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24.5.13

CARRÃO É O CANDIDATO DO GOVERNO À CÂMARA

Está prestes a terminar o triste folhetim de 16 anos que Tomar tem vivido, com consequências notórias no prejuízo da vida de cada Tomarense que vai resistindo a viver no nosso Concelho. Tendo hoje menos mil habitantes do que há dois anos e cerca de 5000 a menos do que há uma década, o Concelho de Tomar tem sobrevivido entre vários disparates na gestão municipal, em que o caso do Mercado é um evidente exemplo; verdadeiros assaltos ao erário público, como a peripécia do parque de estacionamento atrás da Câmara; e níveis de subserviência aos desmandos dos Governos, como o episódio do Hospital de Tomar.
 
Tendo como epicentro da nossa situação o, ainda, presidente da Assembleia Municipal, Miguel Relvas – verdadeiro arquiteto da destruição de valor que Tomar tem sentido – com os excecionais serviços prestados sucessivamente por Paiva, Corvelo e agora Carrão que nos levaram a esta realidade. Aos desmandos autocráticos de um, sucedeu a fina inutilidade de outro, logo seguida pela evidente inépcia do último.

De Carlos Carrão, com quase 16 anos de responsabilidade na Câmara de Tomar, são desconhecidos qual ou quais os contributos, melhorias ou apontamento de quaisquer estratégias, bem como a resolução concreta de problemas graves, que tenha conseguido produzir. Sabe-se do seu seguidismo em relação ao Governo, a sua fidelidade quase cínica a Miguel Relvas, ora como Secretário-geral do PSD, ora como Secretário de Estado das autarquias locais em que não cumpriu a Lei de financiamento perante as mesmas, ora como Ministro da extinção de 10 das nossas 16 Freguesias, – de que Carrão é mais do que cúmplice – entre outras façanhas com que nos brindou nos últimos dois anos.

Da dívida de 35 milhões de euros, com uma dívida a fornecedores sempre no vermelho de milhões e com pagamentos a cerca de 200 dias, quando a lei estipula um máximo de 90, Carlos Carrão, vereador responsável há 16 anos pelas finanças da autarquia nada diz e pouco faz.

Da aprovação do ruinoso negócio com a ParqueT, com o seu voto inicial, em 2000, ao seu voto final para pagamento de 6,5 milhões de euros em 2011, acrescido do ilegal pagamento mensal de 100.000€ realizado durante todo o ano de 2012, Carlos Carrão, na sua “inatacável” gestão colado ao Governo, pelo serviço à delapidação e empobrecimento do Estado e do Município, tem seguido incólume até hoje.

E que dizer daquele que sendo o vereador da Obras Municipais, deixou chegar o Mercado ao estado que todos conhecemos, deixando-o encerrar em Julho de 2010, mesmo após a Câmara em Novembro de 2009 ter aprovado por unanimidade obras de emergência para o evitar e, hoje quase três anos depois continua o mesmo fechado, sem qualquer intervenção?

Carlos Carrão, o militante social-democrata, há menos de um ano candidato derrotado a líder da secção local sem apelo nem agravo por uma nova geração de políticos, salvo pelo Governo a manter-se mesmo assim, pasme-se, como candidato a Presidente da Câmara. Quem não é reconhecido pelos seus para gerir uma simples secção do partido, como pode ser acolhido pelos cidadãos para gerir um Município?

E, na defesa do Governo, pela inércia objetiva e notória na questão da sucessiva destruição do Hospital em Tomar, Carlos Carrão não é, nem o candidato dos sociais-democratas em Tomar, nem dos Tomarenses, mas sim e apenas do Governo.
Deste Governo. De Relvas. Como eles, um inepto, portanto!

22.5.13

Comboio turístico está de novo em funcionamento

Identificação mapeada dos locais de paragem:

- P1 – Praça da República

- P2 – Prac. Infante D. Henrique (junto portão de entrada da Mata dos Sete Montes)

- P3 – Terreiro D. Gualdim Pais (junto ao portão de entrada do Castelo de Tomar)

- P4 – Av. Cândido Madureira (junto à paragem dos TUT)

- P5 – Mercado Municipal (junto à paragem dos TUT)

- P6 – Igreja Santa Maria dos Olivais (junto à paragem dos TUT)

- P7 – R. Marquês de Pombal (junto à paragem dos TUT)

- P8 – Mouchão Parque (em frente à entrada da Estalagem de Santa Iria)

- P9 – Hotel dos Templários (em frente à entrada da unidade hoteleira)

- P10 – junto ao posto de informacão turística do Turismo LVT

Preços de Bilhetes - Válidos por um período de utilização de 3 (três horas), possibilitando a
entrada e saída nas paragens indicadas durante esse mesmo período:

Adultos - 2 Euros;
Crianças até aos 10 anos – 1 Eur
Horário – 2.a a 6.a feira – 14 às 18 h.
Sábados, Domingos e Feriados – 10 às 13; 14 às 19 h.

20.5.13

Imaginem esta estatística hoje...

 
A população há 97 anos não era muito mais do que hoje... Teremos apenas 40.000 habitantes (mal contados). Quanto à distribuição por Freguesias é notória a redução nalgumas das rurais mais afastadas da Cidade. Quanto ao resto deixo à vossa imaginação...

18.5.13

Finalmente Tomar, liberta-se de Lisboa, a nível do Turismo

Apesar de todas as polémicas, anterioresm atuais e futuras, já aí está a nova organização das Regiões de Turismo. Quanto a mim, e muito bem, Tomar ficou finalmente liberta da "canga macrocéfala" de Lisboa...

Notícia Rádio Hertz
Foi publicada, em Diário da República desta quinta-feira, a lei 33/2013 que define o novo enquadramento e gestão das entidades de turismo, alargando as suas competências. No âmbito do novo enquadramento, o destaque vai para a inclusão dos pólos de Leiria-Fátima, Oeste, Serra da Estrela e ainda parte da comunidade do Médio Tejo na Entidade Regional de Turismo do Centro (ERTC), que passa a contar com cerca de cem municípios.

A nova estrutura coincide na prática com área de influência do Programa Operacional da Região Centro, o Mais Centro. Dentro de 60 dias deverão ocorrer eleições, sendo que Pedro Machado, actual presidente desta estrutura, pretende recandidatar-se de novo à liderança da entidade. Em termos de gestão, a nova lei obriga, também, ao "apertar do cinto". No primeiro ano de execução dos contratos-programa, os custos com pessoal não excedem os 50% da média das receitas correntes dos últimos três anos, devendo ser reduzidos em 5% adicionais em cada ano dos três seguintes. Estes limites caso ultrapassados, implicam o não pagamento dos valores previstos nos contratos-programa.

16.5.13

Programa da Festa Templária, de 23 a 26 de Maio, em Tomar


 
23 Maio de 2013 – Quinta-feira

09h00: Seminário “As Reconstituições históricas e Produtos Turísticos” Instituto Politécnico de Tomar
13h00: Abertura do Festival de Cozinha Medieval Restaurantes aderentes
18h00: Abertura da Festa Templária Praça República
21h00: Actuação da Sociedade Recreativa e Musical da Pedreira Praça da República
23h00: Encerramento da Feira


24 Maio de 2013 – Sexta-feira

14h30: Cortejo das escolas de Tomar Rua Serpa Pinto, Praça da República, Castelo de Tomar
16h30: Apresentação de filme para crianças “Ordem do Templo” Cineteatro de Tomar
19h00: Actuação da Tuna “Cavaleiras de Sellium” do Instituto Politécnico de Tomar Praça da República
20h00: Actuação do Rancho Folclórico “Os Camponeses” da Peralva Praça da República
20h00: Noite Templária (jantar e animação medieval) Convento de Cristo 
21h00: Peça de Teatro “Auto da Carreira do Inferno” pelo Grupo Korta a Cena Praça da República
22h00: Actuação da Sociedade Filarmónica Paialvense -  Manoel de Matos Praça da República
00h00: Encerramento da Feira


25 Maio de  2013 – Sábado

09h00: Percurso Pedestre dos Templários Praça da República
09h00: Ateliers para Crianças Jardim do Mouchão
09h00: Visitas Culturais Casa Vieira Guimarães
14h00: Pinturas Faciais + Modelagem Balões Jardim do Mouchão
14h30: Jogos Tradicionais -  CALMA Jardim do Mouchão
15h00: Actuação da Tuna Templária do Instituto Politécnico de Tomar Praça da República
15h00: Animação de Rua (gaitas de foles, caixas de guerra, tambores, artes de fogo, malabarismos, andas, entre outros elementos) Centro Histórico
16h00: Demonstrações históricas Jardim do Mouchão
16h00: Rancho Folclórico Infantil de S. Miguel de Carregueiros Praça da República
17h00: Peça de Teatro “Uma floresta de enganos” do Canto Firme Capela de Santa Iria
17h00: Actuação do Rancho Folclórico da Linhaceira (Infantil e Adultos) Praça da República
18h00: Actuação do Rancho Folclórico “Os Camponeses de Minjoelho” Praça da República
19h00: Peça de Teatro “Auto da barca do inferno” do Grupo “ O capítulo” Praça da República
20h00: Missa Igreja Santa Maria do Olival
21h00: Cortejo Nocturno Igreja Santa Maria do Olival; Rua de Santa Iria, Rua Marquês de Pombal, Rua Serpa Pinto, Praça da República, Rua Infantaria 15, Avenida Cândido Madureira, Castelo de Tomar
23h23: Peça de Teatro “O Tesouro Templário” do Grupo “Fatias de Cá” Praça da República
00h00: Encerramento da Feira


26 Maio de 2013 – Domingo

09h00: Visitas Culturais Casa Vieira Guimarães
11h00: Actuação do Rancho do CIRE Praça da República
14h30: Jogos Tradicionais - CALMA Jardim do Mouchão
15h00: Actuação da Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina Jardim do Mouchão
15h00: Actuação do Rancho Folclórico “As lavadeiras da Asseiceira” Praça da República
15h00: Animação de Rua (gaitas de foles, caixas de guerra, tambores, artes de fogo, malabarismos, andas, entre outros elementos) Centro Histórico
16h00: Actuação do Grupo de Cantares da Venda Nova Praça da República
16h00: Demonstrações Históricas Jardim do Mouchão
17h00: Peça de Teatro “Coisas de Rei” Grupo 8 Dezembro (Júnior) Praça da República
17h17: Peça de Teatro “O Nome da Rosa ” Grupo de Teatro “Fatias de Cá” Convento de Cristo
18h00: Peça de Teatro “O Regresso do Morto ” Grupo 8 Dezembro Praça da República
20h00: Peça de Teatro “Médico à Força ” do Grupo Ultimato Praça da República
21h30: Peça de Teatro “ A Comédia da Marmita” Grupo das Aboboreiras Praça da República
23h00: Encerramento da Festa Templária 2013

14.5.13

Impressões

Acho que vale a pena ler a minha última nota do dia, de Sábado passado, na Rádio Hertz:

http://esquerdocapitulo.blogspot.pt/2013/05/turismo-novas-bandas-e-autarquicas.html

Entretanto, para quem andar por cá no fim de semana de 24-25, além da Festa Templária, não pode deixar de assistir

3.5.13

O rosto dos responsáveis I

Gerir? Decidir? Desenvolver Tomar? Os resultados estão aí e os responsáveis têm rosto... Quando os vir mude de passeio...

Rosário Simões, Carlos Carrão e José Perfeito

2.5.13

"O Sr. Ministro é Tóxico",... diz Galamba, e Bem!

Deve ser ouvido para se perceber de uma vez por todos, a mentira em que vivemos desde 2011:



"Ou muda ou sai"!

28.4.13

Faleceu antiga zeladora da Capela Nossa Senhora da Piedade em Tomar

"Faleceu no sábado, 27 de Abril, aos 94 anos de idade, Maria da Luz, a tomarense que zelou durante mais de meio século pela Capela Nossa Senhora da Piedade. Num trabalho que O MIRANTE fez em Julho de 2010 sobre a “Guardiã do Templo” dávamos conta que Maria da Luz tinha 25 anos quando foi convidada pelo pároco local, por intercessão do seu patrão e padrinho de casamento, para zelar pela capela Nossa Sra. da Piedade em Tomar. Chegou a ganhar 75 escudos por mês (5 tostões por dia), subsídio que lhe foi retirado em 1962 por decisão do padre David, que guiava os destinos da paróquia à data. A única moeda de troca residia no facto de poder viver, sem pagar renda, numa habitação contígua ao templo. Foi ali que casou e teve os seus três filhos (Aníbal, Henrique e Maria de Lurdes) que, por sua vez, também ali lhe deram alguns dos seus netos. O funeral de Maria da Luz realizou-se na tarde de domingo, 28 de Abril, para o cemitério de Marmelais."

13.4.13

Como evitar a Guerra na Europa?

 
 
 
FRANKFURT – A crise do euro já transformou a União Europeia, de uma associação voluntária de estados iguais para uma relação entre credores e devedores da qual não há uma saída fácil. Os credores arriscam perder somas avultadas caso um estado membro saia da união monetária, mas ao mesmo tempo os devedores estão sujeitos a políticas que aprofundam a sua depressão, agravam o fardo da sua dívida e perpetuam a sua posição de subordinação. Como resultado, a crise ameaça agora destruir a própria UE. Isso resultaria numa tragédia de proporções históricas, que apenas a liderança Alemã poderá evitar.
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Illustration by Paul Lachine
As causas da crise não podem ser devidamente compreendidas sem reconhecermos a falha fatal do euro: ao criar um banco central independente, os países membros endividaram-se numa moeda que não controlam. Em primeiro lugar, tanto as autoridades como os participantes no mercado trataram todas as obrigações soberanas como se não tivessem risco, criando um incentivo perverso para os bancos adquirirem grandes quantidades de obrigações dos países mais desfavorecidos. Quando a crise Grega fez assomar o espectro do incumprimento, os mercados financeiros reagiram vingativamente, relegando todos os membros da zona euro demasiado endividados para um estatuto comparável ao de países do Terceiro Mundo sobreexpostos numa moeda estrangeira. Consequentemente, os países membros grandemente endividados foram tratados como sendo os únicos responsáveis pelos seus problemas, e o defeito estrutural do euro ficou por corrigir.
Uma vez que isto esteja entendido, a solução sugere-se quase automaticamente. Pode ser resumida numa só palavra: Eurobonds.
Se aos países que concordaram com o novo Pacto de Estabilidade Fiscal da UE fosse permitido converter toda a sua dívida soberana em Eurobonds, o impacto positivo seria quase miraculoso. O perigo de incumprimento desapareceria, assim como os prémios de risco. Os balanços dos bancos receberiam um impulso imediato, assim como os orçamentos dos países altamente endividados.
A Itália, por exemplo, pouparia até 4% do seu PIB; o seu orçamento passaria a ser excedentário; e o estímulo fiscal substituiria a austeridade. Como resultado, a sua economia cresceria, e o seu rácio de endividamento cairia. Muitos dos problemas aparentemente insolúveis se dissolveriam no ar. Seria como acordar de um pesadelo.
Em concordância com o Pacto de Estabilidade Fiscal, os países membros poderiam emitir novas Eurobonds apenas para substituição de outras que atinjam a maturidade; depois de cinco anos, as dívidas remanescente seriam gradualmente reduzidas para 60% do PIB. Se um país contraísse dívidas adicionais, poderia pedir emprestado em seu próprio nome. Reconhecidamente, o Pacto de Estabilidade Fiscal necessita de algumas modificações para garantir que as penalidades associadas ao incumprimento sejam automáticas, rápidas, e não demasiado severas para serem credíveis. Um Pacto de Estabilidade Fiscal mais rigoroso eliminaria praticamente o risco de incumprimento.
Assim, as Eurobonds não arruinariam a notação de crédito da Alemanha. Pelo contrário, seriam comparadas de modo favorável com as obrigações dos Estados Unidos, do Reino Unido, e do Japão.
Para dizer a verdade, as Eurobonds não são uma panaceia. O impulso provocado pelas Eurobonds pode não ser suficiente para garantir a recuperação; poderão ser necessários estímulos fiscais e/ou monetários adicionais. Mas seria um luxo podermos ter esse problema. De modo mais preocupante, as Eurobonds não eliminariam as diferenças em competitividade. Os países continuariam a ter que promover reformas estruturais. A UE também precisaria de uma união bancária que disponibilizasse crédito em iguais condições a todos os países (O resgate de Chipre tornou esta necessidade mais premente, ao desnivelar ainda mais as condições). Mas a aceitação das Eurobonds por parte da Alemanha transformaria a atmosfera política e facilitaria as necessárias reformas estruturais.
Infelizmente, a Alemanha permanece uma opositora inflexível das Eurobonds. Desde que a Chanceler Angela Merkel vetou a ideia, não lhe foi dada mais consideração. O público Alemão não reconhece que concordar com as Eurobonds seria muito menos arriscado e custoso que continuar a fazer apenas o mínimo para preservar o euro.
A Alemanha tem o direito de rejeitar as Eurobonds. Mas não tem o direito de evitar que os países altamente endividados escapem da sua miséria, unindo-se e emitindo-as. Se a Alemanha se opuser às Eurobonds, deveria considerar deixar o euro. Surpreendentemente, as Eurobonds emitidas por uma zona euro que não incluísse a Alemanha ainda comparariam favoravelmente com as dos EUA, do Reino Unido e do Japão.
A razão é simples. Como toda a dívida acumulada está denominada em euros, faz toda a diferença saber qual o país que deixa o euro. Se a Alemanha saísse, o euro desvalorizaria. Os países devedores retomariam a sua competitividade. A sua dívida diminuiria em termos reais e, se emitissem Eurobonds, a ameaça do incumprimento desapareceria. A sua dívida tornar-se-ia repentinamente sustentável.
Ao mesmo tempo, muito do fardo do ajuste cairia sobre os países que deixassem o euro. As suas exportações tornar-se-iam menos competitivas, e enfrentariam forte competição, nos seus mercados internos, da zona euro resultante. Também incorreriam em perdas nos seus créditos e investimentos denominados em euros.
Pelo contrário, se a Itália deixasse a zona euro, a sua dívida denominada em euros tornar-se-ia insustentável, e teria que ser reestruturada, empurrando o sistema financeiro global para o caos. Portanto, se alguém tiver que sair, deveria ser a Alemanha, e não a Itália.
Há argumentos fortes para que a Alemanha decida se deve aceitar as Eurobonds ou abandonar a zona euro, mas já é menos óbvio qual das duas alternativas será melhor para o país. Apenas o eleitorado Alemão tem poder para tomar essa decisão.
Se houvesse hoje um referendo na Alemanha, os apoiantes de uma saída da zona euro venceriam sem dificuldade. Mas uma reflexão mais intensa poderia mudar a opinião das pessoas. Descobririam que o custo, para a Alemanha, da autorização da emissão de Eurobonds estaria grandemente exagerado, e que o custo de abandonar o euro estaria subestimado.
O problema reside em que a Alemanha não foi forçada a escolher. Pode continuar a não fazer mais do que o mínimo para preservar o euro. Esta é claramente a escolha preferida de Merkel, pelo menos até depois das próximas eleições.
A Europa estaria infinitamente melhor se a Alemanha fizesse uma escolha definitiva entre as Eurobonds e uma saída da zona euro, independentemente das consequências; na verdade, a Alemanha também ficaria melhor. A situação está a deteriorar-se, e, no longo prazo, é provável que se torne insustentável. Uma desintegração desordenada que implicasse recriminações mútuas e dívidas por honrar deixaria a Europa pior do que estava quando embarcou na ousada experiência da unificação. Certamente que isso não serve os interesses da Alemanha.
Traduzido do inglês por António Chagas

12.4.13

Obrigado Sr. Augusto Barros


O Presidente Augusto Barros, apresentou-se hoje como cabeça de lista do PS, na sua qualidade de independente, à nova Junta de Freguesia de Tomar, a qual agrega as anteriores freguesias de Santa Maria dos Olivais e S.João Baptista.
 
Ficou satisfeito por um homem que já deu mais de 30 anos às autarquias e ao associativismo ter aceite o desafio da Anabela Freitas e dar assim o seu contributo a este projeto de esperança que é a candidatura da Mudança, por ela protagonizado e o qual conta, entre outros, com o apoio do PS.
 
Como autarca eleito pelo PS e como dirigente local e distrital desse Partido fico orgulhoso por, no presente momento de cada vez maior descrédito da política, pessoas com uma vida de trabalho e abnegação como o Sr. Augusto, nos darem o ânimo e a lição de humildade, que por vezes nos falta, face ao que todos os dias vemos pela nossa Câmara...
 
Obrigado!

8.4.13

Ouve-se por aí...

Ouve-se por aí, que Relvas vai continuar os seus negócios para Angola, numa das várias empresas onde ter participação. Acho bem, desde que não volte cá, Tomar e Portugal agradecem.
 
Ouve-se por aí, que aquele excepcional Presidente da Câmara de Tomar que um dia deu à sola e nos deixou um outro que acabou também por fugir, sem deixar saudades e por sua vez nos deixou entregue a este último que há 16 anos nos tenta convencer que já fez alguma coisa de útil pelo Concelho, não pára de entrar e sair da Câmara nas últimas semanas. Deve andar a tirar cópias do processo que a PJ está a investigar, da negociata com a ParqueT. Depois mandamos as laranjinhas, lá pró sítio...
 
Ouve-se por aí que todos querem saber quem é o candidato do PS à Presidência da Assembleia Municipal, mesmo sem cuidarem de saber quem são os dos demais. Juro que não especulo de quem será ela, uma vez que corro o risco de acertar...
 
Ouve-se por aí que o PSD está a ter um parto difícil da sua lista para a Câmara. Mas vá lá façam um pequeno esforço e coloquem lá aquela rapaziada toda, do Tenreiro, ao Tójó, passado pelo Ricardo, além daquela curiosa figura do lourenço, para a malta se divertir... Ah, e não se esqueçam de manter a simpática Rosário, que numa Câmara com essa malta toda (cruzes canhoto!), alguém tem de trabalhar...
 
Ouve-se por aí, que um  Presidente de uma centenária coletividade, já terá escolhido o seu sucessor nessa presidência. E então?
 
Ouve-se por aí que este ano, depois da Primavera, vem o Verão e que os políticos não podem ser analistas, nem os analistas serem juízes, nem os juízes fazerem política, nem as decisões dos tribunais serem justas e protegerem os menos abonados. Pois que se ouve tanto disparate que eu, por via das dúvidas, continuarei a opiniar, sempre livre e justo, mesmo que momentaneamente a exercer funções políticas autarquicas (quinzenalmente)...

Ouve-se por aí, que é preciso "tirar" água, vai daí... (liguem o motor de rega!)