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28.12.15

A importância da liberdade de expressão na Tomar de hoje e quando os vereadores da oposição faltam a reuniões


Uma das principais razões pelas quais, a partir de agora, irei de novo animar com textos e observações regulares os media, prende-se com a evidência que a promoção da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade, deve ter no mundo atual e, especialmente em Tomar,  na promoção de um Concelho mais moderno e inclusivo.

No meu entender, aqueles que hoje exercem funções públicas têm, além das suas missões para os quais foram eleitos ou as funções que lhes foram confiadas, uma obrigação pedagógica de, pelo exemplo, pela voz e pela escrita, participarem na construção de uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais esclarecida.

A liberdade de expressão é a garantia assegurada a qualquer indivíduo de se manifestar, procurar e receber ideias ou informações de todos os tipos, com ou sem a intervenção de terceiros, por meio de linguagens oral, escrita, artística ou qualquer outro meio de comunicação.

Assim sendo, o princípio da liberdade de expressão é protegido pela constituição, sendo um dos direitos fundamentais em qualquer democracia, que deve afastar qualquer tipo de censura, incluindo-se nesta, a auto-censura.

Um debate livre e aberto, sem dogmas sobre as questões fundamentais, gera considerações positivas sobre a melhor estratégia a ser adotada na solução dos problemas da nossa comunidade.

Sempre foram estes os princípios que procurei perseguir e, entendo importante que, em nenhuma circunstância deixemos de usar o nosso livre arbítrio, para  a promoção da liberdade de expressão: a começar pela nossa própria.

É esta a missão de todos e de cada um de nós, a qual só se torna plena se ouvirmos, vermos e lermos, os diferentes prismas e abordagens sobre o mesmo problema. Aí estará a essência da Liberdade de expressão: a diversidade de pensamento.

Por isso, é fundamental a existência da democracia e de uma sociedade civil ativa e bem informada, cujo acesso à informação livre permita que esta participe da vida pública, fortalecendo as instituições públicas com a sua influência.

É aí que entra a liberdade de expressão, pois esta proporciona à nossa sociedade uma gama variada de ideias, dados e opiniões livres de censura, que podem ser avaliados, e possivelmente, abraçados.

Para um povo livre se governar a si mesmo, deve ser livre para se exprimir, aberta, pública e repetidamente; de forma oral ou escrita.

E assim deve ser!



Vereadores da oposição faltaram a reunião sobre o Hospital de Tomar


Esta é a foto que tirei no decurso da reunião de emergência, realizada a 15 de dezembro, que a presidente da câmara convocou, sobre a situação do Hospital.
Tive, na qualidade de deputado municipal indicado pelo meu partido para a comissão de saúde, a oportunidade de ter ouvido o ponto de situação dado pela presidente da câmara e pelo vereador com o pelouro da saúde, bem como das inúmeras sugestões dos membros das juntas de freguesia presentes, que também foram convocados e estiveram presentes.
Nesta foto faltam pessoas.
Mais precisamente: faltam vereadores.
Mais concretamente, faltam TODOS os vereadores da oposição: João Tenreiro, António Jorge (ou Beatriz Shultz, em sua substituição), eleitos pelo PSD e Pedro Marques, eleito pelos independentes.
O assunto não devia ser importante, que esta coisa do Hospital, todos o sabemos, não interessa nada... Ou então, como a reunião não dava direito a senhas de presença para todos, e a umas ajudas de custo para um deles, não se lhes apeteceu incomodar...
Há quase quatro anos, em reunião de emergência convocada para o mesmo fim, TODOS os vereadores da oposição estiveram presentes, incluindo eu próprio, e sem senhas...
Mas está visto que não foi para trabalhar que estes foram eleitos... Sinceramente!

 

Viagem ao Museu dos Fósforos - A cultura sempre

 
 
O espólio do tomarense Aquiles de Mota Lima, com mais de 50.000 caixas de fósforos, está há anos ali patente em exposição permanente, no Convento de S.Francisco. Sendo uma forma ótima de, em menos de uma hora, passar em (re)visita dezenas e países do mundo e décadas de história do sec.XX, é também uma oportunidade única para uma conversa com os nossos filhos ou netos, sobre imensos aspetos da vida e do mundo.
Já por duas vezes organizei, no decursos de festas de anos dos meus filhos, visitas ao espaço para eles e para os amigos.
Sugiro que o possa (re)visitar: é gratuito e está aberto todos os dias - exceto às segundas.
 

 
Câmara esteve 20 anos sem cobrar renda à Rodoviária
 
 
Em 1995 (!), depois de quase dois anos antes a câmara ter decidido revogar o contrato, o presidente de então, hoje vereador na oposição, decidiu mandar devolver o cheque com as rendas do espaço, que eram de 200 contos/mês (atualmente 1000€).
Devolvido o cheque, o então presidente, ainda esteve mais dois anos e meio a gerir a câmara e nada fez, nem rendas foram recebidas. Outros três presidentes se lhe seguiram, até que em 2015, vinte anos volvidos, quando a atual presidente conseguiu, após um ano de negociações, passar a receber de novo a renda.
Parece uma anedota, mas passou-se mesmo e em Tomar, promovida por gente que muito gostaria que estes casos se não soubessem e que têm sempre a "ética" numa mão e, digo-o eu, a "irresponsabilidade" na outra...
Quantos milhares de euros custou aos cofres da Câmara, esta vergonha?
 

#DiscursoDireto 28DEZ2015

28.10.15

Município de Tomar pagou 6,7milhões€ de dívidas em dois anos

Segundo informação oficial transmitida à imprensa, o Município de Tomar conseguiu em dois anos - entre Setembro de 2013 e Setembro de 2015, pagar cerca de 6,7 milhões de euros da sua dívida.

Tendo em conta que a dívida global registada ascendia a cerca de 32,2milhões€ em Set/2013 e que durante o ano de 2014 se vieram a "descobrir" outras despesas que não estavam devidamente contabilizadas, de valor que ascendia a cerca de 1,5milhões€ e que o governo "obrigou" Tomar a contar ainda com quase 1milhão€ para financiamento do Fundo de Apoio Municipal (FAM) e assim, "aumentar", por força de lei a dívida, não estranha que a dívida "oficial" seja em Set/2015, ainda de 28milhões€.

Temos assim que o Município de Tomar terá pago, em dois anos, 4,2milhões€ (de redução oficial da dívida) + 1,5milhões€ (de faturas agora bem contabilizadas) + 1milhão€ (de financiamento ao FAM), o que totaliza 6,7milhões€ pagos de dívida durante dois anos.

A média de redução de dívida foi assim de 280.000€/mês, sendo expectável que a este ritmo a dívida do Município possa estar toda paga dentro de 100 meses (8 anos e quatro meses) se, entretanto, não houvesse qualquer nova dívida.

24.10.15

DECLARAÇÃO DE GUERRA - por Pacheco Pereira


DECLARAÇÃO DE GUERRA

24/10/2015 - 05:00 - Jornal Público

Onde a mensagem do Presidente é mais grave é no confronto que faz à Assembleia da República.

1. O que fez o Presidente da República na sua declaração foi dar uma chicotada nos portugueses – por singular coincidência, a maioria – de que ele considera não ser o Presidente. Não foi uma chicotada psicológica, mas uma chicotada real. Ao justificar a sua decisão de indigitar Passos Coelho primeiro-ministro – uma decisão em si acertada – com uma declaração de exclusão da vida pública do BE e do PCP e, por arrasto, do PS, abriu uma crise política e institucional cujas consequências estão longe de ser adivinhadas.

2. Embora não o tenha dito explicitamente, disse com clareza suficiente que não dará posse a um Governo PS-BE-PCP, com maioria parlamentar, que ele entende ser maldito, sugerindo que, mesmo que o Governo PSD-CDS não passe na Assembleia poderá deixá-lo em gestão até que haja condições para haver novas eleições. O facto de apenas o ter subentendido pode indicar que possa recuar, mas o tom agressivo das suas considerações faz com que, se o fizer, isso equivalha a uma gigantesca manifestação de incoerência e impotência, em si mesma um factor de instabilidade.

3. Mais: significa que, ao indigitar Passos Coelho, não está apenas a proceder a um acto normal pelo facto de a coligação ter ganho as eleições, o que é em si mais que aceitável, está a fazê-lo para que este permaneça no seu lugar de governo, sem poderes e em conflito permanente com a maioria parlamentar, por longos meses. Cavaco Silva inaugura em Portugal uma prática que já tinha péssimos precedentes na Europa: a de que se fazem todas as eleições precisas até que o resultado seja satisfatório. Ou seja, até que ganhem aqueles que se consideram os detentores naturais do poder, até que o PSD-CDS ganhe com maioria absoluta.

4. Num só acto o Presidente garantiu longos meses de instabilidade política, um confronto permanente entre instituições, uma enorme radicalização da vida política, e tornou-se responsável pelas consequências económicas que daí advenham. A aceitarem este rumo, Cavaco Silva e Passos Coelho passam a ser os principais sujeitos dos efeitos negativos na economia e na sociedade, desta instabilidade, enquanto se poderia considerar que seriam António Costa e a maioria de esquerda os responsáveis, caso existissem esses mesmos efeitos como consequência de um seu Governo.

5. Cavaco Silva ajudou a inverter a vitimização de que o PSD-CDS precisava em termos eleitorais, e este é apenas um dos efeitos perversos da sua comunicação. Na verdade, o que é ainda mais grave é que se mostrou disposto a deteriorar a situação económica do país, e a sua posição face aos “mercados”, que até agora não reflectiram o catastrofismo do discurso interno do PSD-PS e externo do PPE, e que, se agora o começarem a fazer, é porque o Presidente abriu uma frente de guerra e de instabilidade que dificilmente se resolverá.

6. Outro dos efeitos perversos da comunicação presidencial foi dar uma enorme contribuição para que no PS, no BE e no PCP se perceba, com uma clareza meridiana, o que está em jogo e que estão sob um ataque sem tréguas destinado a eternizar a direita no poder, com todos os meios e recursos, de que esta dispõe e que hoje são muitos. A direita teve dois milhões de votos, menos do que a esquerda, mas mesmo assim reveladores de que existe a seu favor um importante movimento de opinião pública, a que se começa a apelar à mobilização, mesmo para o local onde até agora não existia, a rua. A agressividade desses apelos revela que compreendeu que a possibilidade de haver uma expressão política conjunta à esquerda que ultrapasse as divisões históricas que a separavam é um muito sério risco para uma hegemonia que consideravam garantida pela fusão dos votos do CDS e do PSD.

7. Nunca, desde o 25 de Abril, um Governo serviu a direita ideológica e dos interesses como o tandem troika-PSD/CDS. Nunca foi tão grande a troca mútua de serviços entre a “Europa” e a direita política. Comandada pelos partidos do PPE, a começar pelo alemão e os seus aliados, com destaque para o PP espanhol, que tem um directo interesse em impedir a contaminação da política do PS no PSOE e das suas alianças, a “Europa” é hoje um dos mais importantes factores de perda de democracia e de suporte a favor de uma ideologia autoritária, a do “não há alternativa”. Os partidos do PPE estão dispostos a tudo e farão tudo o que puderem, até porque receiam que se possa minar o apoio que até agora os partidos socialistas deram às diferentes variantes do “não há alternativa”. Começou na Grécia, por muito mal que tenha corrido, continuou no Labour, e chega agora à Península ibérica.

8. A aliança do PSD-CDS com os interesses económicos consolidou-se como nunca. Os passeios de Sócrates com os empresários, muitos que agora andam atrás de Passos, Portas e Pires de Lima, são uma brincadeira de meninos com o que se passa hoje. Sócrates distribuiu favores e benesses, Passos e Portas, apoiados na troika, mudaram as regras do jogo em áreas decisivas para o patronato que precisa de poder despedir sem grandes problemas, baixar salários e contar com uma enorme pool de trabalho precário, e de uma ecologia fiscal e social favorável aos “negócios”. Deram-lhes um incremento de legitimação ao propagandearem uma economia que era feita apenas de empresas, empresários e “empreendedorismo”, mas em que os trabalhadores são apenas uma maçada uma vez por mês para pagar salários. Ofereceram-lhes uma voz política como nunca tiveram, e uma voz em que a “economia” passou a significar governar como eles governaram, ou seja, a “economia” exige que se governe à direita, e em que os “mercados” passaram a estar acima da democracia e do voto. Ninguém melhor do que Mario Draghi lhes respondeu a semana passada, ao lembrar que se a “instabilidade” podia ser má para a economia, a democracia era mais importante. Até para a economia.

9. E nunca até agora uma poderosa máquina ideológica e comunicacional existiu para proteger estes interesses económicos e políticos. Desde os think tanks conservadores cada vez mais agressivos, em universidades e fundações, todos com considerável financiamento, até uma comunicação social que, da imprensa económica às televisões generalistas, se tornou quase unanimista no apoio ao Governo PSD-CDS.

10. Outro dos efeitos perversos da comunicação presidencial foi condicionar a próxima eleição presidencial ao dilema da dissolução ou não da Assembleia. Só a importância deste dilema, que dominará essas eleições, revela o erro de cálculo do PS, que decidiu render-se, por fragilidades internas, nesse confronto e entregar de graça a Presidência ao candidato da direita e da comunicação social. Pagarão um preço caro por tal opção.

11. Por último, o Presidente, com a sua declaração de guerra, terá a guerra que declarou. Ao apelar à desobediência dos deputados do PS, tornará muito difícil que eles desobedeçam, sob pena de se tornarem párias no seu próprio partido. Ajudou a consolidar a vontade do PS, BE e PCP de defrontarem em comum o PSD-CDS, e abriu espaço para a imediato anúncio, que ainda não tinha sido feito, de que o PS apresentaria uma moção de rejeição. Favoreceu que, entre PS, BE e PCP, haja mais capacidade de compromissos face a um adversário comum e uma maior consciência de que só um Governo PS que possa durar permite a todos, e não só ao PS, superarem a quebra de legitimidade política resultante de o PSD ser o maior partido e de não terem claramente antevisto esta solução antes de eleições.

12. Onde a mensagem do Presidente – sugerindo, mesmo que não o diga com clareza, que possa manter o Governo Passos Coelho em gestão até novas eleições – é mais grave é no confronto que faz à Assembleia da República. É que se o Governo pode estar em gestão, a Assembleia não o está. É detentora dos seus plenos poderes constitucionais. Pode não só impedir a legislação oriunda do Governo, como pode ela própria legislar e avocar muitos actos que o Governo venha a praticar. Ou seja, numa situação de conflito entre um Governo que recusou e os seus próprios poderes, a Assembleia pode “governar” sem limitações em muitas matérias. E que fará o Presidente? Veta de gaveta, devolve os diplomas, manda para o Tribunal Constitucional? Os precedentes que este conflito pode gerar mostram como a comunicação presidencial está, ela sim, no limite do abuso e da usurpação de poderes.

1.9.15

Mais umas férias a preparar o futuro. Será bom?


Paragem para férias.

Voltamos para o ano...

16.10.14

Tomar Habita e Requalifica - Impulsionar e promover a regeneração do espaço público e reabilitação urbana

O programa eleitoral do PS, continha 16 capítulos, num total de 100 medidas/propostas.
A nível da promoção da REGENERAÇÃO e QUALIFICAÇÃO URBANA e AMBIENTAL, o ponto de situação é o seguinte [propostas - ponto de situação atual]:

TOMAR HABITA e REQUALIFICA

- Criar o espaço Tomar Requalifica para dar resposta a tudo o que tenha a ver com o Centro Histórico.

EM CURSO APÓS APROVAÇÃO EM SETEMBRO DA CONSTITUIÇÃO DA ARU (área de reconversão urbana). O ESPAÇO FUNCIONARÁ OU NA PRAÇA DA REPÚBLICA (Edifício dos SMAS) OU NA CASA DOS CUBOS

- Estimular a Reabilitação Urbana, através da redução do IMI e do IMT a imóveis recuperados.

EM CURSO APÓS APROVAÇÃO EM SETEMBRO DA CONSTITUIÇÃO DA ARU (área de reconversão urbana), EM QUE ESTES IMPOSTOS PASSARAM A METADE.

- Implementar uma nova política de estacionamento dando prioridade ao residente e a quem nos visita.

ESTÃO EM FUNCIONAMENTO, DESDE 1 DE OUTUBRO, AS NOVAS REGRAS DOS PARQUES DE ESTACIONAMENTO COBERTOS, COM PREÇOS UNIFORMIZADOS E MAIS BARATOS - ENTRE 15% E 45%, COM A PRIMEIRA MEIA HORA GRATUITA PARA TODOS E AVENÇAS ACESSÍVEIS PARA OS RESIDENTES (ENTRE OS 28€/35€ POR ANO).
ESTÁ AINDA EM DISCUSSÃO O REGULAMENTO PARA O ESTACIONAMENTO À SUPERFÍCIE QUE, A SER IMPLEMENTADO, DEFENDERÁ AINDA MAIS OS RESIDENTES, ESPECIALMENTE OS DO CENTRO HISTÓRICO.

- Criar a VIA VERDE no Licenciamento - projetos prioritários de construção e reabilitação.

JÁ EM CURSO PARA PROJETOS NA ÁREA TURÍSTICA e NO ÂMBITO DA ARU

- Intervir ao nível da limpeza e salubridade pública no espaço envolvente à Zona do Flecheiro, como também na demolição de ruínas e armazéns abandonados.

LIMPEZA EFETUADA JÁ EM JUNHO E QUE SERÁ CONTINUADA NOS PRÓXIMOS MESES, está por operacionalizar a DEMOLIÇÃO/ENTAIPAMENTO DOS IMÓVEIS EXISTENTES.


Neste capítulo de medidas, num total de 12, estão ainda por se dar início ou concretizar (7): isentar de todas as taxas de licenciamento nas obras de conservação, reconstrução, alteração ou ampliação e ocupação da via pública no Centro Histórico (EMBORA NO CONTEXTO DA ARU ESTAS FIQUEM REDUZIDAS A METADE); a implementação da isenção de taxas para ocupação no espaço público no Centro Histórico; a implementação no Centro Histórico de Tomar um verdadeiro Centro Comercial de ar livre (EMBORA O DEFINITIVO ENCERRAMENTO DA ANARQUICA CIRCULAÇÃO AUTOMÓVEL NA CORREDOURA E A POLITICA DE TOLERANCIA ZERO NO ESTACIONAMENTO esetejam nesse caminho); a conclusão do PDM; a implementação de um programa de apoio a pequenas intervenções em habitações com o objetivo de criar as condições mínimas de habitabilidade; a promoção da reconstrução no Centro Histórico de Habitações Low Cost destinada aos jovens; a deslocalização da comunidade cigana de forma programada e integrada envolvendo a própria comunidade in situ.

8.10.14

Tomar Investe - promoção do desenvolvimento económico e Tomar Mercado

O programa eleitoral do PS, continha 16 capítulos, numn total de 100 medidas/propostas.

A nível do ACOLHIMENTO EMPRESARIAL E EMPREGO, o ponto de situação é o seguinte [propostas - ponto de situação atual]:

- criar a Via Verde - projetos prioritários de investimento no concelho;

FOI CRIADO, FUNCIONA A PARTIR DO GABINETE DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E, NA ÁREA ESPECIFICA DO URBANISMO, TEM ATENDIMENTO PERSONALIZADO, EM SALA AUTÓNOMA, A PARTIR DO BALCÃO ÚNICO

- implementar o espaço de apoiom ao invetsidor com o objetivo de apoiar os investidores junto das associações empresariais e gestores de fundos comunitários;

ATRAVÉS DE UMA PARCERIA COM O NERSANT (JÁ APROVADO NA CÂMARA), ESTÁ A SER CRIADO O BALCÃO DO INVESTIDOR/PROMOÇÃO DO EMPREENDEDORISMO, QUE IRÁ SER APRESENTADO PUBLICAMENTE DENTRO DE SEMANAS, COM A ASSINATURA PUBLICA DO PROJETO

- reformular o regulamento de utilização da zona industrial de Tomar;

RENOMINADO "PARQUE EMPRESARIAL DE TOMAR", foi discutivo e aprovado o novo regulamento, já em vigor, substituindo um que datava de 1982 e nunca alterado ou revisto

- reforçar a relação com o Instituto Politécnico de Tomar no apoio a atividades empresariais e formação;

ESTÁ EM MARCHA O INVESTIMENTO NO CEBIT (IBM), REFORAÇANDO O INSTITUTO POLITÉCNICO A FORMAÇÃO NAS ÁREAS TECNOCLÓGICAS: O MUNICIPIO PREPAROU E PAGOU MAIS DE 700.000€ DE INVESTIMENTO PARA A SUA INSTALAÇÃO EM EDIFICIO CUJA RENDA É PAGA PELO MUNICIPIO


No âmbito deste capítulo (TOMARINVESTE), com 6 medidas/propostas, só falta dar-se início/desenvolviemnto às relacionadas com a captação de novos projetos empresariais de investimento (industria, comércio e turismo) e o potenciar as três xonas industriais previstas no âmbito da revisão do PDM (Alviobeira/Pintado, Santa Cita/Asseiceira e Vale dos Ovos/IC9)


No âmbito deste capítulo (TOMARMERCADO), com 3 medidas/propostas, faltam implementar todas: a criação de uma área reservada para a instalação de produtos tradicionais valorizando o pequeno agricultor [EMBORA JÁ ESTEJA EM FUNCIONAMENTO A SEDE DA ASSOCIAÇÃO DE APICULTORES NO ESPAÇO DO HORTO MUNICIPAL], rentabilizar o espaço do Mercado para outros usos e valâncias de âmbito turistico-cultural e criar um espaço para workshops, showcooking e exposições de atividades complementar ao mercado e incentivar novas formas de comercialização [EMBORA ESTEJA JÁ DECIDIDO QUE ESSA SERÁ A VOCAÇÃO PRIMORDIAL DA ATUAL TENDA QUANDO NO FUTURO O MERCADO TRANSITE PARA O EDIFÍCIO

30.9.14

Tomar Participativa - aproximar os serviços municipais do cidadão - Ponto de situação

No âmbito do programa do PS para a Câmara Municipal, apresentado às eleições de 29/Setembro/2013, já foi possivel dar seguimento [propostas / ponto de situação]:

- Implementar o gestor de negócios Municipal - apoiar os investidores na hora

FOI CRIADO O GABINETE DE APOIO AO INVESTIDOR, que funciona através do 912 007 577

- pagar aos fornecedores e prestadores de serviços a tempo e horas

APESAR DA DESCOBERTA DE 3,8 MILHÕES€ NÃO DEVIDAMENTE CONTABILIZADOS PARA EFEITOS DA DÍVIDA MUNICIPAL, nos primeiros SEIS MESES de gestão A DIVIDA REDUZIU A FORNECEDORES EM 2,4 MILHÕES€, e foram implementados inúmeros PLANOS DE PAGAMENTO para antigas DÍVIDAS, sendo ainda ACORDADOS PRAZOS DE PAGAMENTO MAIS DILATADOS PARA NOVOS FORNECIMENTOS, com a concentração da CONTRATAÇÃO PÚBLICA, no setor FINANCEIRO (anteriormente estava espalhado por diversos setores do Município). ESTIMA-SE QUE A DÍVIDA DE 14 MILHÕES€ A FORNECEDORES QUE EXISTIA A 30/9/2013 DEMORARÁ A PAGAR NA ÍNTEGRA 7 ANOS

- reantabilizar os imóveis que são propriedade do município procurando agrupar serviços e deixar de utilizar espaços arrendados

FORAM ENTREGUES AOS SEUS DONOS, DEIXANDO O MUNICÍPIO DE PAGAR RENDA, OS IMÓVEIS DA RUA SACADURA CABRAL (onde funciona agora o meeting point do Instituto Politécnico - junto à Cervejaria do Fernando) e o 1ºANDAR do EDIFÍCIO ESCAVAÇÃO (onde funcionava a Divisão do Urbanismo), com uma poupança mensal de cerca de 2.500€

- Protocolar com instituições, associações e coletividades a gestão de equipamentos e espaços municipais

FORAM APROVADOS E COMEÇARAM A PAGAR A UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO DA NABÂNCIA, O GINÁSIO CLUBE DE TOMAR, o qual durante anos usou instalações do Município de forma gratuita.

- Criar o espaço de apoio ao cidadão no edifício dos Paços do Concelho

FOI CRIADO O BALCÃO ÚNICO DE ATENDIMENTO (TOMAR SIMPLES), que funciana todos os dias de semana das 9H00 às 17H00

- Disponibilizar no sítio do Município o acesso a monitorização da governação municipal (estado da dívida, investimentos, aquisição de bens, empreitadas, etc)

JÁ ESTÁ CRIADO O PORTAL DA TRSNPARÊNCIA, ONDE ALGUNS DADOS JÁ SE ENCONTRAM DISPONIVEIS, mas está a ser ainda implementado com a entrada do novo site institucional




Neste capítulo do programa (TOMAR PARTICIPATIVA), dos 9 itens, não foram ainda iniciados apenas 3: os relacionados com a revisão do regulamento municipal das tarifas de água e saneamento, a implementação do provedor municipal e a criação de um piquete de intervenção permanente, para pequenas obras de manutenção em espaço público


22.9.14

Análise do que está a ser feito em Tomar desde há 11 meses

Trabalhos esforçados, trabalhos alcançados...
[Uma das minha intervenções na Assembleia Municipal de ontem]


14.9.14

António José Seguro enche sala histórica em Almeirim

Já aqui escrevemos da importância da candidatura de António José Seguro e das razões que a sua vitória nas primárias é importante para o futuro do PS e do País.
A reta final aproxima-se e, estando inscritos no caderno eleitoral de Tomar, de mais de 900 eleitores, o desafio dos apoiantes das duas candidaturas será imenso. 500 simpatizantes juntam-se aos 400 militantes (ativos e passivos) par decidirem quem será o nosso candidato a Primeiro Ministro. A nível nacional serão cerca de 240 mil, no mais amplo movimento de escolha.

António José Seguro esteve, mais uma vez no Ribatejo e, juntou-se à nossa festa, primeiro na mais importante Feira para profissionais da Agricultura, na Valada (Cartaxo), depois num jantar em Almeirim.








6.9.14

Abrantes e seus serviçais, mais uma vez derrotados no PS distrital

Com a devida vénia, ao pseudónimo João da Costa (blogue http://porabrantes.blogs.sapo.pt/)


Subordinado ao título “O António ganhou as eleições à Maria”, O MIRANTE publicou um artigo em que o seu autor faz uma crítica aos candidatos que disputaram as eleições para a federação distrital de Santarém do PS visando, especialmente, o deputado António Gameiro que, no seu entender, “é um dirigente local sem responsabilidades autárquicas dignas de registo”, “é um advogado como muitos outros que pululam na Assembleia da República à espera de um lugar ao sol”, “fez o lançamento de um livro com tanta vaidade e cagança como nunca se vira antes” “é um sujeito do PS que só perde tempo com questões regionais quando lhe sobra tempo” e “é daqueles que é capaz de dar um mergulho no Tejo ou no Zêzere mas a sua praia é a do Guincho”. Tudo isto em contraponto com a outra candidata, Maria do Céu Albuquerque, presidente da câmara municipal de Abrantes e da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo que, ainda segundo o artigo, faz “mais trabalho num dia que um deputado da nação num mês”. E por este e outros atributos deveria ter ganho aquelas eleições. Só não o conseguiu porque “quis conquistar a distrital sem trabalhar muito e sem preparar o terreno” e “bem podia ter dispensado a companhia dos trolhas do costume”.

Lido o artigo, fica-me a vontade de dizer alguma coisa sobre o seu conteúdo, principalmente no que ao deputado António Gameiro diz respeito, porque o conheço suficientemente bem para isso. Sobre Maria do Céu Albuquerque pouco sei, mas o facto de os seus munícipes a terem eleito para presidente de Câmara e os seus pares a terem escolhido para presidente da CIMT basta para que lhe reconheça valor e mereça o meu respeito; contudo, pelo que no artigo se pode ler, terá uma grande capacidade de trabalho e dedicação ao seu concelho e à CIMT, o que é bom, mas será menos capaz a fazer política, no que eu não acredito.
Sobre António Gameiro – se é que estamos a falar da mesma pessoa – reconheço nele uma grande capacidade de trabalho; uma enorme dedicação às questões da sua terra, apesar de não ter responsabilidades executivas que, nem por isso, deixam de ser dignas de registo; um forte empenho pelas causas em que toma parte; uma invulgar preocupação com a sua valorização pessoal, académica e profissional; duma lealdade e sinceridade irrepreensíveis; um jovem com ambição suficiente para lutar pelos seus objetivos e nunca ficar “debaixo do sol à espera que ferva”. Não conheço nada na sua vida pessoal que possa por em causa o conceito que sobre ele formulo de cidadão exemplar. Digo isto com convicção! AG não precisa deste meu depoimento para nada! Não tem defeitos? Certamente que terá! Não os conheço!
Termino com dois comentários: - Ser trolha não é desprestígio nenhum! Mas entendo que se pretendeu dizer que M.C.A. andou mal acompanhada, com pessoas sem valor que a levaram à derrota; como a afirmação é vaga, ficamos sem saber se há motivos concretos para assim falar ou se se pretendeu, apenas, achincalhar a título gratuito; Curiosamente (ou talvez não), houve a necessidade de “embrulhar” o presidente da câmara de Ourém, Paulo Fonseca, no ataque a António Gameiro: “ganhar a distrital do PS ao AG e ao Paulo Fonseca é mais fácil que ir a Fátima a pé”. Pelos vistos não foi!

João da Costa


no Mirante com a devida vénia, título cá da casa

MCA é a cacique

O Sr. Dr. Gameiro é o vitorioso líder do PS de Santarém, a quem a cacique diz que trata por Tony, como se tivesse andado com ele na escola.

O Tony contudo não andou no Colégio de Fátima, não sendo vítima da intoxicação vaticana.

29.8.14

Setembro: mês de mobilidade sustentável em Tomar

Durante o mês de Setembro no Município de Tomar, vai haver um esforço maior no desaparecimento do estacionamento ilegal nas ruas e na promoção da uma mobilidade ciclável, assumindo o desenvolvimento sustentável como estratégia para o Concelho.


Infelizmente haverá ainda um longo caminho a percorrer, uma vez que alterar os maus hábitos instalados é um processo mais moroso. No entanto as forças de segurança irão ser cada vez mais exigentes e autuarão os prevaricadores.





21.8.14

Um ano sem Verão

Um mês de Julho com elevada pluviosidade. Os meses de Junho Julho e Agosto com temperaturas médias muito abaixo do média de 30 anos. poucos dias com temperatura máxima acima de 30 graus. Verão chuvoso e frio. Incomum. talvez até Outubro "melhore"... ou talvez não.