3.10.12

As perguntas para as quais o Centro Hospitalar não tem resposta

No passado mês de Junho houve uma reunião da Câmara de Tomar e da comissão de saúde da Assembleia Municipal, com o Presidente do Conselho de Administração do CHMT (Centro Hospitalar do Médio Tejo), coloquei quatro questões incómodas...
 
1 - Despacho 5414/2008, Ministério da Saúde. PORQUE NÃO É CUMPRIDO?
[Estipula que a urgencia de Tomar e de Torres Novas são SUB5, em articulação com as valências instaladas, de cariz de urgencia Médico-cirurgica]

 
2 - Redução dos serviços hospitalares entre 5% a 13% superior à média nacional, no primeiro Semestre de 2012.
NÃO É PROVA QUE A REESTRUTURAÇÃO FALHOU?

 
3 - Equilíbrio de valências entre as 3 unidades, destruida em 2012. resultadando MENOS cuidados de saúde disponíveis
DE TOMAR DESAPARECEU A URGENCIA, A MEDICINA INTERNA E 33% DAS CAMAS, porquê e para quê?
 
 
4 - MUITOS +€ gastos pelas famílias.
[Uma alta dada em Abrantes, custa à família do doente mais de 50€ em transporte de ambulância. O Ministério poupa, mas quem paga são as famílias. E quem não pode?]
 
 
Respostas?
Só com a demissão deste Governo PSD-PP, muito provavelmente.
Mas no entretanto há-de haver muita gente a sofrer mais e mais longe e alguns a morrerem sozinhos, sem hipótese de apoio de uma mão familiar e amiga. É justo? Não!