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9.6.16

Festa do cinema Italiano, no Cine-Teatro Paraíso

                   
Quinta 9/junho
21h30 – “ Lo Chiamavano Jeeg Robot” de Gabriele Mainetti
Sexta 10/junho
15h30 – “Pinocchio” de Enzo D'Alò (sessão infantil)
21h30 – “Anime nere”

Sábado 11/junho
15h30 – “Le cose belle” de Agostino Ferrente e Giovanni Piperno
21h30 – “Oito e meio” de Federico Fellini

Organização: Plano Extraordinário – Cineclube de Tomar
 
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MAIS INFORMAÇÕES
 
sócios – 1€ | não sócios – 3,50€ | Cartão Jovem e M/65 – 2€

8.6.16

Os pecados ambientais dos nosso pais / Teatro na Mata dos Sete Montes


E no sábado há na Mata Nacional dos Sete Montes, um interessante espetáculo pedagógico sobre o ambiente, no âmbito da iniciativa "Sábados à Grande".

7.6.16

Candidatura da Rota dos Templários deverá ser entregue ao Conselho da Europa

Esforço de afirmação de Tomar como terra Templária continua.
Após vários anos e inúmeras reuniões de preparação e de trabalho, de visitas aos locais e de candidaturas em marcha, está quase concluído o processo de candidatura à certificação como Itinerário Cultural Europeu, a Rota dos Templários que irá agrupar Troyes, Tomar, Ponferrada, Monzon e Perugia.
 
Estava previsto que o processo estivesse terminado neste primeiro semestre deste ano, após o qual seria submetido à apreciação do Conselho da Europa, sedeado no Luxemburgo. Estou convicto que a próxima Festa Templária (7-10 de julho), seja um bom ensejo para o anúncio formal da candidatura.
 
Do cerco de Tomar (1190), à candidatura a Itinerário Cultural Europeu, a ligação seria perfeita...

Reunião de trabalho tida em 2014, com vários parceiros


6.6.16

Depois da sensibilização de 2014, pilaretes chegam finalmente à Praça da República

Foi no decurso do verão de 2014 que o Município em conjunto com a junta de freguesia urbana, fez uma campanha de sensibilização para o estacionamento abusivo, especialmente no Centro Histórico.
 
Ao tempo implementou-se um novo regulamento do estacionamento nos parques cobertos, por detrás do edifício da Câmara e do pavilhão municipal Cidade de Tomar, que normalizou os preços nos dois parques, os quais tiveram uma diminuição global, com a introdução da primeira meia hora grátis. Com a contribuição da PSP, assegurou-se que a partir de 1 de setembro de 2014, a tolerância para o estacionamento abusivo, especialmente no centro histórico, seria ZERO.
 
Passados quase dois anos era já evidente que deixar ao livre arbítrio dos automobilistas, o cumprimento das mais elementares normas de respeito, quer pelo património, quer pela segurança civil, seria um equívoco.
Já na preparação da Festa dos Tabuleiros em 2015, isso era evidente e deveria ter sido na altura implementado: a colocação de pilaretes na Praça da República, impedindo o estacionamento de viaturas nos passeios.
 
Outros locais do centro histórico necessitam deste reforço, sendo disso exemplo diversas ruas que apesar de estreitas, há ainda quem nelas estacione as suas viaturas, tornando impossível a passagem de uma ambulância, de um carro de bombeiros, agravando assim o risco se qualquer ocorrência mais complexa, obrigar à intervenção de um desses meios.
 
Pilaretes finalmente colocados na Praça da República

Com o regulamento em vigor desde 2014, os residentes e os comerciantes têm acesso a preços baixos, a avenças para estacionamento nos parques cobertos, até ao limite de 75% da sua capacidade de ocupação, pelo que não há qualquer razão para que tantas viaturas continuem ainda a estacionar nas ruas estreitas da traça henriquina do nosso Centro Histórico.


As cidades são para as pessoas, não para os veículos.
 
E, no fundo, todos sabemos disso e quando visitamos outros locais do país ou do estrangeiro, constatamos que em todas as cidades, dignas desse nome, há zonas perfeitamente salvaguardadas do estacionamento abusivo e com parques pagos.

4.6.16

Excesso de zelo mantem Parque Infantil encerrado há meses

Muita polémica tem levantado o encerramento dos Parques Infantis em Tomar, especialmente o Parque Infantil do "Parque das Merendas", depois de outros dois terem sido encerrados em virtude da deterioração da superfície de impacte (placas do chão), cujo procedimento de aquisição decorre há algum tempo.
foto TomarTV
Não há milagres. Com orçamentos curtos, com cumprimento das regras contabilísticas da administração pública e com anos de uma manutenção/substituição mais regular, adaptando os equipamentos às novas normas legais, pouco se pode fazer.
Convém que se saiba que entre outubro de dezembro de 2015 o Município de Tomar teve fundos disponíveis negativos, que é um palavrão técnico, significando basicamente e grosso modo, que entre as despesas exigíveis de curto prazo (até ao final do ano) e as receitas entradas, o saldo era negativo. Ou seja, as dívidas da ParqueT e da ADSE, no valor de quase 8 milhões€, são contabilisticamente considerada dívidas de curto prazo, pelo que nos últimos meses de cada ano, se torna impossível a assunção de novas despesas, mas só em 2015 com a introdução de um sistema contabilístico adequado (da AIRC) a aplicação integral da lei foi implementada. Só despesas emergentes, como as relacionadas com a proteção civil estão excecionadas por lei de se poderem assumir. Não foi o caso, objetivamente, das placas do chão dos parques infantis.
Além da questão das placas, acresce que em setembro foi realizada ação inspetiva por parte da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), ao parque infantil do “Parque das Merendas”, que detetou várias inconformidades com a lei atual, das quais notificou o Município para que este procedesse à sua correção.
Entre estas inconformidades, contavam-se faltas de menções obrigatórias nalguns dos oito equipamentos lúdicos aí colocados, relacionados, ou com os anos de fabrico destes, ou com a menção de “conforme com os requisitos de segurança”, ou com o nome do fabricante/importador ou noutros casos com a falta da menção da idade mínima e máxima permitida aos utilizadores.
A inspeção da ASAE detetou ainda que o manual que deveria acompanhar todos os equipamentos e superfície de impacte, não se encontrava redigido em português, como determina a lei.
foto tomarnarede.blogspot.com
É interessante saber-se que estes equipamentos, que estão agora a caminho de serem substituídos, foram adquiridos em 2001 – há 15 anos portanto e que nunca o fornecedor – a Visabeiras, entregou os respetivos manuais ou sequer forneceu as placas legalmente obrigatórias de afixação junto aos mesmos, apesar da insistência dos serviços do Município! E enquanto era tudo novo, tudo parecia bem e conforme, entretanto…
Foram detetados pela ASAE outros problemas, já conhecidos e relacionados com a segurança, manutenção e higiene do espaço, havendo naturalmente observações desprovidas de sentido, como sejam referentes a madeira enegrecida, o que é perfeitamente natural e óbvio num espaço sujeito aos elementos, com uma humidade relativa elevada e com extremos climáticos, como só nós em Tomar conhecemos. Enfim! Naturalmente que as ações de limpeza quinzenais, não podem suprir a falta de substituição e manutenção de madeiras e equipamentos com 15 anos…
O livro de manutenção, obrigatório de existir nestes Parques, sempre existiu e naturalmente já reportava a necessidade da substituição de partes da superfície de impacte (placas do chão), as quais em virtude do natural crescimento das raízes das árvores existentes, iam ano após ano apresentando necessidade de substituição / correção / substituição.
As deficiências detetadas constituíam contra-ordenação, prevista nos decretos-lei 379/97, de 27 de dezembro e 119/2009, de 19 de maio, puníveis com uma coima entre 500€ e 5000€.
Informado oficialmente o Município, este tomou a decisão a 19 de janeiro de 2016, de encerrar o Parque Infantil, decerto sob conselho jurídico adequado, evitando assim o eventual agravamento de coimas se, em tempo, as deficiências detetadas não fossem corrigidas, bem como uma atitude previdente face à possibilidade da ocorrência de acidentes, dos quais seguidamente as Seguradoras descartariam responsabilidade, em virtude da ação de fiscalização prévia realizada pela ASAE.
foto mediotejo.net
Tudo parece estar certo e estaria se, concomitante com toda esta prevenção jurídica, estivéssemos, em janeiro de 2016, a falar do lançamento da necessária empreitada / ajuste direto para a correção das deficiências, com a aquisição dos novos equipamentos e/ou recuperação dos existentes.
Acontece que nem em janeiro isso foi feito, nem nos meses seguintes, estando eventualmente só agora em marcha, de forma a garantir que no decurso do mês de julho ou agosto, o parque infantil do Parque das Merendas e os outros dois, possam estar em funcionamento, segundo informação pública prestada aquando do levantamento das placas, no decurso do mês de maio.
Ou seja, em conclusão: a decisão por prevenção jurídica tomada em janeiro, não levou em linha de conta que NADA obrigava a que o parque fosse encerrado, especialmente SEM QUE HOUVESSE UMA PREVISIBILIDADE DE ENTRADA IMEDIATA EM OBRA, conforme os já quase decorridos 5 meses demonstraram.
Se são morosos os processos de elaboração de cadernos de encargos e se depois as regras do Código do procedimento Administrativo, dão amplas garantias de prazos aos concorrentes, não teria sido mais avisado MANTER O PARQUE EM FUNCIONAMENTO ATÉ ADJUDICAR A OBRA?
Tal teria seguramente dado menos prejuízo para as crianças do Concelho e às suas famílias, bem como de todos os que nos demandaram desde janeiro, que no final da obra superarão seguramente os seis meses. O que se ganhou com isto?
 
É nestes momentos que me recordo aquilo que sempre defendi na postura e forma de olhar para os processos e procedimentos da administração pública: o enfoque é sempre no serviço ao cidadão e na garantia dos seus direitos e NUNCA, no excesso de defesa da administração, o que normalmente resulta em prejuízo público. Porque a administração não existiria se não houvesse administrados. E há SEMPRE quem se esqueça disso. Neste caso, quem se prejudicou foram as crianças e as suas famílias. E não havia MESMO necessidade.

2.6.16

Estacionamento tarifado na Cidade é urgente e necessário

Apesar de ter sido iniciado o trabalho no primeiro trimestre de 2014, na sequência de anterior trabalho elaborado no contexto do Departamento de Obras Municipais no decurso dos anos de 2010-11, e de ter sido colocado a discussão pública até ao final de julho de 2014, o regulamento do estacionamento tarifado tem marcado passo.

Aguardando acordo político entre os partidos e movimentos políticos da câmara e assembleia municipal, no que diz respeito à proposta final de regulamento genérico, ele está em condições, depois de várias melhorias que sofreu, para poder ser proposto à Assembleia Municipal para aprovação.

Mas do que se trata afinal este regulamento?
Façamos uma pequena abordagem...
 
Aquando do início da discussão em 2014, a mesma foi propositadamente inquinada com a especulação de que todas as ruas seriam objeto de tarifação. Ora, não é nada disso que está em apreço. Desde logo convém que percebamos todos como se fazem estes regulamentos:

Os regulamentos municipais de eficácia externa são morosos.
Precisam desde logo de uma decisão, tomada pela Câmara Municipal, anunciando a intenção de regular determinado bem ou serviço público.
Depois de ser declarada essa intenção, algum tempo depois a mesma câmara municipal deverá aprovar a proposta de regulamento respetivo, o qual terá de estar em discussão pública num mínimo de trinta dias úteis.
Se, entretanto houver sugestões de alteração, as mesmas deverão ter um relatório de incorporação ou não das sugestões e deverá ser de novo presente a reunião de câmara versão final para submissão à Assembleia Municipal, que é o órgão do município a quem compete aprovar o respetivo regulamento.
A Assembleia Municipal tem todo o poder de alterar no todo ou em parte o texto final, que entrará em vigor na data em que esta determinar na sua aprovação.

No presente caso, falta apenas a proposta final a ser submetida à reunião de câmara afim de ser submetida à Assembleia para aprovação.

A proposta será, mais ou menos, a seguinte (consultar aqui)
 
E o que tem estado previsto?
Globalmente o regulamento prevê uma vasta zona da cidade onde PODE ser decidido a implantação de estacionamento tarifado, incluindo toda a envolvente ao centro histórico até ao Tribunal, e na zona nova da cidade o polígono que inclui a Avenida Ângela Tamagnini até ao Bonjardim e daí até à Rua da Fábrica/Centro Republicano.

Com base na proposta de regulamento caberá depois à Câmara Municipal decidir quais as sub-zonas dentro desta grande zona nas quais implementa o estacionamento. Manda o bom senso que todos ou quase todos possamos estar de acordo com as primeiras a tarifar.

Quais as sub-zonas POSSIVEIS, de serem escolhidas?
São as seguintes:

Zona de Estacionamento Tarifado 1 (ZET 1)
- Sub ZET 1.1 – Avenida Marquês de Tomar;

- Sub ZET 1.2 – Avenida Cândido Madureira;

- Sub ZET 1.3 – Avenida General Tamagnini de Abreu;

- Sub ZET 1.4 – Largo de 5 de outubro;

- Sub ZET 1.5 – Praceta Infante D. Henrique

- Sub ZET 1.6 – Rua dos Arcos;

- Sub ZET 1.7 – Rua da Infantaria 15;

- Sub ZET 1.8 – Rua de Sebastião;

- Sub ZET 1.9 – Rua da Saboaria;

- Sub ZET 1.10 – Travessa da Misericórdia;

- Sub ZET 1.11 – Travessa dos Arcos.

 

Zona de Estacionamento Tarifado 2 (ZET 2)

- Sub ZET 2.1 – Alameda 1 de março;

- Sub ZET 2.2 – Avenida Ângela Tamagnini;

- Sub ZET 2.3 – Avenida Egas Moniz;

- Sub ZET 2.4 – Avenida General Norton de Matos;

- Sub ZET 2.5 – Logradouro da rua Amorim Rosa com a rua Carlos Campeão;

- Sub ZET 2.6 – Logradouro da rua Amorim Rosa e avenida Ângela Tamagnini;

- Sub ZET 2.7 – Logradouro da rua Amorim Rosa e das traseiras da alameda 1 de março;

- Sub ZET 2.8 – Parque de estacionamento na rua da Carrasqueira com limitação a este pela rua João dos Santos Simões e noroeste pela rua Voluntários da República;

- Sub ZET 2.9 - Parque de estacionamento do lado sul da rua de Santa Iria;

- Sub ZET 2.10 - Parque de estacionamento do lado norte da rua de Santa Iria;

- Sub ZET 2.11 - Parque de estacionamento do Mercado Municipal;

- Sub ZET 2.12 – Rua dos Construtores Civis;

- Sub ZET 2.13 – Rua Amorim Rosa;

- Sub ZET 2.14 – Rua Carlos Campeão;

- Sub ZET 2.15 – Rua da Carrasqueira;

- Sub ZET 2.16 – Rua da Cascalheira;

- Sub ZET 2.17 – Rua da Fábrica da Fiação;

- Sub ZET 2.18 – Rua de Santa Iria;

- Sub ZET 2.19 – Rua do Centro Republicano;

- Sub ZET 2.20 – Rua Fonte do Choupo;

- Sub ZET 2.21 – Rua João dos Santos Simões;

- Sub ZET 2.22 – Rua Major Ferreira do Amaral;

- Sub ZET 2.23 – Rua Marquês de Pombal;

- Sub ZET 2.24 – Rua Voluntários da República;

- Sub ZET 2.25 – Travessa da Cascalheira;

- Sub ZET 2.26 – Travessa Fonte do Choupo.
Julgo não estar longe da verdade entender ser possível consensualizar o tarifar a Av. Cândido Madureira (do antigo Hospital - sub-ZET 1.2), a Avenida Marquês de Tomar (dos CTT - sub-ZET 1.1), que já se encontra tarifada e a Alameda 1 de Março (sub-ZET 2.1).
Alameda 1 de Março - Foto Nuno (Ricky) Suarez

Para início julgo que seria suficiente, para melhorar a existência de lugares disponíveis para estacionamento, especialmente aquele de curta duração, para acedermos a locais nas proximidades destas três grandes e "conflituosas" vias de tráfego e onde existe efetivamente pressão.

Quanto ás demais sub-zonas devem, até completa avaliação dos primeiros locais a tarifar e, com a  ajuda da PSP, eventualmente ao fim de dois anos de implementação, avaliar se há ou não outras sub-zonas onde seja útil tarifar.

Haverá coragem para levar isto rapidamente à discussão?
E como se comportarão os diferentes partidos e movimentos? Farão parte da solução ou do problema?

Por mim já ontem era tarde: e que cada um assuma as responsabilidades de como votar!

1.6.16

Dia mundial da criança - tempo próprio para evoluir

O que uma boa educação permite...
 
Aprender. Evoluir. Desenvolver.
 
Feliz dia da criança, a todas e a todos nós que também o fomos!
Hoje que em Tomar é dia de paraquedistas. Mesmo!
 

31.5.16

Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Tomar assinado, num valor de investimento que pode ir até 8 milhões€

O Município de Tomar, a par de mais de uma centena de Municípios Portugueses, assinou nesta terça-feira. dia 31 de maio de 2016, o seu contrato denominado "Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU)", o qual resulta do acordo de parceria e dos Programas Operacionais envolvendo os Municípios que correspondiam a centros urbanos de nível superior ou autoridades urbanas, iniciado com o aviso publicado a 19 de junho de 2015 e, desde aí em consultas, avaliações e negociações.
 
Nas duas fases, a concretizar até 2023, estarão à disposição de Tomar, investimentos elegíveis com financiamento a fundo perdido de 85%, até cerca de 8 milhões€.
 
No Programa Operacional Regional as prioridades de investimento inscritas no eixo urbano, QUE SÃO OBJETO DE FINANCIAMENTO são designadamente, as seguintes:
 
4.5 - Promoção de estratégias de baixo teor de carbono para todos os tipos de territórios, nomeadamente as zonas urbanas, incluindo a promoção da mobilidade urbana multimodal sustentável e medidas de adaptação relevantes para a atenuação;
 
6.5 - Adoção de medidas destinadas a melhorar o ambiente urbano, a revitalizar as cidades, recuperar e descontaminar zonas industriais abandonadas, incluindo zonas de reconversão, a reduzir a poluição do ar e a promover medidas de redução de ruído;
 
9.8 - Concessão de apoio à regeneração física, económica e social das comunidades desfavorecidas em zonas urbanas e rurais.
 


Neste contrato agora assinado, só está contemplada a primeira fase de investimentos, num total de mais de 5 milhões€, com financiamento a 85%, estando previstas para uma segunda fase, eventualmente, mais cerca de 2,5 milhões€, a negociar mais tarde, tendo em conta a avaliação que irá sendo efetuada durante a execução desta primeira fase, como preveem os regulamentos.
 
Assim, na prioridade 4.5 (estratégias de baixo teor de carbono), estará incluída a implementação do Projeto "Tomar Ciclável", com um investimento exclusivo da 1ª fase, até cerca de meio milhão de euros.

A prioridade 6.5 (revitalizar as cidades), absorverá a maioria do investimento previsto, numa primeira fase que poderá rondar mais de 4 milhões€ e numa segunda fase superar 1,5 milhões€. Nela, conforme tem vindo a ser publicamente discutido, estarão incluídos - nas duas fases, as seguintes intervenções:
  • Requalificação do espaço público do Flecheirocerca de 1,5 milhões€;
  • Requalificação do espaço público da Av. D. Nuno Álvares Pereira - cerca de meio milhão€;
  • Reabilitação do Convento S.Francisco (Museus/Praça) - cerca de 0,6 milhões€;
  • Requalificação da Várzea Grande e envolvente - cerca de 1 milhão€;
  • Instalação de indústrias criativas na Levada - cerca de 0,7 milhões€;
  • Valorização dos vestígios romanos em Tomar - cerca de 0,4 milhões€;
  • Requalificação da envolvente à Sinagoga - cerca de 0,3 milhões€;
  • Investimento em mobiliário urbano e sinalética - cerca de 0,3 milhões€;
  • Requalificação da envolvente ao Mercado Municipal - cerca de 0,2 milhões€.
A prioridade 9.8 (comunidades desfavorecidas), terá um investimento global , que poderá ascender a 1,4 milhões€ - cerca de 600.000€ numa primeira fase (até 2018-19) outros 800.000€ na segunda fase(até 2023).

30.5.16

Bombeiros de Tomar melhoram e aumentam serviços

A estratégia foi a definida em 2010, quando tive a oportunidade de ter tido a responsabilidade como vereador dos bombeiros.

A execução e a capacidade de a implementar foi de agora, neste mandato iniciado em 2013: investir em mais e mais formados recursos humanos, tendo entrado no quadro dos Municipais de Tomar 15 novos bombeiros e na aquisição de mais equipamentos - um VSAT (decidido em 2011 e entregue dois anos depois), para apoio a graves acidentes e outras ocorrências inopinadas e ambulâncias, tendo já entrado ao serviço mais três, desde 2013.

A aposta agora está centrada na programação de aquisição de veículos de combate a incêndios, muito provavelmente um VFCI - Veículo Florestal de Combate a Incêndios.


Considero que ainda não está atingido o ponto ideal na substituição de ambulâncias, uma vez que foram anos demais sem reposição e investimento neste setor.

O número de serviços prestados à população não pára de subir - mais de 20% em escassos dois anos e, no transporte de doentes, este ano já se ultrapassou os 70.000Km de serviço, quando até 2013 esse numero não ultrapassava os 40.000Km.

Este aumento de serviço, permite já ter, de forma sustentada, uma receita estimada anual próximo de meio milhão de euros, o que poderá significar uma taxa de cobertura das receitas, face à despesa, de cerca de 40% no setor da Proteção Civil.
Quando se iniciou esta inversão de estratégia, no ano de 2010, a taxa de cobertura no ano anterior (2009) havia sido de menos de 15%.

Conclui-se assim, que vale a pena investir, não só por assim se garantir o maior numero de serviços à população e a sua qualidade - que é o principal, mas também que tal possa ser feito com maior sustentabilidade financeira. 
Exemplo disso é que estão também em formação doze bombeiros para serem mais especializados, na assistência a doentes, denominado TAS, que é só o maior grupo de formação nesta especialidade que alguma vez os Municipais de Tomar tiveram. Isto depois de uma equipa de dez bombeiros o ter estado em formação para estruturas colapsadas, nos Sapadores de Coimbra, depois de um ano de preparação iniciado numa visita de trabalho que tive oportunidade de promover, com o senhor segundo Comandante no final do ano de 2014.

28.5.16

Com financiamento comunitário - Entrada de Tomar, vai ganhar ALMA

Estão já terminadas as negociações entre os Municípios e as CCDR’s, no caso entre Tomar e Coimbra, para os financiamentos comunitários, sendo que estão  fechados cerca de 1 milhão de euros (só na primeira fase) para aplicação na requalificação da entrada de Tomar - Avenida D.Nuno Alvares Pereira e Flecheiro.

Foi aliás assinado no dia 31 de maio, com a centena de Municípios portugueses que têm Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano (PEDU's), entre os quais Tomar, com 4,5 milhões€ de financiamento entre os 284 milhões€ a nível nacional.

Para a requalificação da Avenida Nuno Álvares, naturalmente que o Município deverá optar por concurso com pré-qualificação, no fundo um concurso de ideias, a exemplo do que foi realizado para o Pavilhão da Linhaceira, o que será mais um bom exemplo de escolha mais  transparente para uma via que é um dos principais pontos de entrada da Cidade, a qual tem um enquadramento único e que há anos precisava de uma efetiva melhoria.
Entrada de Tomar, que irá ser alvo de feitura de Projeto de Requalificação
A estratégia de intervenção passará por duas fases, a primeira a estar concluída previsivelmente até 2018, envolvendo a Av.Nuno Álvares e a zona contígua do Flecheiro junto ao Padrão Filipino e a segunda, a concluir até ao final deste programa comunitário (2023), visando terminar a requalificação urbana, desde a Ponte do Flecheiro até ao Padrão Filipino, em toda a margem do Rio Nabão.
 
Situação atual - muito melhorada em relação ao que existia em 2013, sem lixo nem placards que impediam a vista do monumento

Assim, um quinto (20%) do investimento direto para o chamado PEDU de Tomar (Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano), num valor de mais de 5 milhões€, será aplicado para esta área degradada da nossa cidade.



Convém recordar que este espaço estava em condições incrivelmente degradadas, com inúmeras placas de informações já desatualizadas, lixo vário espalhado pelos passeios, falta de vegetação no enquadramento do acampamento cigano e, um relógio colocado pelo POLIS que, durante dez anos, estava certo duas vezes por dia porque, feita a obra esqueceram-se de colocar uma calha técnica para transportar a energia elétrica de um lado para o outro da estrada.


No decurso do esforço de renovação aí implementado em 2014-15, com o empenho da Junta de Freguesia Urbana, foi possível valorizar muito toda a ligação entre a Capela de S. Lourenço e esta zona do Padrão.


Agora com este novo projeto e empenho de todos os agentes, passando naturalmente pela resolução de todo o Bairro do Flecheiro, Tomar ganhará em definitivo um novo espaço recuperado e requalificado. Quem por cá estiver em 2023 poderá constatar isso mesmo...
 
No projeto que se irá agora desenvolver, haverá a melhoria de toda a Avenida a partir desta zona para Norte, pressupostamente até à ARAL (Semáforos). Aqui, a oportunidade de ouro, para se resolver outro problema endémico que é esse entroncamento, perfeitamente solucionável.

26.5.16

Vereador comunista sem perfil e com uma gestão deficiente e prepotente

Bruno Graça, vereador eleito pela CDU, tem tido a seu cargo o gabinete de economia local, responsável pela gestão do Mercado Municipal e dos mercados semanais e abastecedor, a Feira de Santa Iria, o Horto Municipal e a Quinta de Marmelais, onde era pressuposto funcionarem as Hortas Urbanas.

Em todas estas áreas conseguimos identificar irresponsabilidade na gestão, graves e que não estranham quem durante anos, acompanhou a forma de lidar com os seus colegas de direção na Gualdim-Pais, dos respetivos trabalhadores e muito especialmente o nepotismo, com que sempre aí atuou.

Hortas Urbanas? Lixo e abandono...

Tomemos como exemplo a Feira de Santa Iria. Desde o primeiro ano (2014), tentou de todas as formas afastar as Associações que garantiam os Restaurantes, aumentando de forma incompreensível os valores a pagar. Só a intervenção dos eleitos do PS, animados do mais elementar bom senso, permitiram evitar que todas as Associação daí desaparecessem. Mesmo assim o ano passado, a Associação de Bombeiros nem sequer participou.  Na animação por exemplo, lá arranjou maneira de propor que a Gauldim-Pais, a que então presidia, pudesse ser compensada em dobro, em relação aos demais que animaram a Feira. E ainda, sobre a Feira de Santa Iria, o ano passado foi notória a pobreza de ocupação e arrumo, com que tudo aquilo funcionou - uma vergonha mesmo!

Defesa dos trabalhadores ausente da atuação do vereador comunista
Na gestão do Mercado Abastecedor - que se realiza há anos sem regulação, competindo assim diretamente com os retalhistas, tudo continua na mesma. As obras do Mercado Municipal, foram o que se sabe, onde todos os meses havia mais uma “invenção” do vereador, o que atrasou quase indefinidamente tudo.

Para ele a culpa de tudo é sempre ou da Presidente, que não lhe dá os meios, ou dos seus colegas de vereação que não se mexem ou defendem políticas erradas, pois só ele é que sabe ou, seguindo a máxima com que era conhecido na Gualdim-Pais, a culpa é sempre dos trabalhadores que são uns malandros…, o que para eleito comunista, não podia ser mais bem achado!

Votou contra o apoio do Município ao Pavilhão da Linhaceira, por inveja...
Como vereador da Saúde, o que fez?

Um vereador sem perfil para a função, arcaico, ineficaz e prepotente que sempre esteve contra a promoção dos trabalhadores do Município - através da conhecidas mobilidades intercarreiras, e que tem pela sua ação, desconhecimento básico das regras da administração pública e prepotência, sido um verdadeiro trambolho na vereação do Município, como há décadas não se via.

Lixo, todas as sextas-feiras, ao fim de anos...
Quanto mais tempo vai permitir o PS esta verdadeira vergonha, a qual começa a afetar gravemente a credibilidade da governação, e de todos os que, honestamente dão o seu melhor em prol de Tomar?
Defendi por isso, no contexto da última Comissão Política Concelhia do PS, realizada em 10 de janeiro deste ano, que o PS deveria repensar, depois de avaliar bem o que estava o Concelho a ganhar com a permanência da CDU na governação municipal, através deste falhanço sem perfil, que tem sido o vereador Bruno Graça.
Esteve contra a valorização profissional dos trabalhadores - nomeadamente nos Bombeiros...
A esperança, criada com a gestão socialista iniciada em outubro de 2013, malgrado o desespero de alguns, funcionou enquanto foi possível, com base numa determinação e condução alicerçada, quer no programa do PS, com alguns contributos da CDU, do BE e muto mais raramente dos independentes e do PSD, quer no esforço constante de vencer as resistências do "sistema" e conseguir implementar uma nova orgânica, a valorização dos trabalhadores, um novo quadro regulamentar, a procura permanente de parcerias locais, regionais e internacionais, fomentando e promovendo a capacidade e o sonho de Tomar.
Esteve contra, por inveja, à internacionalização Templária (aqui delegação oficial em Monzon 2015)
Mas será que, para dar continuidade a esse, que foi a marca determinante dos dois primeiros anos de gestão, até quase ao final de 2015, é mesmo preciso, ou sequer tolerável, manter entregue a semelhante vereador, que já demonstrou à saciedade a sua impreparação e capacidade para acompanhar o tempo atual e as necessidades atuais, os mais variados pelouros?
Mercado aberto e terminado, depois de dezenas de alterações? Que mal fizemos nós...
Terá o PS medo de assumir as suas responsabilidades, como sempre historicamente soube fazer? Quero acreditar que não!
Recordo que aquando da renovação que tive oportunidade de liderar em 2004, ela seguiu-se a uma pequena época histórica em que o PS era "dominado" por um petit comité ex-comunista, sem visão, sem capacidade e que, viria a história a demonstrar, estar atrás do seu tempo.
Monumento ao disparate no mercado semanal, sem resolução há anos...
Assim em 2016, a sobrevivência futura do PS, a hipótese última de Tomar ter sucesso, passa claramente por terminar definitivamente este acordo político que não só nada de novo traz a Tomar, como é fator permanente de retrocesso. O futuro não se constrói com arqueísmos!
O seu adiamento, será mortal para todos. Sim, porque Tomar é de TODOS e não, como alguns pensam, só de alguns...
Assinatura do acordo em Outubro de 2013, pelos coordenador local da CDU e presidente da concelhia do PS...