁRIOS
Troyes – Larzac – Monzón – Ponferrada – Tomar
Iniciar os turistas em geral para a temática Templária,
tendo por base territórios diversos, com diferentes estágios de conservação da
sua memória, onde evidências patrimoniais, toponímicas ou etnográficas se
encontram e desenvolvem, na Europa e Médio Oriente
Procura identificar elementos originais, de património, de
ligação com as ordens conexas de Portugal Cistercienses, Hospitalários, Calatrava,
que possam valorizar os seus territórios numa perspectiva de desenvolvimento
sustentável, oferecendo interpretações dos locais e das vivências, com impacto
na investigação científica e no turismo.
Identificar os locais significativos (em carta turística) e
partilhá-los, com os que estão visitáveis hoje e aqueles que poderão no futuro
ser visitáveis (em Portugal, Espanha, França, Itália e Inglaterra)
Identificar os mitos, a simbólica e as suas hipóteses de
interpretação.
9.6.17
Relatório de Inspeção Geral de finanças arrasa gestão financeira municipal de 2009 a 2013
A gestão do PSD, que o último relatório da Inspeção de Finanças avalia, nesse mandato de 2009-13 no qual servi como vereador, foi absolutamente miserável, diria mesmo quase criminoso - o que só tem par com as deliberações do primeiro mandato de António Paiva (PSD) - 1998/2001, relativas à concessão do estacionamento tarifado da cidade de Tomar à ParqueT.
Aliás, não foi por acaso que os eleitores não deram, em 2013, a vitória ao candidato do PSD, que havia sido o vereador (e depois presidente) responsável pelo setor financeiro de 1998 a 2013.
Recordo aqui, e ele não me vai levar a mal por isso, de várias conversas que tive com o então chefe de divisão financeira, curiosamente hoje candidato do PSD à Câmara, aliás das pessoas mais bem preparadas para tal demanda - como disse (e reafirmo), em entrevista que dei em setembro de 2016 ao jornal "O Cidade de Tomar".
Por diversas vezes perguntava a Luis Boavida, se ele não achava que devia haver um maior controlo do orçamento e ele olhava para mim, dizendo-me com aquele ar responsável que tem, independentemente de concordarmos com ele ou não (e eu nem concordo, nem sou do seu partido), que a pressão e as decisões do presidente (Corvelo) e do vereador (Carrão) eram impossíveis de não considerar.
Mas dizia-me mais: com delegação de competências espalhadas por toda a Câmara (cada vereador podia autorizar até 12.500€ e cada chefe de divisão até 5.000€), não havia forma objetiva de controlar a despesa.
Naturalmente, nesse dia percebi que quando o PS fosse para o poder NUNCA poderia deixar o presidente de ter, neste contexto, o total controlo financeiro sem delegações de autorização de despesa. E isso foi feito logo em 2013.
Naturalmente, que também nesse dia percebi que Luis Boavida era bem mais capaz para gerir uma Câmara, do que aqueles que estavam sentados comigo na sala da vereação...
Hoje, ele é o nosso (do PS) principal adversário e isso só engrandece a democracia e o Concelho de Tomar.
Para a posterioridade fica a foto dos RESPONSÁVEIS pelo pior mandato autárquico de sempre: Que nunca nos esqueçamos delas!
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