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20.6.16

REVISÃO DO PDM DE TOMAR PROPÕE TRIPLICAÇÃO DA CIDADE

Ponto de situação do PDM, com a previsão do aumento da área da Cidade para cerca do triplo - ficando delimitada entre a A13 a Este e o IC9 a Norte, será presente à Comissão Técnica de Acompanhamento nesta terça-feira, dia 21 de junho.
 
 
 
Nesta proposta, agora em avaliação técnica, passam a fazer parte da área urbana da Cidade de Tomar, várias localidades hoje periféricas, como sejam por exemplo Valdonas, Minjoelho, Casas D'Além, Pesqueira, Coito ou Casal da Avessura.

De falta de ambição de crescimento, ninguém pode acusar esta proposta de novo PDM, de não a ter.

Uma situação que irá, naturalmente, merecer uma avaliação e escrutínio apurado pois, uma vez que andamos nisto desde 2008, já agora seria interessante que a nova proposta de PDM resolve-se, efetivamente, os problemas e os constrangimentos que o atual tem causado à fixação e desenvolvimento económico do Concelho.

Uma Cidade, que além de ter o património judaico e Templário único, passará a ser uma Cidade de vocação área agrícola imensa, com uma floresta protegida, integrada na Rede Natura 2000, um campo de aviação, enfim, tudo e mais alguma coisa...

Como não li ainda a proposta final, temo ainda vir a descobrir a proposta de localização para algum Porto, que isto com o degelo e com a subida do Mar, nada como prever, ali para os lados da Matrena, o dito cujo...



Num registo um pouco mais sério, é nestes momentos que gosto de recordar quais foram as posições do PS sobre o tema, especialmente quando se iniciaram os trabalhos da sua revisão. Era então Presidente da CPC do PS de Tomar, Hugo Cristóvão, Carlos Silva vereador, eu próprio e Anabela Estanqueiro, deputados municipais integrantes da comissão e acompanhamento da revisão do PDM.

E como não sou egoísta, convido todos a lerem aquela que foi a declaração e voto, proferida (e lida) pelo então vereador Carlos Silva, durante 45 minutos e com 18 páginas...

DECLARAÇÃO DE VOTO DO PS SOBRE O PDM EM 6 DE MAIO DE 2009

17.6.16

A Praça da República antes da "invasão" das viaturas e ideias para aí melhorar o trânsito

Antes da "invasão" das viaturas e, consequentemente, dos pilaretes que tanta polémica têm dado a Praça da República tinha outras, boas, invasões.
 
Claro que ninguém pretende voltar a este tempo, mas vamos encher a Praça de gente ou de viaturas?
 
 
 

 
 
A polémica introdução dos pilaretes na Praça da República, de forma a que não houvesse mais estacionamento abusivo, levou ao (res)surgimento de algumas (boas) ideias. Destaco desde logo, a do Engº Manuel Alves, que propôs o seu definitivo encerramento, após estudos de circulação. Concordo!
De facto não é absolutamente necessário manter-se a circulação automóvel na Praça. Para que tal se concretize, atrevo-me a propor a escrutínio público (e estudo técnico) as seguintes alterações:
· Haveria entrada de trânsito pela Rua do Pé da Costa de Baixo (Turismo), passagem nas traseiras dao Edifício D.Manuel (Câmara) e saída pela Rua Dr. Sousa (no Largo do Pelourinho);
· Haveria entrada de trânsito pela Rua Infantaria 15 e saída pela Rua de S.João, na Rua Everard;
· Haveria inversão de trânsito na Rua Alexandre Herculano, passando esta a ter a circulação idêntica a todas as demais ruas do Centro Histórico;
· A entrada para o Parque de Estacionamento far-se-ia pela Rua do Pé da Costa de Cima e a saída para a Rua Dr. Sousa (inversão do atual sentido)
Até ao fim dos estudos e implementação das alterações, defendo a manutenção dos pilaretes!
Boa altura para recordar os preços dos Parques:
 

16.6.16

CETHOMAR promove exposição virtual e está aí mais uma exposição real


https://www.facebook.com/cethomar/
Tomar, Cidade de Cultura e de Culturas, têm mais dois pilares, duas colunas, da sua construção em andamento...

15.6.16

Presidente do Departamento de Troyes (Aube), visita Tomar na próxima semana

Uma delegação francesa, da cidade de Troyes, faz uma visita não oficial a Portugal na próxima semana, sendo chefiada pelo presidente do Conselho Geral do Departamento de Aube, o senador Philippe Adnot.
 
Em Troyes, precisamente, decorreu em 1129 o Concílio com o mesmo nome, onde foi formalmente constituída a Ordem dos Templários.
 
E foi com o objetivo de estreitar as relações com os responsáveis regionais, que aí se deslocou, em outubro de 2014, uma delegação do Município de Tomar, que tive a honra de integrar, e que incluiu parceiros da organização da Festa Templária e da Associação Templanima, que já havia realizado um trabalho preparatório em 2012, aquando da realização em Troyes de um importante Congresso sobre os Templários, onde foi orador o Prof. Ernesto Jana.
Senador Philippe Adnot, ao centro e Cristelle Taillardat (de lenço), aquando da visita realizado em 2014 a Troyes 
 
Das diversas reuniões de trabalho ao nível político no Departamento de Aube, ao nível técnico do Museu Templário de Payans, terra de origem do fundador da Ordem, Hugo de Payans, dos Arquivos Departamentais e da Judiaria de Troyes, foi possível dar os passos necessários para a concretização de uma candidatura ao Conselho da Europa, em outras reuniões posteriormente realizadas, nomeadamente em Tomar em novembro de 2015, onde ficou assumida a preparação de uma candidatura a itinerário cultural europeu, que se espera poder ser concretizado ainda este ano - muito provavelmente no decurso do terceiro Trimestre, segundo a programação o ano passado estabelecida.
 
O Senador Philippe Adnot, virá acompanhado de Christelle Taillardat, que é hoje a Diretora do Comité Departamental de Turismo de Aube, que tem já uma equipa científica a trabalhar em França, com Jean Michel Puydebat, especialista em Turismo Cultural e onde, espero que em Portugal possa contar com o empenho dos Prof. Carlos Veloso e do Prof. Ernesto Jana, que vem acompanhando o processo desde há vários anos, não só no já referido Congresso Templário de 2012, como o ano passado na Conferência sobre Ordens Militares das Idade Média, realizado no final de fevereiro de 2015 em Monzon (Espanha), onde apresentou um trabalho sobre a Igreja de Santa Maria dos Olivais de Tomar.
Visita de trabalho em novembro de 2015, com Christelle Taillardard e o perito JM Puydebat (junto ao presidente do Município da Barquinha)
 
Além de outros locais em Portugal, a delegação da Região de L'Aube, estará em Tomar na quinta-feira, dia 24 de junho, onde estou certo disso realizarão as necessárias reuniões de trabalho e visita ao Castelo Templário, de forma a continuar o trabalho de estreitamento de relações, entre a Região Francesa da Champagne, onde Aube se insere e a Região Templária de Portugal.
 
O veterano senador, pessoa assaz afável, é um empresário agrícola de sucesso da região - na área da produção intensiva de batatas - que nesta região francesa é de nível industrial, relembrando uma característica cultural da marca Templária, pouco avaliada em Portugal, que tinha relação direta da atividade militar de defesa, introdução e desenvolvimento tecnológico, na área agrícola, que os Templários promoviam nas regiões onde tinham Comendas, que mais não eram do que Quintas que forneciam alimento, riqueza e homens, para as Cruzadas que demandavam, ou a Terra Santa ou nalguns casos a Península, ajudando à reconquista cristã.
 
Estou certo que na visita a Tomar, haverá espaço para uma visita ao excecional laboratório de restauro do nosso Instituto Politécnico, uma vez que tivemos aquando da visita a Troyes a oportunidade de visitar o Arquivo Regional e de manusear peças únicas, em pergaminho, do tempo do Império Carolíngio e da Baixa Idade Média.
 
É bom saber que, na conjugação de esforços de diversas entidades, individualidades e junção de saberes, o caminho para a constituição, a nível europeu, do reconhecimento da Rota dos Templários, como Itinerário Cultural Europeu, se vem fazendo, passo a passo e onde Tomar tem um papel determinante.
 
É de bom augúrio esta visita, a escassas semanas da Festa Templária de 2016, desta feita com o devido destaque na História e ligada a um acontecimento relevante - o Cerco de 1190.

14.6.16

Exposição sobre Biodiversidade na Mata dos Sete Montes até 30 de junho

Entrada gratuita
Local: Centro Ambiental - Mata dos Sete Montes
Horário: 09h00-12h30; 14h00-17h30 (TODOS OS DIAS ÚTEIS DA SEMANA)

13.6.16

A Câmara das Reflexões - subsídio para a aprendizagem maçónica

A Câmara de Reflexões é, segundo o abecedário simbiótico de José Adelino Maltez, na sua primeira edição (Nov2011), uma sala de ritual da Maçonaria Universal.
 
É aí que se desenrola parte do processo de iniciação, quando o iniciado tem a sua primeira prova, sendo descrita com bastante precisão  no livro A Guerra e Paz, de Leão Tolstoi.
 
"O pretendente senta-se sozinho e escreve as suas razões de querer-se juntar à Ordem", segundo MacNulty (W. Kirk). "Porque assim como há três portas na fachada oriental da Catedral Gótica, há três caminhos tradicionais para ganhar acesso ao Templo Humano interior: açãodevoção e contemplação", assim o define.


Porque reflexão vem de reflexus, o particípio do verbo refletir, isto é, voltar o espírito para, donde veio reflexio, a ação de voltar atrás.
 
Aí se procura o quem sou? De onde vim? Para onde vou? Visa-se um exercício de consciência sobre a brevidade da vida e a imortalidade do espírito, incorporando-se símbolo como a caveira (caput mortuum), a Ampulheta, a Gadanha (não como símbolo da morte, mas antes do nutrir transformador da natureza, o ceifar das dádivas da natureza) e o Galo, catalisadores que facilitam a transformação, como o Enxofre, o Sal e o Chumbo, em torno da morte do profano [aquele que aspira entrar na Ordem Maçónica], sob o lema VITRIOL [Visita Interiore Terrae Rectifandoque Invenies Occultum Lapidem, ou visita o interior da Terra e, retificando, encontrarás oculta pedra] e Vigilância e Perseverança.
 
Não se deve confundir esta Câmara, com a Câmara Secreta ou de Meditação, lugar de receção do Mestre Secreto, nos Altos Graus Maçónicos [Graus de evolução maçónica após os três graus clássicos - de aprendiz, companheiro e de mestre].

11.6.16

Obras no quartel dos Bombeiros e aquisição de veículo florestal serão candidatados a fundos europeus

Conforme já anunciado publicamente pela Presidente da Câmara, no novo enquadramento de candidaturas a fundos comunitários, Tomar irá tentar um financiamento para as obras do Quartel dos Bombeiros, investindo na melhoria e otimização da área operacional, aproveitando para a reformulação de todo o parque de viaturas, a receção, a zona de vestiários e salas de operações/comunicações, pinturas e substituição de telhados. Será uma manutenção como nunca, desde que o quartel foi construído, foi realizada.
 
Recordo que os últimos trabalhos de alguma, pouca, manutenção foram realizadas em 2011 (vereação socialista) e apenas para renovar a tela impermeabilizante de parte da cobertura, face às constantes e graves infiltrações então observadas na zona do refeitório contíguo ao Salão. Antes, também na mesma zona, em 2003 (vereação socialista), haviam sido realizadas obras com o objetivo de repor um teto que havia caído em virtude das infiltrações.
A sempre adiada renovação dos portões de acesso ao quartel e a criação de uma verdadeira receção/entrada, bem como a necessária renovação de todo o sistema elétrico, terão nesta candidatura natural espaço para se desenvolver, num projeto que poderá estar variar entre os 400-600.000€.

Ao Município caberão, naturalmente, comparticipar com 15% destes valores.


O aviso de candidatura que terá de estar concluído até ao final de julho, tem como prioridade de investimento a “Promoção de investimentos para abordar riscos específicos, assegurar a capacidade de resistência às catástrofes e desenvolver sistemas de gestão de catástrofes” e tem o objetivo especifico de “Reforço da gestão face aos riscos, numa perspetiva de resiliência, capacitando as instituições envolvidas.


A tipologia de operações passível de apresentação de candidaturas no âmbito do aviso-concurso é a que se encontra prevista no RESEUR, que visa apoiar “Intervenções na rede de infraestruturas para reforço da operacionalidade, especificamente em edificação nova ou ampliação ou remodelação de edifícios operacionais de bombeiros, que visem a refuncionalização das áreas operacionais dos edifícios, em áreas de elevada suscetibilidade a incêndios florestais, não abrangendo obras de beneficiação nem intervenções em infraestruturas já cofinanciadas”.

Para os efeitos previstos neste aviso-concurso são elegíveis as entidades beneficiárias que tenham por missão desenvolver operações de gestão de riscos no domínio dos incêndios florestais, ou sejam as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários e entidades detentoras de Corpos de Bombeiros Profissionais, bem como - e esta é uma conquista das autarquias - as Autarquias Locais e suas Associações (as Comunidades Intermunicipais).



NOVO CONCURSO ABERTO PARA AQUISIÇÃO DE VEÍCULOS DE FOGO


Está também a decorrer outro aviso de candidatura (Aviso nº 10-2016-51), ao qual o Município de Tomar, também já manifestou intenção de concorrer, para a aquisição/substituição de veículos de fogo, sendo intenção de Tomar procurar aceitação da ANPC - obrigatória, para a aquisição de um veículo florestal de combate a incêndios (VFCI), bem como a tentativa da substituição do autotanque mais antigo que conta com 33 anos de serviço nos Municipais de Tomar.


A prioridade de investimento é a mesma do anterior aviso e os objetivos os mesmo - Reforço da gestão face aos riscos, numa perspetiva de resiliência, capacitando as instituições envolvidas.

A tipologia de operações passível de apresentação de candidatura no âmbito deste Aviso tem como objeto a: "Aquisição de Veículos Operacionais de Proteção e Socorro, que visa manter operacional o dispositivo mínimo de segurança previsto no Dispositivo de Combate a Incêndios Florestais (DECIF), podendo incluir a substituição de veículos sinistrados, conforme o nº 3 do artigo 82.º do RE SEUR."


Importante sabermos que não serão financiadas intervenções de modernização ou reconversão de equipamentos financiados há menos de 10 anos, nos termos do Acordo de Parceria, o que no caso dos Municipais de Tomar só inclui o VSAT, decidido de adquirir e candidatado em 2011 (vereação socialista) e entregue em 2013.

Também aqui podem concorrer as "Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários e entidades detentoras de Corpos de Bombeiros Profissionais" e as "Autarquias Locais e suas Associações".
 

A estratégia que está a ser seguida é a correta e visa de forma continuada melhorar a capacidade operacional dos Municipais de Tomar, investindo na sua profissionalização e melhoria das condições de trabalho, sem descaracterizar o Quartel de Bombeiros que recorde-se, sob minha proposta aprovada em 2011 está a ser estudado para classificação - a par da Piscina Vasco Jacob, como património municipal, dada a sua arquitetura de época.

10.6.16

Medicina interna volta a Tomar em outubro, mas novos desafios vêm aí

Não é todos os dias que há boas notícias, mas o recente anúncio por parte do Ministro da Saúde, de que a valência da medicina interna volta para o Hospital de Tomar, no máximo até outubro, essencialmente baseado num protocolo a realizar entre um Centro Hospitalar de Lisboa e o Centro Hospitalar do Médio Tejo, onde o nosso Hospital está integrado, deve ser por todos valorizado.

Entretanto para reforçar o quadro de internistas no Centro Hospitalar do Médio tejo, foi já entretanto aberto concurso para mais quatro, o que não é garantia de que venha a haver concorrentes, como já aconteceu nos últimos anos para outras especialidades. É que vir para um conjunto de Hospitais do interior, nem sempre é uma opção simples para um médico.

Por agora a situação, de desinvestimento no Hospital Nª Srª da Graça, em Tomar, começa a ser invertida, mas todos sabemos que a pressão existente sobre a forma de gestão do serviço nacional de saúde (SNS), especialmente nos Hospitais de interior, fora dos grandes centros de referência de Lisboa, Coimbra e Porto, vão exigir novas abordagens.
 
A reformulação das redes de referenciação do SNS e a liberdade de opção pelo Hospital, que o Ministério vem implementando é não só lógica, como absolutamente justa, mas tal vai afastar imensos dos eventuais utilizadores do Centro Hospitalar do Médio Tejo, para Leiria e para Coimbra.
Neste novo contexto, entendo na qualidade de Deputado Municipal integrante da comissão de acompanhamento do Hospital de Nª Srª da Graça, que é urgente iniciar uma discussão mais profunda sobre o futuro a médio prazo do Hospital de Tomar.
 
Não devem deixar de ser equacionadas soluções de gestão diferenciadoras no contexto regional, como por exemplo a criação de protocolos de extensão de serviços com entidades públicas, como a ADSE.


Nota: Só em 2015 a ADSE gastou com serviços médicos convencionados - com clínicas, médicos privados e hospitais privados, um valor de cerca de 317 milhões€, o que representou cerca de 70% das suas despesas. A questão que se coloca é saber, perante o novo paradigma de gestão da ADSE, se não seria de equacionar que um Hospital do interior do País pudesse servir para convencionar serviços?

Muitos tomarenses já hoje, não só utilizam serviços dos Hospitais públicos de Coimbra e Lisboa, como com Hospitais privados, com serviços pagos por seguros de saúde ou pela ADSE, onde foram integrados também os militares, que têm implantação relevante na nossa área de influência.
 
Isto sem deixar de ter de haver nos próximos anos um reforço da Urgência no Hospital de Tomar, a qual com um boa atuação nas redes de referenciação nacional, onde entretanto a liberdade de escolha do doente já está consagrada por Portaria, desde 5 de maio deste ano, poderá constituir uma mais valia para os doentes que demandarem o nosso Hospital.

Com este esforço agora assumido o Hospital de Tomar estará em condições de poder recuperar até 44 camas de medicina interna, perdidas na reestruturação de 2012, onde na altura se perderam também 40 camas de ortopedia, com a concentração de serviços em Abrantes o que é já por todos, a começar pelos próprios profissionais e utentes da unidade Abrantes, um erro.

O desafio é grande, mas relevante é também o cumprimento da palavra do Ministro e o trabalho exemplar desenvolvido pelo deputado tomarense Hugo Costa no acompanhamento de toda a situação.

 

9.6.16

Festa do cinema Italiano, no Cine-Teatro Paraíso

                   
Quinta 9/junho
21h30 – “ Lo Chiamavano Jeeg Robot” de Gabriele Mainetti
Sexta 10/junho
15h30 – “Pinocchio” de Enzo D'Alò (sessão infantil)
21h30 – “Anime nere”

Sábado 11/junho
15h30 – “Le cose belle” de Agostino Ferrente e Giovanni Piperno
21h30 – “Oito e meio” de Federico Fellini

Organização: Plano Extraordinário – Cineclube de Tomar
 
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MAIS INFORMAÇÕES
 
sócios – 1€ | não sócios – 3,50€ | Cartão Jovem e M/65 – 2€

8.6.16

Os pecados ambientais dos nosso pais / Teatro na Mata dos Sete Montes


E no sábado há na Mata Nacional dos Sete Montes, um interessante espetáculo pedagógico sobre o ambiente, no âmbito da iniciativa "Sábados à Grande".

7.6.16

Candidatura da Rota dos Templários deverá ser entregue ao Conselho da Europa

Esforço de afirmação de Tomar como terra Templária continua.
Após vários anos e inúmeras reuniões de preparação e de trabalho, de visitas aos locais e de candidaturas em marcha, está quase concluído o processo de candidatura à certificação como Itinerário Cultural Europeu, a Rota dos Templários que irá agrupar Troyes, Tomar, Ponferrada, Monzon e Perugia.
 
Estava previsto que o processo estivesse terminado neste primeiro semestre deste ano, após o qual seria submetido à apreciação do Conselho da Europa, sedeado no Luxemburgo. Estou convicto que a próxima Festa Templária (7-10 de julho), seja um bom ensejo para o anúncio formal da candidatura.
 
Do cerco de Tomar (1190), à candidatura a Itinerário Cultural Europeu, a ligação seria perfeita...

Reunião de trabalho tida em 2014, com vários parceiros